Colossenses 2:6,7. O nosso relacionamento com Jesus Cristo , é algo que nos transforma de dentro para fora à imagem de Cristo. O texto desenvolve três aspectos deste relacionamento: 1- Nele radicados 2- Nele edificados 3- Crescendo em ações de graça. Esses tres aspectos nos ajudará termos um andar constante em nosso Senhor Jesus Cristo. Este espaço, foi criado para motivar o povo de Deus neste andar constante e crescente. Em Cristo, Alfredo Alves
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Agricultura no Antigo Testamento
Lavoura; cultivo do solo e produção de safras; envolve também a criação de animais domésticos. A agricultura teve seu início no Éden, visto que Adão, depois de ser criado por Deus, foi colocado no jardim “para que o cultivasse e tomasse conta dele”. (Gên 2:5, 15) Entretanto, devido à infidelidade do primeiro casal humano, não ocorreu uma ampliação do Paraíso edênico; ao contrário, o solo passou a estar sob a maldição de Deus. Exigia suor e labuta ganhar do solo o sustento. — Gên 3:17-19.
O primeiro filho de Adão e Eva, Caim, tornou-se “lavrador do solo”; Abel, pastor de ovelhas. (Gên 4:2-4) Após o Dilúvio, “Noé principiou como lavrador” e plantou um vinhedo. (Gên 9:20) Num período posterior, Abraão, Isaque e Jacó levavam essencialmente uma vida nômade e pastoril com seus rebanhos, um tanto parecido ao Jabal antediluviano (Gên 4:20), embora no caso de Isaque e de Jacó haja também evidência de lavoura, mencionando-se especificamente o trigo. — Gên 26:12; 27:37; 30:14; 37:7.
Agricultura Israelita: Escavações feitas por arqueólogos mostram que a região da Palestina foi um dos primeiros centros de agricultura. A Terra da Promessa tinha um solo muito fértil. Nos dias de Ló, o distrito do Jordão era “semelhante ao jardim de Yehowah, semelhante à terra do Egito, até Zoar”. (Gên 13:10) Antes do Êxodo, a nação de Israel ficara bem familiarizada com a agricultura lá no Egito, onde se cultivavam trigo, linho, cevada, pepino, melancia, alho-porro, cebola, alho e outros produtos. (Êx 9:25, 26, 31, 32; Núm 11:5; De 11:10) Daí, durante 40 anos, a nação levou uma vida nômade no ermo, embora estivesse relativamente livre da associação corrompedora de povos pagãos.
Quando entrou na Terra da Promessa, a nação passou a levar uma vida de cultivo de produtos agrícolas e de criação de animais. Havia uma decisiva vantagem em possuírem uma terra já em cultivo. A grande maioria dos hebreus familiarizados com a agricultura no Egito já havia perecido no ermo, e, portanto, havia poucos, se é que havia, lavradores qualificados e competentes, disponíveis para começar a lavoura numa terra que lhes era nova e estranha. (Núm 14:22-30; He 3:16, 17) Portanto, foi de grande vantagem para eles herdarem então ‘casas cheias de todas as coisas boas, cisternas escavadas, vinhedos e olivais já plantados e produtivos’. — De 6:10, 11; 8:6-9.
Depois da divisão da terra em territórios tribais, distribuíram-se os lotes de terra, evidentemente pelo uso de uma corda de medir. (Sl 78:55; Ez 40:3; Am 7:17; Miq 2:4, 5) Uma vez determinados, tais limites deviam ser honrados e respeitados. — De 19:14; 27:17; Pr 22:28; Os 5:10; compare isso com Jó 24:2.
A agricultura ocupava um lugar importante na legislação dada a Israel. A terra pertencia a Yehowah, de modo que não se devia abusar dela. (Le 25:23) A terra não podia ser vendida em perpetuidade, e com exceção das propriedades dentro de cidades muradas, a terra vendida por motivo de infortúnios e de reveses econômicos devia ser devolvida ao dono original no ano do jubileu. (Le 25:10, 23-31) Exigia-se um descanso sabático cada sétimo ano, durante o qual a terra ficava de pousio e tinha sua fertilidade restaurada, realizando assim o que hoje se faz com a alternação de culturas. (Êx 23:10, 11; Le 25:3-7) Este requisito talvez parecesse perigoso e por certo era uma prova da fé da nação na promessa de Deus, de prover uma abundância suficiente para sustentá-la até a safra do ano seguinte. Ao mesmo tempo, incentivava a prudência e a previdência. O ano do Jubileu (todo 50.° ano) também era um ano de descanso para a terra. — Le 25:11, 12.
