domingo, 11 de outubro de 2009

Queda do Homem- Resumo da aula dada em 10/11/09

A queda do homem.

" E o Senhor Deus ordenou ao homem: coma livremente de qualquer arvore do jardim, mas não coma da arvore do conhecimento do bem e do mal, porque no dia em que dela comer, certamente morrerá" (Genesis 2:16,17)


Este versiculo tem sido motivo de varios comentarios, varias interpretações, muitas destas desqualificando a veracidade Biblica, mas nele resume-se alguns assuntos importantes como a liberdade do homem, sua vontade própria, um dualismo que esta inerente em quase tudo que fazemos, o bem e o mal, e tambem a morte espiritual do homem como consequência da queda.
Deus criou o homem com liberdade de escolha, muito embora neste versiculo ainda não conhece-se ainda o mal, pois o mal teria sido desenvolvido ou gerado no coração de Lucifer, pois Deus é bom e não há Nele trevas nenhuma. Se não há principio de maldade em Deus Ele não poderia ter criado o mal.
Alguns estudiosos chegam a conclusão que o mal é o bom corrompido, pois quando Lucifer quiz ser igual à Deus seu coração se corrompeu, e assim o mal foi gerado.
Para entendermos um pouco mais sobre esta questão, vamos analisar a vontade humana, que é o poder que leva o homem a decidir se vai ou não proceder, e que o leva a escolher qual a maneira que vai executar uma ação. Todo ato espera a decisão da vontade.
Os motivos não forçam a vontade, eles são considerações entre as quais a vontade escolhe qual será aceita e executada.
A força do motivo depende do caráter da pessoa. Isto é, a qualidade que faz este ou aquele motivo prevalecer não reside no motivo, porém na pessoa. É a pessoa que faz a decisão.
Liberdade de vontade é a capacidade que o homem tem de escolher a ação e o modo de efetivá-la, pode haver muita pressão de influências, mas a vontade tem que decidir a respeito do ato que se vai realizar.
Em sintese nosso carater ou personalidade inpulsiona nossa motivação que por sua vez nos faz tomar uma ou outra decisão, que chamamos de vontade.
1- Definição de pecado ( Tiago 1:15,16)
2- Principio fundamental do pecado - o egoismo é a raiz do pecado
3- A universalidade do pecado- ( João 3:3, 3:16, 3:18, 1 Jo 5:19).
4- A consequência da queda de Adão
a- com relação a sua posteridade ( Romanos 5:12)
b- com relação ao mundo (Genesis 3:14-16)

Graça e Paz. Alfredo Alves

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Criados à imagem de Deus-Resumo da aula dada em 04/10/09

"Então formou o Senhor Deus ao homem do pó da terra, e lhe soprou nas narinas o fôlego de vida, e o homem passou a ser alma vivente"( Gênesis 2:7).
Os valores do homem não estão nos componentes fisicos que formam seu corpo , mas na qualidade de vida que forma sua alma "O Espirito de Deus me fez, e o sopro do todo-poderoso me dá vida". ( Jó 33:4).
O homem foi formado por Deus, do pó da terra como a Biblia nos informa, e nos diz que do pó fomos formados e para o pó voltaremos, mas antes de sermos corpo somos espirito. Conforme o texto acima, Deus formou o homem e soprou nele o espirito da vida e depois disso ele passou a ser alma vivente, sendo assim somos primeiramente seres espirituais.
Em Gênesis 1: 27 a Biblia nos relata que Deus nos criou a sua imagem e semelhança. Em relação à imagem somos seres
espirituais como Deus tambem é, somos espiritos que tem um corpo e não corpos que possuem um espirito, sendo assim o corpo é o instrumento ou oficina do espirito .
É o meio pelo qual ele se manifesta e age no mundo material. O corpo é o orgão dos sentidos, é o laço que une o espirito ao universo material.
É bom notar , que o agente moral não é o corpo, mas o espirito que nele habita, as impressões vem de fora pelo corpo, porém elas só tem significado quando reconhecidas e atendidas pelo espirito.
A consciência própria, a direção, o poder de pensar, querer e amar pertencem exclusivamente ao espirito.
Em se tratando de espirito, podemos afirmar que ele é tambem criação de Deus. O espirito é imateial e invisivel. Ele habita no corpo e age por meio dele. O espirito tem três modos de proceder, dependentes de três poderes, que o caracterizam, que são intecto, afeição e vontade. Ao intelecto que o homem deve sua faculdade de julgar, recordar, imaginar e raciocinar, a afeição, a de sentir dor, prazer, ódio, etc.., e à vontade deve a faculdade de escolher, rejeitar isto e aceitar aquilo, e seguir o seu destino, pondo em prática as escolhas tomadas.
A constituição do homem, espiritualmente falando, é semelhante à de Deus, intectualmente, o homem se parece com Deus, porque se não houvesse conformidade, na estrutura mental, seria impossivel a comunicação de um com o outro.
O homem é uma pessoa como Deus é uma pessoa, e a semelhança entre um e outro acha-se no espirito.
Alem desta semelhança natural, de que o homem é uma pessoa como Deus tambem é, há uma semelhança moral. Essa semelhança moral consiste nas qualidades morais que fazem parte do caráter de Deus.
O homem foi criado bom. Todas as suas tendências eram boas. Todos os sentimentos do seu coração inclinavam-se para Deus, e nisto consistia a sua semelhança moral com o criador.
A Biblia ensina claramente que o homem foi criado natural e moralmente semelhante a Deus, e ensina tambem que o homem perdeu esta semelhança moral quando caiu pelo pecado.
A Biblia tambem ensina que nós somos justificados mediante a fé em Cristo, e isso não é por nós, para que ninguem se glorie, mas inteirramente através da graça de Deus.
Graça e Paz, Alfredo Alves

