sábado, 30 de novembro de 2013

Entrega o teu caminho ao Senhor

"Entrega o teu caminho ao Senhor...".
Salmos 37.5.
 
Quanto mais crescemos na graça e no conhecimento de Jesus Cristo, mais conhecemos a Glória do Pai, passamos a confiar e ter prazer em Deus; ter prazer no seu ensino, na sua consolação. Os nossos caminhos agora pertencem ao Senhor  "Eu sei, ó SENHOR, que não é do homem o seu caminho; nem do homem que caminha o dirigir os seus passos" Jeremias 10.23.Agora não é mais a nossa vontade que prevalece, mas a vontade de Deus.  Como é Deus que nos guia pelo seu Espírito, e nos faz conhecer a Sua vontade, e como também não sabemos o dia de amanha, temos que entregar esse caminho a Ele.   Entregar é deixar nas Suas mãos, é verdadeiramente abandonar o que estamos fazendo para que Deus faça. Entregar no sentido espiritual é ceder para Aquele que pode todas as coisas.Gl 2.20. Entregar é levar o morrer de Jesus no nosso corpo, ou como João Batista disse,  "é necessário que eu diminua para que Ele cresça",  para que a vida de Cristo se manifeste em nossa vida.
 
 
Graça e Paz, Alfredo

Confia no Senhor

Confia no Senhor..

Salmos 37.3.


Há muitos ensinos nas Escrituras, que para nos, por vezes, não passam de palavras.  No Salmo 37, há algumas dessas palavras: "Confia no Senhor e faze o bem........descansa no Senhor, e espera nele"           


Tudo o que Deus tem feito é se revelar a nós como o Deus Todo-Poderoso, desde o primeiro dia de nossa vida cristã, para que possamos conhece-lo, e então confiar, entregar e descansar.

 Confiar é deixar nas mãos de alguém que pode e da garantia de realizar. Confiar é ter o endosso de uma Pessoa que não pode mentir.

Para que haja confiança, é necessario que se conheça a pessoa. Quanto a Deus, ninguem jamais o viu. Como então podemos conhecer a Deus para confiar nEle?  Jesus é o que nos faz conhecê-lo.  É na face de Cristo que conhecemos a Gloria do Pai. II Co 4.6.

Muitas vezes procuramos socorro no mundo e nas pessoas. Por que isto?

Se verdadeiramente cremos nEle, nossas atitudes vão ser de fe, e entre elas, a confiança em Deus.  

Crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo é nossa necessidade primária para confiarmos em Deus. II Pe 3.18. Precisamos nos voltar para o Senhor. Conhecer e prosseguir em conhecer ao Senhor, e então havera confiança naturalmente.


Graça e Paz, Alfredo

Alegrai-vos sempre no Senhor


"Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez digo, alegrai-vos. Seja a vossa moderação conhecida de todos os homens. Perto está o Senhor". (Filipenses 4:4,5)

Estudiosos dizem que a carta de Filipenses era um hino cantado na igreja primitiva, um hino de alegria e regozijo. Neste texto o Ap. Paulo chega no centro de sua mensagem onde por duas vezes nos fala que devemos nos alegrar no Senhor.
A alegria é um dos aspectos do fruto do Espirito, sendo assim é uma qualidade espiritual, não somente em si mesma , mas o desenvolvimento espiritual, da alegria, da confiança e o senso de bem estar, não importando nossas circunstâncias externas.
Imagine Paulo na prisão escrevendo esta carta e cantando este hino.
O texto diz:  ..... sempre, uma perspectiva do futuro, não somente agora quando as coisas vão bem, mas sempre , mesmo em situações dificeis.
...no Senhor, quando vivo, não sou eu, mas a graça de Deus comigo, simplesmente me alegro diante do fato que estou sendo aperfeiçoado, e somente Nele podemos  viver em alegria.
Esta alegria em Deus nunca pode ser tirada.
...seja a vossa moderação, significa não ser extremado em qualquer coisa, essa qualidade eleva o individuo acima da necessidade de viver só vendo seus próprios direitos.
...perto esta o Senhor, pode significar a proximidade da volta de Jesus, que certamente nos causa alegria , mas tambem creio que a proximidade através do Espirito Santo, que nos transforma de glória em glória à imagem de Cristo.
Graça e Paz, Alfredo

Deus nao nos tem dado espirito de medo

"Porque Deus nao nos tem dado espirito de medo, mas de poder, de amor e de moderação". ( 2 Timóteo 1:7).