As três festividades anuais que se ordenou que Israel celebrasse estavam cronometradas para coincidir com as estações de lavoura: a Festividade dos Pães Não Fermentados, na época da colheita da cevada; Pentecostes, na época da colheita do trigo; e a Festividade das Barracas, na época do término das safras do ano que findava. (Êx 23:14-16) Para os israelitas, as estações e as colheitas eram fatores de datas e indicadores de época, e costumavam ser usadas mais como tais do que os nomes dos meses calendares. Essa vida agrícola protegia também os israelitas em sentido espiritual, visto que os tornava em grande parte independentes dos outros povos quanto às suas necessidades, e mantinha reduzido ao mínimo a necessidade de terem um intercâmbio comercial com as nações circunvizinhas.
Embora devesse ser uma terra ‘que manava leite e mel’ para eles sob a bênção de Deus, havia, não obstante, problemas agrícolas a resolver. Dependente da obediência deles, não haveria necessidade de irrigação em grande escala. (De 8:7; 11:9-17) A estação chuvosa começava com as chuvas temporãs por volta de meados de outubro e continuava até o tempo das chuvas serôdias, que terminavam por volta de meados de abril. (De 11:14) Seguiam-se então cinco meses em geral sem chuvas, sendo o calor e a seca aliviados por abundante orvalho que caía à noite e que refrescava o solo e as plantas. — Gên 27:28; De 33:28.
Para a conservação do solo em encostas, evidentemente se usavam terraços com muros de pedra para contê-los e para impedir que o vital solo arável fosse levado pela chuva. Escavações arqueológicas mostram até 60 ou mais de tais terraços um acima do outro em algumas colinas. Para assegurar a segurança das safras, construíam-se nos vinhedos e nos campos barracas ou ranchos, ou mesmo torres permanentes, para que se pudesse postar ali uma sentinela para vigiar a área circundante. — Is 1:8; 5:2; Mt 21:33.
Especialmente o Rei Uzias é mencionado como “amante da agricultura 2Cr 26:10.
Embora a subsequente desobediência resultasse na retirada da bênção de Deus e trouxesse em conseqüência desastres agrícolas por safras fracassadas, secas, pragas de gafanhotos, bolor e outros problemas, e embora a destruição de grande parte das florestas e o abandono da manutenção dos sistemas de terraços durante um período de muitos séculos resultassem em vastas quantidades de solo arável serem levadas embora pelas chuvas, em grande parte da Palestina, o solo remanescente em geral continua a ser de muita fertilidade até o tempo presente.
A.Alves
Dieta da Biblia
Dieta da Bíblia Promete Emagrecer 4kg em 11 dias
Sim,
há quem diga que ter fé pode ajudar a perder peso. Sem incluir ovos de páscoa, essa dieta é fruto de uma
pesquisa do Dr Edson Ramuth, fundador do Emagrecentro, que buscou
passagens e alimentos da bíblia para criar um cardápio. A dieta tem
duração de 11 dias e, segundo ele, é possível perder até 4 Kg. A
recomendação é que seja feita apenas uma vez por mês e que seja iniciada
na segunda-feira.
“No sexto dia será preciso permanecer em
jejum que funciona como um dia de purificação orgânica e espiritual, no café, almoço e lanche. Nesta data não se deve tomar medicação
para emagrecer, nem praticar atividades físicas. É permitido ingerir uma
pequena quantidade de vinho e adoçar bebidas com mel”, sugere o Dr.
O tratamento é recheado de regras:
1. As carnes ingeridas devem ser somente
de animais ruminantes com casco dividido em dois e unha fendida, como o
boi, ovelha, carneiro e cabra.
2. A carne de porco é proibida assim como os outros animais que não ruminam.
3. A ingestão de sangue de animais é
proibida; as carnes não podem ser consumidas cruas ou mal passadas.
Devem ser muito bem cozidas, assadas ou grelhadas.