sábado, 3 de outubro de 2009

Livro dos começos-resumo da aula dada em 09/27/2009

"No principio criou Deus os céus e a terra"( Genesis 1:1).
A origem da criação é Deus, o texto nos diz no principio, ou seja, no inicio, quando não havia ainda matéria, pois o verbo criar aqui no original significa, sem matéria préexistente.
Deus criou pela sua palavra tudo o que vemos , e tambem o que não vemos , o mundo espiritual que foi criado antes deste. "Mediante a palavra do Senhor foram feitos os céus, e os corpos celestes, pelo sopro de sua boca". ( Salmo 33:6).
Antes de entrarmos nesta questão sobre a criação propriamente dita, vamos traçar algumas considerações acerca de Deus, alguns argumentos sobre a existência de Deus
1- Argumento do designio, fala que o universo é um relógio, nos levando a idéia de um artesão , por detras de algo criado sempre existe alguem que o fez.
2- Argumento da primeira causa, tudo tem uma causa, nada foi feito ou criado sem causa ou objetivo.
3- Argumento da contingência, tudo tem uma explicação.
4- Argumento ontológico, Deus é aquilo maior, que não pode ser explicado ou pensado.
5- Argumento cosmológico, os céus declaram as suas maravilhas, o cosmos declara sua existência pois toda causa tem um efeito.
6- Argumento teleológico, tudo tem um propósito.
7- Argumento antropológico, a existência do homem declara a exitência de Deus.
Durante milênios, não havia restrições acerca da criação do mundo, mas a partir de 1859, coma publicação do livro "Orige das Espécies", de Charles Darwin, esse principio foi desconsiderado.
Darwin não pode ser classificado como filósofo, mas suas teorias tiveram um efeito profundo no pensamento ocidental. Mas quem foi Darwin?.
Darwin foi claramente um homem muito problemático e sofreu de graves problemas emocionais por grande parte de sua vida adulta, especialmente quando esteve no auge da vida. A causa exata de seus muitos problemas mentais e físicos tem sido muito debatida e pode nunca ser conhecida com certeza. Visto que Darwin escreveu extensivamente sobre seus problemas mentais e físicos, nós temos muitos materiais sobre os quais baseamos uma conclusão razoável sobre esta área de sua vida. O diagnóstico da causa de seus problemas mental e físico inclui uma variedade de condições debilitadoras, mas ágorafobia com a adição de psiconeurose é provavelmente mais correta.
Infelizmente, muitos escritores têm se esquivado deste tópico, em parte porque Darwin é agora idolatrado por muitos cientistas e outros. Muitas vezes registrado como um dos maiores cientistas do século dezenove, senão o maior cientista que já viveu, Darwin é um dos poucos cientistas conhecido pela maioria dos americanos. Para entender Darwin como uma pessoa e suas motivações, alguém deve considerar sua condição mental e como isso afetou seu trabalho e suas conclusões.
Deus alem de ter criado o universo, Ele tem uma relação com este universo, com isso podemos examinar os seguntes pontos:
1- Deus é a origem do universo, o universo não tem existência própria, por conseguinte tera fim.
2- Deus é um Espirito livre maior que o universo, Deus habita no universo , mas é maior que este, neste estendimento podemos ver a imanência e a transcendência de Deus, o conceito que "tudo é Deus", não é verdade , nem tampouco que "Deus é tudo". A verdade é que Dele, por Ele e para Ele são todas as coisas.
3- Deus governa o universo por um método uniforme, queremos dizer que Deus governa o universo atraves de leis estabelecidas , pelas quais Ele dirige todas as coisas
4- Deus tem um propósito espiritual para o universo, a ordem , a uniformidade que notamos no universo inteiro testifica este grande propósito . O propósito de Deus em criar, sustentar e dirigir o universo é criar espíritos livres, capazes de bondade, e trazê-los em intima comunhão consigo mesmo. Tudo tem por fim a glória de Deus e a salvação o homem.
5- Deus, como criador, tem o direito de governar o universo, tudo depende Dele, a criação depende do criador Por isso Deus tem o direito, de governar , toda a criação , o reino mineral, vegetal , animal e moral.
6- Deus é soberano sobre os seres livres, através de um governo moral, por possuir o homem o poder de escolher entre o bem e o mal e ter ele uma conciência que lhe sirva de guia prova que esta debaixo de um governo moral.
7- Deus providencia sobre o universo, esta providencia abrange a sua direção na ordem da natureza, ou na natureza, e o seu governo sobre os seres livres e morais, nada acontece sem a providencia de Deus.
Graça e Paz, Alfredo Alves

