segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Inculpaveis, e em aperfeiçoamento

Jesus morreu para nos tornar inculpaveis, nos aperfeiçoar e nos santificar.
"Porque com uma unica oferta aperfeiçoou para sempre quantos estao sendo santificados". ( Hebreus 10:14).
Isto significa que somos imperfeitos, mas em processo de aperfeicoamento. Fomos aperfeiçoados, mas não totalmente. E só esta em processo quem ja foi aperfeiçoado.
Nosso encorajamento nisto é que a evidencia da nossa perfeiçao diante de Deus , nao esta na perfeiçao ja alcançada , mas no aperfeiçoamento da perfeiçao alcançada em Cristo. O importante e que estamos a caminho.
Sendo assim se lutamos contra o erro e o pecado não é simplesmente para nos tornarmos perfeitos , mas porque já somos.
Graça e Paz, Alfredo

sábado, 4 de agosto de 2012

O Âmago da Verdadeira Ética


Mt. 5:16, 1 Pet. 2:12, Gal. 5:22-23  

por John Mcarthur          

Na igreja evangélica contemporânea, é comum as pessoas reconhecerem, verbalmente, que a Bíblia, como Palavra de Deus, é a autoridade final no que diz respeito ao que crêem e à maneira como vivem. Contudo, na realidade, uma conexão nítida entre o que elas confessam em público e a sua conduta pessoal é rara.

Em vez de examinarem a Bíblia, muitos cristãos professos recorrem à psicologia e à sociologia a fim de acharem soluções para necessidades pessoais e males sociais. A ascensão do pensamento pós-moderno tem distorcido o entendimento da igreja acerca do certo e do errado, enquanto uma tolerância não bíblica (em nome do amor) tem enfraquecido as igrejas a ponto de se tornarem levianas quanto à verdade e ao pecado. Shows de televisão populares têm causado um efeito palpável (e não para melhor) na maneira como os cristãos americanos pensam nos assuntos corriqueiros. O cenário político tem desempenhado, igualmente, um papel importante em moldar o entendimento evangélico a respeito da moralidade; e palavras como “republicano”, “democrata” ou “liberal” e “conservador” têm definido a diferença entre o que é bom e o que é mau.

O fato é que muitos cristãos professos vivem cada dia fundamentados em princípios diferentes dos princípios bíblicos. Como resultado, as suas prioridades refletem as prioridades do mundo, e não as de Deus. Seus padrões de comportamento e seus planos quanto ao futuro diferem muito pouco dos seus amigos e vizinhos não salvos. Os seus gastos revelam que sua perspectiva é temporal e que estão buscando inutilmente o ilusório Sonho Americano. Seus erros, quando os admitem, recebem os mesmos nomes que o mundo lhes atribui (“enganos”, “enfermidades”, “vícios”, e não “pecados”), à medida que buscam respostas na psicologia, na medicina ou na seção de auto-ajuda nas livrarias. Embora sejam adeptos de uma forma exterior de moralismo cristão, não há nada particularmente bíblico ou cristocêntrico na maneira como vivem.

No entanto, é na vida de pecadores que foram transformados pelo evangelho da graça que a ética distintamente cristã tem de ser manifestada. O verdadeiro cristianismo não é definido com base em moralismo externo, tradicionalismo religioso ou partidos políticos, e sim com base no amor pessoal por Cristo e no desejo de segui-Lo, sem importar-se com o custo (cfr. Jo 14.15). É somente pelo fato de que os cristãos foram transformados no interior (por meio da regeneração operada pelo Espírito Santo) que eles são capazes de exibir piedade em seu comportamento. E o mundo não pode fazer nada além de observar. Como Jesus disse aos seus ouvintes, no Sermão do Monte: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5.16; cf. 1 Pe 2.12).

O âmago da ética cristã é o evangelho. Somente aqueles que foram transformados no interior (Tt 3.5-8) e são habitados pelo Espírito Santo (Rm 8.13-14) podem demonstrar verdadeira santidade (Gl 5.22-23; 1 Pe 1.16). O cristianismo bíblico não se preocupa primariamente com mudança no comportamento exterior (cf. Mt 5-7), e sim com uma mudança de coração que se manifesta posteriormente em uma vida mudada (1 Co 6.9-11).

A verdadeira ética cristã não é possível sem a obra de regeneração realizada pelo Espírito Santo. A menos que o homem interior seja primeiramente purificado, a moralidade externa e observâncias religiosas são apenas um disfarce superficial. Jesus repreendeu os hipócritas de seus dias com estas palavras: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque sois semelhantes aos sepulcros caiados, que, por fora, se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos de mortos e de toda imundícia” (Mt 23.27). Cristo não estava dizendo que o comportamento é insignificante. Mas, do ponto de vista de Deus, o que mais importa é o coração (cf. 1 Sm 16.7; Mc 12.30-31).