4. O leite e seus derivados (queijo,
coalhada, creme de leite, etc) são permitidos, mas nunca podem ser
ingeridos na mesma refeição com derivados da carne, como: filé a
parmegiana, estrogonofe. Ou seja, derivados do leite e da carne devem
ser consumidos em refeições separadas.
5. As aves são permitidas assim como seus ovos, desde que não estejam fecundados.
6. Frutos do mar são proibidos: Camarão, marisco, lagosta, ostra, etc.
7. Os peixes com escamas são permitidos. Como a pescada, sardinha, tainha, etc.
8. Os peixes sem escamas são proibidos, como o cação, pintado,atum, etc.
Quer conferir o cardápio?!
1º e 8º diaManhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de iogurte com 1 col.(sopa) aveia
Almoço – 1 filé de peixe / 1 prato de salada de pepino com cebola com 3 col.(sopa) de milho em conserva
Lanche – 1 fatia de melão
Jantar – 1 prato de lentilha cozida
Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro
2º e 9º dia
Manhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de leite com 1 col.(sopa) de aveia
Almoço – 1 bife médio de carne / 1 pepino grande cru com 3 col.(sopa) milho em conserva
Lanche – 1 maça
Jantar – 1 prato de fava ( vagem) cozida e 1 ovo cozido
Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro
3º e 10º dia
Manhã – 1 copo de suco de melão e 2 fatias de queijo
Almoço – 1 filé de peito de ave / 1 salada de pepino com cebola e 3 col.(sopa) de milho em conserva
Lanche – 5 ameixas pretas
Jantar – 1 ovo cozido e 1 prato de lentilha cozida
Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro
4º e 11º dia
Manhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de leite com 1 col.(sopa) de aveia
Almoço – 1 bife bovino médio / 1 prato de fava ( vagem) cozida com 3 col.(sopa) milho em conserva
Lanche – 1 cacho de uvas
Jantar – 1 prato de lentilha cozida
Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro
5º dia
Manhã – 1 fatia de pão de centeio / 1 xícara de iogurte com 1 col.(sopa) aveia
Almoço – 1 filé de peito de ave / 1 prato de salada de pepino com cebola e 3 col.(sopa) milho em conserva
Lanche – 1 maça ou/10 amêndoas / 10 azeitonas
Jantar – JEJUM – somente ingerir água
6º dia
Manhã – JEJUM – somente ingerir água
Almoço – JEJUM – somente ingerir água
Lanche – JEJUM – somente ingerir água
Jantar – 1 prato de lentilha cozida + 1 prato de salada de pepino com cebola + 3 col.(sopa) milho em conserva
Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro
7º dia
Manhã – 1 copo de suco de melão + 2 fatias de queijo
Almoço – 1 filé de peixe grelhado + 1 prato de lentilha cozida
Lanche – 5 ameixas pretas
Jantar – 1 ovo cozido + 1 prato de fava (vagem) cozida e 3 col.(sopa) milho em conserva
Ceia – 1 xícara de Chá de Zimbro
fonte - dieta e habitos
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
Natureza Humana (Imagem e semelhanca)
O comentarista bíblico Derek Kidner afirma que as palavras imagem e semelhança se
reforçam mutuamente, não havendo, portanto, distinção teológica entre
elas. A palavra hebraica equivalente
à imagem, significa reprodução, imitação, ser igual, enquanto que a equivalente à semelhança significa cópia.
Portanto, dizer que o homem é imagem e semelhança de Deus, significa
dizer que o homem é como Deus, reflete a Deus. Em
Gênesis 5.3: “Aos 130 anos, Adão gerou um filho à sua semelhança,
conforme a sua imagem; e deu-lhe o nome de Sete”. Perceba que Sete é
imagem e semelhança de Adão. Ou seja, assim como um filho se parece com
seu pai, o homem se parece com Deus.
Toda a Escritura Sagrada irá mostrar em
que o homem é como Deus. A humanidade reflete Deus na sua racionalidade,
criatividade, capacidade de comunicação, espiritualidade, capacidade de
dominar, de tomar decisões, e assim por diante.
O fato de sermos imagem de Deus, ou
seja, termos a estampa de Deus em nós, constitui também uma declaração
de propriedade. Jesus disse aos seus questionadores: “De quem é esta
imagem e esta inscrição?”. “De César”, responderam eles. E ele lhes
disse: “Então deem a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”
(Mt 22.20,21). O ser humano pertence a Deus, assim como a terra e tudo o
que nela há (Sl 24.1).