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pastores modernos

Alguns líderes modernos de igrejas imaginam-se a si mesmos como homens de negócios, personalidades da mídia, promovedores de entretenimento, psicólogos, filósofos ou advogados. Essas idéias e conceitos se contrastam, nitidamente, em todos os seus detalhes, com o tom da simbologia que as Escrituras utilizam para descrever os líderes espirituais.
Por exemplo, em 2 Timóteo 2, o apóstolo Paulo empregou 7 metáforas para descrever os rigores do ministério de liderança. Ele apresenta o pastor como um mestre (v. 2), um soldado (v. 3), um atleta (v. 5), um agricultor (v. 6), um obreiro trabalhador (v. 15), um vaso (vv. 20-21) e um escravo (v. 24). Todas essas figuras evocam idéias de sacrifício, labor, serviço e arduidade. Elas nos falam, de modo eloqüente, sobre as responsabilidades complexas e diversas envolvidas no ministério de liderar. Nenhuma delas transforma o ministério de liderança em algo esplendoroso.
Esta é a razão por que não devemos supor que o exercer liderança seja algo espetacular. Liderar a igreja (estou falando sobre todos os aspectos da liderança espiritual, não somente da função do pastor) — não é um manto de status a ser conferido à aristocracia da igreja. Não é obtido pela idade avançada, comprado com dinheiro ou herdado por laços de parentesco. O ministério de liderar não recai necessariamente sobre aqueles que são bem-sucedidos em seus negócios ou em suas finanças. Liderar a igreja não é distribuído com base na inteligência ou no talento. As exigências para a liderança são pureza de caráter, maturidade espiritual e, acima de tudo, disposição de servir com humildade.
A metáfora favorita de nosso Senhor, referindo-se à liderança espiritual, era a de um pastor — alguém que cuida do rebanho de Deus. Esta foi uma figura que Jesus utilizou para descrever a Si mesmo. Todo líder de igreja é um pastor. A palavra pastor significa alguém que cuida de ovelhas. Esta é uma figura muito apropriada. Um pastor guia, alimenta, fortalece, consola, corrige e protege. Essas são responsabilidades de todo líder de igreja.
Os pastores não possuem status. Em todas as culturas, eles ocupam os níveis mais baixos da pirâmide social. Isto corresponde perfeitamente às palavras de nosso Senhor, ao dizer: “O maior entre vós seja como o menor; e aquele que dirige seja como o que serve” (Lc 22.26).
No plano que Deus estabeleceu para a Igreja, a liderança é uma posição de humildade, amor e serviço. Liderar a igreja é um ministério, não um empreendimento administrativo. Aqueles que Deus indica como líderes não são chamados para serem monarcas, e sim súditos humildes; não celebridades espertíssimas, e sim servos que trabalham com empenho. Aqueles que lideram o povo de Deus têm de ser, antes de tudo, exemplos de sacrifício, devoção, submissão e humildade.O próprio Senhor Jesus serviu como modelo para nós, quando se inclinou para lavar os pés dos discípulos — uma tarefa que habitualmente era realizada pelos servos mais inferiores (Jo 13). Se o Senhor do universo agiu assim, nenhum líder de igreja tem o direito de pensar que é um mandachuva.
Pastorear animais é um trabalho que não exige muita habilidade. Não existem universidades que oferecem graus de doutorado em pastorear animais. Não é um trabalho difícil. Até um cachorro pode ser treinado para guardar um rebanho de ovelhas. Nos tempos bíblicos, rapazes (Davi, por exemplo) pastoreavam as ovelhas, enquanto os homens mais velhos realizavam serviços que demandavam mais habilidade e maturidade.
