segunda-feira, 30 de junho de 2008

Os cinco solas da reforma

SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.
Tese 1: Sola Scriptura
Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.
Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.

SOLO CHRISTUS: A Erosão da Fé Centrada em Cristo À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.
Tese 2: Solus Christus
Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.

SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.
A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.
Tese 3: Sola Gratia
Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.
Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.

SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.
Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.
Tese 4: Sola Fide
Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.
Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.

SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.
Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.
Tese 5: Soli Deo Gloria
Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.
Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.
Fonte: Declaração de Cambridge

segunda-feira, 16 de junho de 2008

Jesus nos trouxe a fé e nos mantem nela.

Porque Cristo morreu? Para trazer-nos à fé, e mantermos nela.

"Então lhes disse: Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos". ( Marcos 14:24)

A Biblia fala de duas alianças, ou dois testamentos, o antigo e o novo. Este termo significa um acordo entre duas partes, com obrigações dos dois lados. Na Biblia estes testamentos ou alianças se iniciam em Deus. Ele determina as regras. Suas obrigações são determinadas por seus propósitos.
O antigo testamento se refere ao acordo que Deus fez com Israel na lei de Moisés. Sua fraqueza é que não promovia nenhuma transformação espiritual. Foi escrito com letras na pedra , não pelo Espirito nos corações.
O novo testamento é radicalmente diferente, esta fundamentado na morte de Cristo, "Ele é o mediador da nova aliança"( Hebreus 9:15). Então quais são os termos desta aliança , que Cristo assegura através de seu sangue? Em Jeremias 31:31-34 , vemos alguns :
a) firmarei uma nova aliança ( v. 31)
b) Eu farei esta aliança ( v. 33)
c) imprimirei minhas leis na mente e no coração ( v. 33)
d) perdoarei suas iniquidades .
e) e dos seus pecados jamais lembrarei.
O sofrimento e a morte de Cristo garantem a mudança interior de uma pessoa, e o perdão de seus pecados.
O milagre não é só a criação da fé nos nossos corações, mas tambem a nossa fidelidade para com Ele. "Farei com else aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem, e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim". Jeremias 32:40.
Portanto Ele nos manterá , Ele nos fara permanecer , esta segurança esta no sangue da nova aliança.

Graça e Paz, Alfredo Alves

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Quem foram os chamados " Puritanos" ?