Outro elemento importante da imagem de
Deus em nós é a nossa consciência de Deus. Calvino chamou a consciência humana da presença de Deus de
‘semente da religião’ e de ‘senso da divindade’. Blaise Pascal observou
que há um ‘buraco em forma de Deus’ no coração humano que só Deus pode
preencher”.
A.Alves
segunda-feira, 23 de janeiro de 2017
A moral humana na perpectiva Biblica
Etimologicamente, o termo moral tem origem no latim morales, cujo significado é “relativo aos costumes”.
As regras definidas pela moral regulam o modo de agir das pessoas, sendo uma palavra relacionada com a moralidade e com os bons costumes.
Está associada aos valores e convenções estabelecidos coletivamente por cada cultura ou por cada sociedade a partir da consciência individual, que distingue o bem do mal, ou a violência dos atos de paz e harmonia.
Os princípios morais como a honestidade, a bondade, o respeito, a virtude, e etc, determinam o sentido moral de cada indivíduo. São valores universais que regem a conduta humana e as relações saudáveis e harmoniosas.
Na filosofia, moral tem uma significação mais abrangente que ética, e que define as "ciências do espírito", que contemplam todas as manifestações que não são expressamente físicas no ser humano.
Hegel fez a diferenciação entre a moral objetiva, que remete para a obediência às leis morais (estabelecidas pelos padrões, leis e tradições da sociedade); e a moral subjetiva, que aborda o cumprimento de um dever pelo ato da sua própria vontade.
Na literatura, particularmente na literatura infantil, a moral se resume a uma conclusão da história narrada cujo objetivo é transmitir valores morais (certo e errado, bom e mau, bem ou mal, etc.) que possam ser aplicados nas relações sociais.
O fato de sermos seres morais, prova com clareza que o ser humano precisa dos princípios de uma lei moral permanente que oriente seus atos nesta vida.
As regras definidas pela moral regulam o modo de agir das pessoas, sendo uma palavra relacionada com a moralidade e com os bons costumes.
Está associada aos valores e convenções estabelecidos coletivamente por cada cultura ou por cada sociedade a partir da consciência individual, que distingue o bem do mal, ou a violência dos atos de paz e harmonia.
Os princípios morais como a honestidade, a bondade, o respeito, a virtude, e etc, determinam o sentido moral de cada indivíduo. São valores universais que regem a conduta humana e as relações saudáveis e harmoniosas.
Na filosofia, moral tem uma significação mais abrangente que ética, e que define as "ciências do espírito", que contemplam todas as manifestações que não são expressamente físicas no ser humano.
Hegel fez a diferenciação entre a moral objetiva, que remete para a obediência às leis morais (estabelecidas pelos padrões, leis e tradições da sociedade); e a moral subjetiva, que aborda o cumprimento de um dever pelo ato da sua própria vontade.
Na literatura, particularmente na literatura infantil, a moral se resume a uma conclusão da história narrada cujo objetivo é transmitir valores morais (certo e errado, bom e mau, bem ou mal, etc.) que possam ser aplicados nas relações sociais.
O fato de sermos seres morais, prova com clareza que o ser humano precisa dos princípios de uma lei moral permanente que oriente seus atos nesta vida.
A Bíblia é clara em afirmar a permanência
e a necessidade de uma lei moral. Deus é amor e como
expressão desse amor nos deu a lei moral. João afirma: "...E todo aquele que ama é
nascido de Deus e conhece a Deus... pois Deus é amor".
O apóstolo Tiago chama a essa lei, a lei da liberdade,
por quê? Simplesmente porque as normas da lei moral não
foram dadas para arruinar nem limitar a vida de ninguém,
mas proteger a vida do ser humano.
Nas leis de trânsito, por exemplo. Você
acha que elas foram dadas para tirar a liberdade do ser humano?
Pelo contrário. Hoje, com o novo código de trânsito
você anda seguro. O índice de atropelamento e mortes
fatais como conseqüência de acidentes nas estradas,
diminuiu. Quer dizer, todas essas leis são protetoras
da vida.