O coração que foi verdadeiramente transformado por Deus corresponderá em amor ao seu Filho, Jesus Cristo (cf. Jo 8.42). E aqueles que amam a Jesus Cristo desejarão intensamente segui-Lo e obedecer aos seus mandamento (cf. Jo 14.15), conforme registrados em sua Palavra. Uma ética verdadeiramente cristã afirma e aplica com ardor as instruções morais contidas na Bíblia. Mas não faz isso como uma tentativa de ganhar legalisticamente a salvação (Is 64.6). Antes, tendo recebido a salvação como o dom de Deus por meio da fé em Cristo (Ef 2.8-9), a ética cristã obedece motivada por um coração cheio de amor (Ef 2.10).

Se os cristãos têm de viver em harmonia com o que são (filhos de Deus), devem viver de acordo com a Palavra de Deus, pelo poder do Espírito Santo. Nenhum outra fonte de sabedoria ou percepção moral o capacitará a viver assim. Por definição, eles são o povo do Livro — não somente aos domingos, mas também durante cada dia da semana (cf. Is 66.2).

quarta-feira, 23 de maio de 2012

O melhor alimento

"Trabalhai, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do homem vos dará, porque Deus, o Pai, o confirmou como o seu selo"( João 6:27).
Nós não necessitamos somente do que é material para vivermos, me parece que é isto que Jesus queria dizer aqui, Maria escolheu a melhor parte. A busca das coisas materiais são necessárias para nossa sobrevivência mas não devem ter o primeiro lugar nas nossas vidas, é necessário que eu trabalhe, me esforce em alcançar meu alvos, uma vida sem alvos é uma vida sem perspectiva.
Parece que Marta estava inquieta, como o próprio Jesus disse, e preocupada. Esta preocupação creio eu se dá pelo fato da busca constante do que é transitório, da busca da realização material, no desejo de preencher nossas vidas com coisas que passam e no final de nossas vidas como Salomão chegou à conclusão, que tudo é VAIDADE DE VAIDADES ( Ecl 1:2).
Maria escolheu a melhor parte, que é a de se alimentar do que é eterno, não do que é transitório, do que não nos será tirado.
"Declarou Jesus, Eu sou o pão da vida, o que vem a mim, jamais terá fome, e o que crê em mim jamais terá sede. ( João 6:35)

Poucas coisas são necessárias a maior é a instrução do espirito.
O homem é um ser espiritual, quando Deus criou o homem como nos relata a Biblia, Ele formou o homem e soprou nele o espirito da vida e ai o homem passou a ser alma vivente.
É isto que Salomão relata quando diz que Deus colocou a eternidade dentro de nós. O desejo do eterno, do espiritual que todo ser humano tem.  Paulo por sua vez relata que temos uma lei inerente dentro de nós, um conceito de certo e errado, colocado dentro de nós por Deus.
Portanto somos primeiramente espirituais, sendo assim precisamos alimentar nosso espirito, instrui-lo sempre.
Se não alimentarmos nosso corpo fisico poderemos ter uma anemia, se não alimentarmos o espirito certamente teremos tambem uma anemia espiritual.
Maria escolheu a instrução do espirito, a melhor parte, pois se nosso espirito estiver bem instruido todo o nosso ser estará bem.
Mas como instruir nosso espirito? Colossenses 2:7b nos diz que devemos estar firmados na fé, na convicção de que Deus pode todas as coisas, "a fé vem pelo ouvir e o ouvir a palavra de Deus", e tambem devemos transbordar de gratidão, desenvolver um coração grato, por tudo que temos, não pelo que não temos.
Acredito que se desenvolvermos este entendimento de quem Deus é, e sermos gratos pelo que Ele tem feito por nós estaremos no caminho certo para a instrução de nosso espirito.

Graca e Paz, Alfredo

sábado, 17 de março de 2012

O amor de Deus

Efésios  3.14-19   Por esta causa, me ponho de joelhos diante do Pai,  de quem toma o nome toda família, tanto no céu como sobre a terra,  para que, segundo a riqueza da sua glória, vos conceda que sejais fortalecidos com poder, mediante o seu Espírito no homem interior;   e, assim, habite Cristo no vosso coração, pela fé, estando vós arraigados e alicerçados em amor,  a fim de poderdes compreender, com todos os santos, qual é a largura, e o comprimento, e a altura, e a profundidade e conhecer o amor de Cristo, que excede todo entendimento, para que sejais tomados de toda a plenitude de Deus.
Ser um cristao nao significa que estamos completos, isto so acontecera quando experimentarmos o amor de Deus por nos. Podemos ate saber teoricamente que Deus nos ama, mas se nao tivermos experiencia disto nao nos sentiremos completos. Quando entendemos o amor de Deus , nao so enviando Cristo , mas em todos os minimos detalhes de nossas vidas comecaremos a experimentar o amor Dele de uma maneira mais intima, entao sentiremos seguranca e descobriremos a grande alegria de andar em obediencia a Sua vontade. Atraves desta experiencia entenderemos que podemos confiar em Deus , e que Ele suprira todas as nossas necessidades no Seu tempo e da Sua maneira.
Voce sente o amor de Deus desta maneira ou e apenas algo teorico para voce?


Graca e Paz, Alfredo