Pastorear um rebanho espiritual não é tão simples. O pastorado espiritual requer mais do que uma pessoa de pouca instrução e sem objetivos. Os padrões são elevados, e as exigências, difíceis de satisfazer. Nem todos podem preencher as qualificações, e de todos os que as satisfazem poucos parecem ser bem-sucedidos neste ministério. O pastorado espiritual exige um homem de integridade, piedade, dons e capacidades múltiplas. No entanto, ele precisa manter a perspectiva e o comportamento de um jovem pastor de animais.
A tremenda responsabilidade de liderar o rebanho de Deus está acompanhada do potencial de grande bênção ou de grande juízo. Os bons líderes são duplamente abençoados (1 Tm 5.17), e os péssimos líderes são duplamente repreendidos (v. 20), pois “àquele a quem muito foi dado, muito lhe será exigido” (Lc 12.48). Tiago 3.1 nos diz: “Não vos torneis, muitos de vós, mestres, sabendo que havemos de receber maior juízo”.
As pessoas freqüentemente me perguntam o que eu acho ser o segredo do crescimento fenomenal da Igreja Comunidade da Graça, nas últimas duas décadas. Antes de qualquer outra resposta, eu lhes digo que é a soberania de Deus que determina a membresia de uma igreja e que os números não constituem um critério para avaliar o sucesso espiritual. Entretanto, em meio ao tremendo crescimento numérico, a espiritualidade vital de nossa igreja tem sido notável. Estou convencido de que Deus nos tem abençoado principalmente porque nosso povo tem mostrado forte compromisso com a liderança bíblica. Ao afirmar e procurar seguir o exemplo piedoso dos seus líderes, a nossa igreja tem aberto as portas às extraordinárias bênçãos das mãos de Deus.
Os líderes da Igreja Comunidade da Graça têm se esforçado para vencer a preocupação que algumas igrejas parecem ter em relação à auto-estima e ao egoísmo característicos da sociedade contemporânea. Os líderes de nossa igreja tanto seguem o modelo como proclamam a chamada de Jesus ao discipulado — “Quem não toma a sua cruz e vem após mim não é digno de mim.Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por minha causa achá-la-á” (Mt 10.38,39).
Há alguns anos, quando construíamos o auditório que agora utilizamos como ginásio, alguns fizeram a compra de sete cadeiras em formato de trono, com uma coroa esculpida em sua parte mais alta. Tais cadeiras serviriam ao propósito de que o corpo de pastores se assentassem, quando subissem à plataforma. Nunca usamos aquelas cadeiras. Nossos pastores preferem assentar-se nos bancos, com a igreja. Isto é simbólico, mas reflete a atitude que desejamos transmitir como pessoas chamadas por Cristo para liderar sua igreja.
Filipenses 2.3-4 nos dá as prescrições para uma igreja saudável: “Nada façais por partidarismo ou vanglória, mas por humildade, considerando cada um os outros superiores a si mesmo. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros”. Como devemos ministrar? Procurando honrar as outras pessoas e satisfazer as necessidades delas. Se as pessoas de uma igreja estão brigando por posições e autoridade, ali haverá o mesmo tipo de caos que houve entre os discípulos, quando perguntavam a Jesus qual deles era o maior (Mt 20.20-21, Mc 9.33-35, Lc 22.24).
Temos de liderar com humildade nosso povo. Os pastores determinam a direção do rebanho. Nenhuma igreja será bem-sucedida, se os seus líderes falharem em sua tarefa. E nenhum rebanho sobreviverá e prosperará, se os seus pastores tentarem barganhar seu ministério por tronos.