Mas o ser humano é interessante. Ele pretende ser livre,
jogando no lixo o código de trânsito da vida. Cada
um tenta ser feliz a seu modo. Cada um tenta fazer sua moral.
Mas o que acha Deus disso tudo? Vejamos o que diz Deuteronômio
30:19: "O céu e a terra tomo, hoje, por testemunhas
contra ti, que te propus a vida e a morte, a bênção
e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que
vivas, tu e a tua descendência". (Deuteronômio
30:19)
Aqui Deus dá plena liberdade ao ser humano. Liberdade
para seguir o caminho moral divino que conduz a vida
ou o caminho moral humano que conduz à morte. Mas Deus
nunca deu liberdade ao homem para determinar o que é
moral ou imoral. Isso é um atributo divino. A lei moral
nasce no amor de Deus com o propósito de proteger a vida
e a felicidade humana. O homem pode aceitar ou rejeitar, mas
não pode determinar o que é certo ou errado do
ponto de vista moral.
Quando o ser humano tenta criar seu próprio código
moral, por mais que negue, percebe o agudo vazio que vive, percebe
claramente a angústia de sua alma e sofre um intenso
sentimento de culpa. Geralmente nega essa realidade. Nega-a
porque é arrogante, egoísta e incrédulo.
A arrogância, porém, só produz insegurança.
O egoísmo gera descontentamento e a incredulidade gera
angústia. A segurança, a plena liberdade e a satisfação
da vida somente se encontram numa relação de fé
com Cristo, numa relação de obediência a
Deus e numa relação de responsabilidade para com
o próximo.
A moral não é determinada pela sociedade.
A maioria democrática não determina a moral. As
estatísticas não definem a moral. A maturidade
biológica não estabelece a moral. Os princípios
que conduzem o homem a felicidade tem que ter origem
no amor de Deus. Estes princípios tem que ser permanentes
e devem conter tudo que é necessário para que
o homem alcance plena liberdade: psíquica, espiritual,
social, moral, enfim, liberdade na sua plenitude e a que nasce no amor de Deus e que é desfrutada pelo homem
sem sentimento de culpa, sem limitações,
mas com responsabilidade.
A.Alves
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Genetica Humana na criacao.
Na verdade, o ser humano não tem evoluído mas sim precisamente o
contrário… cada vez se torna menos diverso, geneticamente falando. Quanto às “raças”… segundo a Bíblia, existe apenas uma raça – a raça humana. Ela diz que Deus “de um só sangue fez toda a geração dos homens” (Actos 17:26). A Bíblia distingue as pessoas por povos e nacionalidades e não pela sua côr ou outras características físicas.
A maioria das pessoas pensa que foram necessários muitos anos para ser possível observar tantas diferenças entre os povos. Isto deve-se ao facto de a maioria das pessoas ter a ideia de que alguns indivíduos têm características únicas no seu código genético, não encontradas noutras populações. É uma ideia compreensível, no entanto, incorrecta.
Vamos ver, por exemplo, a côr da pele. É fácil pensar que um branco tem código genético diferente de um preto ou de um amarelo. E uma vez que diferentes compostos químicos no que concerne à côr das pessoas significaria um código genético diferente, isso aparenta ser um problema para aqueles que dizem que Deus criou apenas 2 pessoas no início, há cerca de 6000 anos. Como poderiam tantas “raças” surgir num espaço de tempo relativamente pequeno?
No entanto, todos nós temos o mesmo composto químico responsável pelos tons de côr da pele – MELANINA . Se produzirmos pouca melanina, teremos um tom de pele mais claro. Se produzirmos muita melanina, teremos um tom de pele mais escuro. E pelo meio situam-se todos os restantes tons de pele. Nenhum de nós nasce com uma quantidade fixa de melanina, mas a produção de melanina é influenciada, por exemplo, pela exposição à luz solar.
Se um preto casar com um branco, o seu filho nascerá mulato. Quando dois mulatos procriam, os seus filhos podem ser de qualquer côr… desde muito claros a muito escuros.
Os seres humanos não são geneticamente distintos entre si (no sentido de eu ter algo que o outro não tem). Isto aplica-se a todas as características físicas e não apenas à côr da pele. Os olhos dos asiáticos são diferentes dos olhos dos europeus não por terem informação genética diferente daqueles mas sim por produzirem mais gordura.