Muitas pessoas passam por momentos de intranquilidade devido a crises na vida, isto gera insegurança, e medo. Uma das doenças mais faladas hoje em dia é a chamada crise do pânico, quando uma pessoa tem um medo fora de seu controle.

O texto acima nos mostra que Deus não nos tem dado um espirito de medo, espirito aqui não significa nosso espirito ou o Espirito de Deus, mas uma disposição de ser, ou seja nossas atitutes não são ditadas por medo ou covardia de enfrentar situações.

Mas Deus tem nos dado em Cristo uma disposição de poder , de amor e moderação.


1- PODER- Deus ja nos revestiu em Cristo de toda energia e força,  para que em todas as aflições tenhamos vitória.


2- AMOR - Essa é a principal de todas as virtudes espirituais, e consiste na disposição de cuidar de outros tal como cuidamos de nós mesmos. O amor retira o mêdo ( 1 Jo 4:18).


3- MODERAÇÃO-  Para Aristóteles e outros filósofos a temperança (moderação),  era o meio entre dois estremos. Moderação aqui significa uma vida disciplinada , com auto controle, que tem prioridades. Isto é o oposto de medo, que causa descontrole e confusão. Olhando para a soberania de Deus, revestidos do poder e amor, somos levados a enfrentar todas as situações sabendo que ELE está no controle.  


Graça e Paz, Alfredo

quinta-feira, 13 de junho de 2013

("Out of Nothing, Nothing Comes")

Ex Nihilo Nihil Fit
("Out of Nothing, Nothing Comes")

          

Either there is a God who created the universe and sovereignly rules His creation, or everything was caused by blind chance. The two ideas are mutually exclusive. If God rules, there’s no room for chance. Make chance the cause of the universe, and you have effectively done away with God.
As a matter of fact, if chance as a determinative force or a cause exists even in the frailest form, God has been dethroned. The sovereignty of God and chance are inherently incompatible. If chance causes or determines anything, God is not truly God.
But again, chance is not a force. Chance cannot make anything happen. Chance is nothing. It simply does not exist. And therefore it has no power to do anything. It cannot be the cause of any effect. It is an imaginary hocus–pocus. It is contrary to every law of science, every principle of logic, and every intuition of sheer common sense. Even the most basic principles of thermodynamics, physics, and biology suggest that chance simply cannot be the determinative force that has brought about the order and interdependence we see in our universe—much less the diversity of life we find on our own planet. Ultimately, chance simply cannot account for the origin of life and intelligence.
One of the oldest principles of rational philosophy is ex nihilo nihil fit. Out of nothing, nothing comes. And chance is nothing. Naturalism is rational suicide.
When scientists attribute instrumental power to chance they have left the realm of reason, they have left the domain of science. They have turned to pulling rabbits out of hats. They have turned to fantasy. Insert the idea of chance, and all scientific investigation ultimately becomes chaotic and absurd. That is precisely why evolution does not deserve to be deemed true science; it is nothing more than an irrational religion—the religion of those who want to sin without guilt.
Someone once estimated that the number of random genetic factors involved in the evolution of a tapeworm from an amoeba would be comparable to placing a monkey in a room with a typewriter and allowing him to strike the keys at random until he accidentally produced a perfectly spelled and perfectly punctuated typescript of Hamlet’s soliloquy. And the odds of getting all the mutations necessary to evolve a starfish from a one–celled creature are comparable to asking a hundred blind people to make ten random moves each with five Rubik’s Cubes, and finding all five cubes perfectly solved at the end of the process. The odds against all earth’s life forms evolving from a single cell are, in a word, impossible.
Nonetheless, the absurdity of naturalism goes largely unchallenged today in universities and colleges. Turn on the Discovery Channel or pick up an issue of National Geographic and you are likely to be exposed to the assumption that chance exists as a force—as if mere chance spontaneously generated everything in the universe.
One Nobel laureate, Harvard professor George Wald, acknowledged the utter absurdity of this. Pondering the vast array of factors both real and hypothetical that would have to arise spontaneously all at once in order for in–animate matter to evolve into even the most primitive one–celled form of life, he wrote, "One has only to contemplate the magnitude of this task to concede that the spontaneous generation of a living organism is impossible." Then he added, "Yet here we are—as a result, I believe, of spontaneous generation." How did Wald believe this impossibility came about? He answered: "Time is in fact the hero of the plot. The time with which we have to deal is of the order of two billion years. What we regard as impossible on the basis of human experience is meaningless here. Given so much time, the ‘impossible’ becomes possible, the possible probable, and the probable virtually certain. One has only to wait: time itself performs the miracles." Given enough time, that which is impossible becomes "virtually certain." That is sheer double–talk. And it perfectly illustrates the blind faith that underlies naturalistic religion.