John Mcarthur

Cristianismo de Entreterimento

A igreja pode enfrentar a apatia e o materialismo satisfazendo o apetite das pessoas por entretenimento? Evidentemente, muitas pessoas das igrejas pensam assim, enquanto uma igreja após outra salta para o vagão dos cultos de entretenimento.Uma tendência inquietante está levando muitas igrejas ortodoxas a se afastarem das prioridades bíblicas.
O que eles querem
Os templos das igrejas estão sendo construídos no estilo de teatros. Ao invés de no púlpito, a ênfase se concentra no palco. Alguns templos possuem grandes plataformas, que giram ou sobem e descem, com luzes coloridas e poderosas mesas de som.Os pastores espirituais estão dando lugar aos especialistas em comunicação, aos consultores de programação, aos diretores de palco, aos peritos em efeitos especiais e aos coreógrafos.
O objetivo é dar ao auditório aquilo que eles desejam. Moldar o culto da igreja aos desejos dos freqüentadores atrai muitas pessoas.Como resultado disso, os pastores se tornam mais parecidos com políticos do que com verdadeiros pastores, mais preocupados em atrair as pessoas do que em guiar e edificar o rebanho que Deus lhes confiou.
A congregação recebe um entretenimento profissional, em que a dramatização, os ritmos populares e, talvez, um sermão de sugestões sutis e de aceitação imediata constituem o culto de adoração. Mas a ênfase concentra-se no entretenimento e não na adoração.
A idéia fundamental
O que fundamenta esta tendência é a idéia de que a igreja tem de “vender” o evangelho aos incrédulos — a igreja compete por consumidores, no mesmo nível dos grandes produtos.Mais e mais igrejas estão dependendo de técnicas de vendas para se oferecerem ao mundo.
Essa filosofia resulta de péssima teologia. Presume que, se você colocar o evangelho na embalagem cor-reta, as pessoas serão salvas. Essa maneira de lidar com o evangelho se fundamenta na teologia arminiana. Vê a conversão como nada mais do que um ato da vontade humana. Seu objetivo é uma decisão instantânea, ao invés de uma mudança radical do coração.Além disso, toda esta corrupção do evangelho, nos moldes da Avenida Madison, presume que os cultos da igreja têm o objetivo primário de recrutar os incrédulos. Algumas igrejas abandonaram a adoração no sentido bíblico.
Outras relegaram a pregação convencional aos cultos de grupos pequenos em uma noite da semana. Mas isso se afasta do principal ensino de Hebreus 10.24-25: “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras. Não deixemos de congregar-nos”.
O verdadeiro padrão Atos 2.42 nos mostra o padrão que a igreja primitiva seguia, quando os crentes se reuniam: “E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações”.Devemos observar que as prioridades da igreja eram adorar a Deus e edificar os irmãos. A igreja se reunia para adoração e edificação — e se espalhava para evangelizar o mundo.
Nosso Senhor comissionou seus discípulos a evangelizar, utilizando as seguintes palavras: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19). Ele deixou claro que sua igreja não tem de ficar esperando (ou convidando) o mundo para vir às suas reuniões, e sim que ela tem de ir ao mundo.
Essa é uma responsabilidade de todo crente. Receio que uma abordagem cuja ênfase se concentra em uma apresentação agradável do evangelho, no templo da igreja, absolve muitos crentes de sua obrigação pessoal de ser luz no mundo (Mateus 5.16).
Estilo de vida
A sociedade está repleta de pessoas que querem o que querem quando o querem. Elas vivem em seu próprio estilo de vida, recreação e entretenimento. Quando as igrejas apelam a esses desejos egoístas, elas simplesmente põem lenha nesse fogo e ocultam a verdadeira piedade.
Algumas dessas igrejas estão crescendo em expoentes elevados, enquanto outras que não utilizam o entretenimento estão lutando. Muitos líderes de igrejas desejam crescimento numérico em suas igrejas, por isso, estão abraçando a filosofia de “entretenimento em primeiro lugar”.
Considere o que esta filosofia causa à própria mensagem do evangelho. Alguns afirmam que, se os princípios bíblicos são apresentados, não devemos nos preocupar com os meios pelos quais eles são apresentados. Isto é ilógico.
Por que não realizarmos um verdadeiro show de entretenimento? Um atirador de facas tatuado fazendo malabarismo com serras de aço se apresentaria, enquanto alguém gritaria versículos bíblicos. Isso atrairia uma multidão, você não acha?É um cenário bizarro, mas é um cenário que ilustra como os meios podem baratear e corromper a mensagem.
Tornando vulgar
Infelizmente, este cenário não é muito diferente do que algumas igrejas estão fazendo. Roqueiros punk, ventríloquos, palhaços e artistas famosos têm ocupado o lugar do pregador — e estão degradando o evangelho.
Creio que podemos ser inovadores e criativos na maneira como apresentamos o evangelho, mas temos de ser cuidadosos em harmonizar nossos métodos com a profunda verdade espiritual que procuramos transmitir. É muito fácil vulgarizarmos a mensagem sagrada.Não se apresse em abraçar as tendências das super-igrejas de alta tecnologia. E não zombe da adoração e da pregação convencionais. Não precisamos de abordagens astuciosas para que tenhamos pessoas salvas (1 Coríntios 1.21).Precisamos tão-somente retornar à pregação da verdade e plantar a semente. Se formos fiéis nisso, o solo que Deus preparou frutificará.