Scientific American Brasil chama a atenção para isso mesmo:
A maioria das pessoas pensa que foram necessários muitos anos para ser possível observar tantas diferenças entre os povos. Isto deve-se ao facto de a maioria das pessoas ter a ideia de que alguns indivíduos têm características únicas no seu código genético, não encontradas noutras populações. É uma ideia compreensível, no entanto, incorrecta.
Vamos ver, por exemplo, a côr da pele. É fácil pensar que um branco tem código genético diferente de um preto ou de um amarelo. E uma vez que diferentes compostos químicos no que concerne à côr das pessoas significaria um código genético diferente, isso aparenta ser um problema para aqueles que dizem que Deus criou apenas 2 pessoas no início, há cerca de 6000 anos. Como poderiam tantas “raças” surgir num espaço de tempo relativamente pequeno?
No entanto, todos nós temos o mesmo composto químico responsável pelos tons de côr da pele – MELANINA . Se produzirmos pouca melanina, teremos um tom de pele mais claro. Se produzirmos muita melanina, teremos um tom de pele mais escuro. E pelo meio situam-se todos os restantes tons de pele. Nenhum de nós nasce com uma quantidade fixa de melanina, mas a produção de melanina é influenciada, por exemplo, pela exposição à luz solar.
Se um preto casar com um branco, o seu filho nascerá mulato. Quando dois mulatos procriam, os seus filhos podem ser de qualquer côr… desde muito claros a muito escuros.
Os seres humanos não são geneticamente distintos entre si (no sentido de eu ter algo que o outro não tem). Isto aplica-se a todas as características físicas e não apenas à côr da pele. Os olhos dos asiáticos são diferentes dos olhos dos europeus não por terem informação genética diferente daqueles mas sim por produzirem mais gordura.
Scientific American Brasil chama a atenção para isso mesmo:
“Pessoas de diferentes populações são, em média, apenas ligeiramente mais distintas umas das outras que pessoas do mesmo grupo
“O conceito de raça não se sustenta se for definido como grupos geneticamente distintos.”
A.Alves
A.Alves
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
O que diz a Bíblia sobre a criação versus evolução?"
O que diz a Bíblia sobre a criação versus evolução?"
Resposta: Este artigo não se propõe a apresentar um argumento científico no debate entre criação e evolução. Se você estiver procurando por argumentos científicos a favor da Criação e/ou contra a evolução, recomendamos “Answers in Genesis”: http://www.answersingenesis.org e o “Institute for Creation Research”: http://www.icr.org (ambos disponíveis em inglês). O propósito deste artigo é explicar, de acordo com a Bíblia, por que existe o debate “criação versus evolução”. Romanos 1:25 declara: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.”
Um fator crucial que todos nós devemos reconhecer é que a vasta maioria dos cientistas que crêem na evolução são também ateus ou agnósticos. Há alguns que abraçam alguma forma de evolução teísta, e outros que têm uma visão deísta de Deus (Deus existe, mas não está envolvido no mundo... tudo acontece em seu curso natural). Há alguns que genuína e honestamente examinam estes dados e chegam à conclusão de que a Evolução se encaixa mais nos dados disponíveis. Mais uma vez, entretanto, estes representam uma porção insignificante dos cientistas que defendem a evolução. A vasta maioria dos cientistas evolucionistas atesta que a vida se desenvolveu inteiramente SEM QUALQUER intervenção de um Ser superior. A evolução é, por definição, uma ciência naturalista.
Para que o ateísmo seja verdade, deve haver uma explicação alternativa para como o universo e a vida chegaram a existir. Apesar de crenças em alguma forma de evolução serem anteriores a Charles Darwin, Darwin foi o primeiro a desenvolver um modelo plausível de como a evolução pode ter ocorrido: a seleção natural. Uma vez Darwin se identificou como cristão, mas mais tarde renunciou a fé cristã e a existência de Deus como resultado de algumas tragédias ocorridas em sua vida. A evolução foi “inventada” por um ateu. O objetivo de Darwin não foi tentar derrubar a verdade da existência de Deus, mas este foi um dos resultados finais da teoria da evolução. A evolução é um suporte do ateísmo. Os cientistas evolucionistas da atualidade provavelmente não admitiriam que seu objetivo é dar uma explicação alternativa para a origem da vida, e portanto estabelecer uma base para o ateísmo. Entretanto, de acordo com a Bíblia, isto é exatamente o porquê da existência da teoria da evolução.