There is no viable explanation of the universe without God. So many immense and intricate wonders could not exist without a Designer. There’s only one possible explanation for it all, and that is the creative power of an all–wise God. He created and sustains the universe, and He gives meaning to it. And without Him, there is ultimately no meaning in anything. Without Him, we are left with only the notion that everything emerged from nothing without a cause and without any reason. Without Him, we are stuck with that absurd formula of the evolutionist: Nothing times nobody equals everything.

BUSCAR A SIMPLICIDADE

BUSCAR A SIMPLICIDADE -

"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio". (Salmos 90:12).

A vida é comparada um vapor que passa , ou a uma névoa. A Biblia nos diz que depois dos 60 ou 70 anos o que passar disto é canseira e enfado.
No livro de Eclesiastes somos confrontados com esta realidade.
O pregador em Eclesiastes, parece que buscou em diversas direções em busca da realização plena da vida, não encontrando resultado.
Buscou no fatalismo, achando que tudo na vida ja é predeterminado, e vai acontecer de uma maneira ou de outra.
Na teoria de que Deus não se preocupa com o mundo, tudo o que acontece é um circulo vicioso que se repete, a idéia que Deus deu corda no mundo, como um relógio .
Procurou tambem no humanismo que é relatado na busca:
a- da sabedoria humana ( Ec 2:14-16)
b- no esforço humano ( Ec 2:18-23).
c- na realização humana (Ec 2:26).
d- na vida ( Ec 3:18-22).
e- na competição humana ( Ec 4:4).
f- no egoísmo humano (Ec 4:7,8)
g- no poder ou capicidade humana ( Ec 4:16).
h- na ganância humana ( Ec 5:10).
i- na busca de bens ( Ec 6:1-12).
j- na religião humana ( Ec 8:10-14).
A verdade é que podemos aproveitar a vida, experimentarmos os prazeres que Deus nos deu, sem cometermos iniquidade. Podemos experimentar este prazer com fé e obediência.
"A lei do Senhor da sabedoria ao simples"(Salmos 19:7).
Se buscarmos na Lei do Senhor , nas escrituras sagradas direção para nossa vida certamente encontraremos. Ela é lampada para nossos pés e luz para nosso caminho.
Devemos buscar a simplicidade da vida, é na simplicidade que temos maior prazer, nas pequenas coisas que muitas vezes passam sem percebermos, um nascer do sol, a lua e estrelas, os rios que correm para o mar , tudo que parece canseira, vaidade na visão de alguem tão preso ao circulo vicioso da vida , pode ser visto de uma perspectiva totalmente diferente .
Somos seres espirituais, criados à imagem e semelhança de Deus, certamente o que é transitório , temporal não nos satisfará. Somos criados para fazermos a vontade de Deus, andar nos seus conselhos, em conformidade com sua vontade.
Ai sim encontraremos razão para nossa existência, satisfação para nossa alma, alegria em nossas vidas.