por
John Winthrop
Primeiro foram os “Peregrinos”, nos anos 1620. Eles foram seguidos por milhares de Puritanos nos anos 1630 e estes deixaram suas fortes marcas em sua nova terra, tornando-se a mais dinâmica força nas colônias Americanas. Reportando-nos à Inglaterra, os Puritanos foram influentes pessoas na vida política do país, até que o Rei Charles não tolerou mais suas tentativas de reformar a Igreja da Inglaterra. Estava montada a perseguição. Veio então a idéia de que a única esperança seria deixar o país. Quem sabe na América eles poderiam estabelecer uma colônia cujo governo, sociedade e igreja fosse totalmente baseadas na Bíblia. A “Nova Inglaterra” poderia vir a ser a velha Inglaterra sem todos os defeitos de incredulidade e corrupção. “Puritanos” foi um termo ridiculamente usado durante o reinado da Rainha Elizabeth.
Eles eram os cristãos que desejavam uma Igreja da Inglaterra isenta de qualquer liturgia, cerimônia ou práticas que não estivessem absolutamente com base bíblica. A Bíblia era sua única autoridade, e eles defendiam que deveria ser usada em todos os níveis e áreas da vida.
UMA BRECHA ALTERNATIVA, UMA OMISSÃO PROVIDENCIAL
Quando o Rei Charles permitiu (ou concedeu) uma carta de privilégios à Massachusetts Bay Company, o documento falhou em não especificar que a sede e a direção da Companhia tinha de permanecer na Inglaterra. Os acionistas Puritanos tiraram proveito dessa omissão e combinaram em transferir a Empresa e toda a sua direção para a América. Fizeram todo o esforço então para estabelecer uma comunidade bíblica, uma república santa e cristã, como um verdadeiro exemplo para a Inglaterra e para o mundo.
“NOVA INGLATERRA” - UM NOVO JEITO DE SER
No país de origem, todo cidadão britânico fazia parte da Igreja Nacional da Inglaterra. Na nova Inglaterra apenas os verdadeiros convertidos eram membros da igreja. Somente aqueles indivíduos cujas vidas haviam sido transformadas pela crença no Evangelho de Cristo, tinham acesso ao Rol de Membros da Igreja. Somente estes tinham direito de voto na Colônia. Eles tentavam estabelecer normas para uma ordem social piedosa, uma sociedade que verdadeiramente glorificasse a Deus. Como a Lei Mosaica regulamentou a sociedade de Israel nos Dias do Velho Testamento, do mesmo modo a Igreja sob a autoridade das Escrituras poderia ser regulamentada na sociedade da Nova Inglaterra. Não havia lugar para concessões na América Puritana. Todos aqueles que não estivessem de acordo com os sublimes propósitos da colônia, estavam livres para se mudar para qualquer lugar. Em que pese serem os puritanos pessoas de uma convicção e fé muito fortes, eles não eram individualistas. Eles vieram para a América em grupos, não como povoadores individuais. Muitas vezes, congregações inteiras, lideradas pelos seus Ministros, deixaram a Inglaterra e se estabeleceram juntas na Nova Inglaterra. Organizadamente se estabeleceram nas vilas, construindo seus templos ou pequenas casas de reunião bem no centro da cidade. A Igreja era o centro de sua comunidade, provendo propósito e direção para suas vidas.
HONRA AO DIA DO SENHOR
Os Puritanos defendiam tenazmente que o Senhor e o Seu culto eram importantes o suficientemente para que fosse reservado um dia inteiro na semana para total dedicação ao Senhor. E os Puritanos dedicavam seriamente o domingo ao Senhor. Os sermões tinham importância vital para a vida intelectual dos Puritanos e eles raramente gastavam menos do que uma hora nas exposições. Os instantes de oração podiam ser igualmente longos. A princípio não havia cânticos de hinos nos cultos dos Puritanos. Apenas os Salmos ou textos parafraseados da Bíblia eram cantados. O primeiro livro impresso na América foi o “Livro Geral dos Salmos”, uma versão métrica dos Salmos de Davi, impresso em 1640. A família era a instituição básica mais importante da sociedade Puritana, e funcionava como uma igreja em miniatura. Estabelecida por Deus antes de qualquer outra instituição e antes da queda do homem, a família era considerada o fundamento de toda vida civil, social e eclesiástica. Todos os dias, pela manha e a noite, a família se reunia para cultuar, a aos domingos se alegravam em poder cultuar junto com outras famílias.
CUIDADOS PARALELOS DO INTELECTO E DA ALMA
A instrução e o treinamento das crianças eram levadas muito a sério e os pais oravam para que os filhos se tornassem vigorosos para a glória do Senhor. Logo nos seus primeiros cinco anos de estabelecimento, Massachusetts organizou escolas para crianças. Toda criança deveria aprender a ler, pois somente assim teria condições de ler a Bíblia. Como uma das Leis de Massachusetts mencionava - “Sendo um antigo projeto do velho Enganador Satanás impedir que os homens tomem conhecimento das verdades bíblicas, escolas têm de ser estabelecidas”. Em 1636 a colônia fundou o Harvard College, especialmente para preparar pastores. As principais regras do Harvard testificam o compromisso cristão que os alunos assumiam: “Todos os estudantes devem ser plenamente instruídos e seriamente pressionados a considerar bem o principal propósito de suas vidas e estudos, isto é, conhecer a Deus e a Jesus Cristo - que é a vida eterna (João 17:3), e, por conseguinte, ter consciência que somente tendo Cristo por fundamento terá um perfeito aprendizado e conhecimento”.
TUDO É DO SENHOR
Tendo por fundamento sua crença de que todas as áreas da vida deveriam ser moldadas pelos princípios cristãos, os Puritanos defendiam que toda a profissão honrosa deveria ser exercida para a glória de Deus. Tudo na vida pertence ao Senhor, não havendo distinção entre trabalho secular e sagrado. Deus chama cada pessoa para uma vocação específica, e os cristãos devem atuar como verdadeiros despenseiros dos talentos e dons com os quais o Senhor os contempla. Atender ao chamado do Senhor era uma forma de servi-lo, assim como aos homens. A preguiça era considerada um grande pecado; dedicação ao chamado, uma grande virtude.
FORMANDO A AMÉRICA
Os Puritanos que se estabeleceram na Nova Inglaterra deixaram um legado para a formação de uma nação única na História. Eles tiveram também uma significativa influência no desenvolvimento subseqüente da América. Uma grande parte dos demais pioneiros que vieram a seguir e ocupantes do longínquo oeste, eram descendentes daqueles primitivos Puritanos. Seus valores e princípios, embora muitas vezes secularizados e distanciados dos fundamentos religiosos, continuaram a moldar o pensamento Americano e suas práticas nos séculos a seguir.Christian History Institute's - Glimpses of people, events, life and faith from the Church Across the Ages.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

CRESCENDO EM FÉ

CRESCENDO EM FÉ

O que é fé ? É melhor começar a dizer o que não é fé.
Fé não é algo somente para heróis espirituais, ou para pessoas de renome . Não é uma coisa misteriosa que acontece com você , num passe de magica. Não é uma força emocional e mental , ou algo que é alcançado através da força de um pensamento positivo, o chamado positivismo. Fé não depende da abilidade de produzir sentimentos de certeza ou alegria. Fé não é algo que voce precisa mais antes de ter um relacionamento com Deus. Fé não é algo que impressiona Deus e assim impulsiona Ele à fazer algo por você.
Fé basicamente é a confiança de que Deus é quem Ele diz que é, e que Ele vai fazer o que prometeu na sua palavra a Biblia.
Hebreus 11:1, diz que "fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção das coisas que não se viram". Mesmo que você não consiga entender as verdades espirituais com seus sentidos fisicos, você sabe que é verdade pois Deus diz que é.
Deus pega sua confiança Nele, e faz com que ela cresça dia a dia. E conforme o tempo passa você vai entendendo como Deus trabalha na nossa vida, e esta confiança Nele é que nos solidifica.


Graça e Paz, Alfredo Alves