A Bíblia nos diz: “Disse o néscio no seu coração: Não há Deus” (Salmos 14:1; 53:1). A Bíblia também proclama que as pessoas não têm desculpas para não crerem em um Deus Criador, “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis” (Romanos 1:20). De acordo com a Bíblia, qualquer um que negar a existência de Deus é um tolo. Por que, então, há tantas pessoas, incluindo alguns cristãos, que “aceitam” que os cientistas evolucionistas sejam intérpretes imparciais das informações científicas? De acordo com a Bíblia, são todos tolos! O fato de serem tolos não implica falta de inteligência. A maioria dos cientistas evolucionistas é intelectualmente brilhante. O fato de serem tolos indica uma incapacidade de aplicar adequadamente o conhecimento. Provérbios 1:7 nos diz: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.”
Os cientistas evolucionistas debocham da Criação e/ou do Design Inteligente como sendo não-científicos, e não valendo a pena de serem examinados cientificamente. Para que algo seja considerado como uma “ciência”, dizem eles, deve estar sujeito à observação e ser provado, deve ser “naturalista”. A criação, por definição, é algo “supernatural”. Deus e o supernatural não podem ser observados ou testados (e por aí continua a discussão), e por este motivo, a Criação e/ou o Design Inteligente não podem ser considerados como uma ciência. Como resultado, toda a informação é filtrada através da pré-concebida, pressuposta e pré-aceita teoria da evolução, sem explicações alternativas a serem consideradas.
Contudo, a origem do universo e a origem da vida não podem ser testadas ou observadas. Tanto a Criação quanto a evolução são sistemas baseados na fé, ao falar das origens. Nenhuma das duas pode ser testada, pois não se pode voltar atrás bilhões (ou milhares) de anos para se observar a origem do universo e da vida no universo. Os cientistas evolucionistas rejeitam a Criação com bases que logicamente os forçariam a também rejeitar a evolução como uma explicação “científica” para as origens. A evolução, pelo menos em relação às origens, não se encaixa na definição de “ciência”, assim como não o faz a criação. A evolução é supostamente a única explicação das origens que pode ser testada; por este motivo, é a única teoria das origens que pode ser considerada “científica”. Isto é tolice! Os cientistas que defendem a evolução estão rejeitando uma teoria plausível das origens sem ao menos examinar seus méritos com honestidade, somente por não se encaixar em sua ilogicamente estreita definição de “ciência”.
Se a Criação é verdadeira, então há um Criador perante O Qual somos responsáveis. A Evolução é um suporte ao ateísmo. A Evolução dá aos ateus uma base para que expliquem como a vida existe longe de um Deus Criador. A Evolução nega a necessidade de um Deus que esteja envolvido com o universo. A Evolução é a “teoria da criação” para a “religião” do ateísmo. De acordo com a Bíblia, a escolha é clara. Podemos crer na Palavra de nosso onipotente e onisciente Deus, ou podemos crer nas ilogicamente tendenciosas explicações “científicas” vinda de tolos.
A.Alves
Resposta: Este artigo não se propõe a apresentar um argumento científico no debate entre criação e evolução. Se você estiver procurando por argumentos científicos a favor da Criação e/ou contra a evolução, recomendamos “Answers in Genesis”: http://www.answersingenesis.org e o “Institute for Creation Research”: http://www.icr.org (ambos disponíveis em inglês). O propósito deste artigo é explicar, de acordo com a Bíblia, por que existe o debate “criação versus evolução”. Romanos 1:25 declara: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.”
Um fator crucial que todos nós devemos reconhecer é que a vasta maioria dos cientistas que crêem na evolução são também ateus ou agnósticos. Há alguns que abraçam alguma forma de evolução teísta, e outros que têm uma visão deísta de Deus (Deus existe, mas não está envolvido no mundo... tudo acontece em seu curso natural). Há alguns que genuína e honestamente examinam estes dados e chegam à conclusão de que a Evolução se encaixa mais nos dados disponíveis. Mais uma vez, entretanto, estes representam uma porção insignificante dos cientistas que defendem a evolução. A vasta maioria dos cientistas evolucionistas atesta que a vida se desenvolveu inteiramente SEM QUALQUER intervenção de um Ser superior. A evolução é, por definição, uma ciência naturalista.
Para que o ateísmo seja verdade, deve haver uma explicação alternativa para como o universo e a vida chegaram a existir. Apesar de crenças em alguma forma de evolução serem anteriores a Charles Darwin, Darwin foi o primeiro a desenvolver um modelo plausível de como a evolução pode ter ocorrido: a seleção natural. Uma vez Darwin se identificou como cristão, mas mais tarde renunciou a fé cristã e a existência de Deus como resultado de algumas tragédias ocorridas em sua vida. A evolução foi “inventada” por um ateu. O objetivo de Darwin não foi tentar derrubar a verdade da existência de Deus, mas este foi um dos resultados finais da teoria da evolução. A evolução é um suporte do ateísmo. Os cientistas evolucionistas da atualidade provavelmente não admitiriam que seu objetivo é dar uma explicação alternativa para a origem da vida, e portanto estabelecer uma base para o ateísmo. Entretanto, de acordo com a Bíblia, isto é exatamente o porquê da existência da teoria da evolução.
A Bíblia nos diz: “Disse o néscio no seu coração: Não há Deus” (Salmos 14:1; 53:1). A Bíblia também proclama que as pessoas não têm desculpas para não crerem em um Deus Criador, “Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis” (Romanos 1:20). De acordo com a Bíblia, qualquer um que negar a existência de Deus é um tolo. Por que, então, há tantas pessoas, incluindo alguns cristãos, que “aceitam” que os cientistas evolucionistas sejam intérpretes imparciais das informações científicas? De acordo com a Bíblia, são todos tolos! O fato de serem tolos não implica falta de inteligência. A maioria dos cientistas evolucionistas é intelectualmente brilhante. O fato de serem tolos indica uma incapacidade de aplicar adequadamente o conhecimento. Provérbios 1:7 nos diz: “O temor do Senhor é o princípio do conhecimento; os loucos desprezam a sabedoria e a instrução.”
Os cientistas evolucionistas debocham da Criação e/ou do Design Inteligente como sendo não-científicos, e não valendo a pena de serem examinados cientificamente. Para que algo seja considerado como uma “ciência”, dizem eles, deve estar sujeito à observação e ser provado, deve ser “naturalista”. A criação, por definição, é algo “supernatural”. Deus e o supernatural não podem ser observados ou testados (e por aí continua a discussão), e por este motivo, a Criação e/ou o Design Inteligente não podem ser considerados como uma ciência. Como resultado, toda a informação é filtrada através da pré-concebida, pressuposta e pré-aceita teoria da evolução, sem explicações alternativas a serem consideradas.
Contudo, a origem do universo e a origem da vida não podem ser testadas ou observadas. Tanto a Criação quanto a evolução são sistemas baseados na fé, ao falar das origens. Nenhuma das duas pode ser testada, pois não se pode voltar atrás bilhões (ou milhares) de anos para se observar a origem do universo e da vida no universo. Os cientistas evolucionistas rejeitam a Criação com bases que logicamente os forçariam a também rejeitar a evolução como uma explicação “científica” para as origens. A evolução, pelo menos em relação às origens, não se encaixa na definição de “ciência”, assim como não o faz a criação. A evolução é supostamente a única explicação das origens que pode ser testada; por este motivo, é a única teoria das origens que pode ser considerada “científica”. Isto é tolice! Os cientistas que defendem a evolução estão rejeitando uma teoria plausível das origens sem ao menos examinar seus méritos com honestidade, somente por não se encaixar em sua ilogicamente estreita definição de “ciência”.
Se a Criação é verdadeira, então há um Criador perante O Qual somos responsáveis. A Evolução é um suporte ao ateísmo. A Evolução dá aos ateus uma base para que expliquem como a vida existe longe de um Deus Criador. A Evolução nega a necessidade de um Deus que esteja envolvido com o universo. A Evolução é a “teoria da criação” para a “religião” do ateísmo. De acordo com a Bíblia, a escolha é clara. Podemos crer na Palavra de nosso onipotente e onisciente Deus, ou podemos crer nas ilogicamente tendenciosas explicações “científicas” vinda de tolos.
A.Alves
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