John Mcarthur

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Estevão, o primeiro martir cristão ( Atos 6-7)

A Igreja de Cristo foi edificada por muitas pessoas que deram sua vida pelo evangelho.
Na galeria da fé em Hebreus 11:32-40, vemos que muitos deram sua vida para que o evangelho pudesse seguir adiante.
Ainda hoje homens e mulheres dão sua vida para que a mensagem do evangelho possa ser pregada em todo o mundo, http://www.persecution.com/, é sobre este fundamento que a igreja cristã esta, a história diz que quase todos os Apóstolos foram martirizados de alguma forma.
Sendo assim notamos que o "evangelho convence ou enfurece", o evangelho convence sim pois é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, mas o evangelho enfurece aqueles que não querem mudar , aqueles que não entendem que precisamos da graça transformadora de Cristo , e se enfurecem pois a mensagem do evangelho contradiz seu comportamento, vai radicalmente contra suas normas de comportamento, por isso a peseguição acontece pelos de fora dos circulos cristãos, e tambem pelos de dentro do circulo religioso.
1- O caráter e o serviço de Estevão ( Atos 6:3-10)
Estevão tinha um carater firme, que não muda , uma reputação reconhecida pelas pessoas que o conheciam, uma ética que não sofria alteração se acordo com a ocasião, com o momento, uma qualidade que deve ser buscada por um lider cristão, não importa as consequências, até mesmo a morte, mas não muda seus principios, sua ética, seus valores.
Ele tambem era cheio de graça e poder ( At 6:8), significa que le tinha um caráter bonsoso, semelhante ao de Cristo, e poder, para testemunha para ser um discipulo de verdade.
2- A acusação contra Estevão ( Atos 6:11-15).
Notem que esta acusação parte do Sinédrio , que era a liderança religiosa Judaica, qdo me referi que a perseguição pode começar de dentro do circulo relioso, é aqui que me refiro, os lideres religiosos é que o acusava, usando as proprias normas religiosas e testemunhas falsas para terem sucesso nesta acusação. É por isso que a religião verdadeira segundo Tiago é aquela que vê a causa dos necessitados, não aquela que é formada por uma série de códigos e normas, que tem um fim em si própria.
As acusações eram blasfemar contra Moisés e contra Deus, rejeitar o templo e a Lei. Eles não entendiam que Jesus Cristo era superior à Moisés, e que o fim da Lei é Cristo (Galatas 3:13).
3- A defesa de Estevão. ( At 7:1-53).
a- contra o lugar santo ( templo), ( vs 2-50), o próprio Jesus disse que iria substituir o templo ( João 2:17-21).
Nem o tabernáculo , nem o templo deveriam ser considerados casa do Senhor, no sentido literal, pois Deus não esta restrito a um local, Ele pode estar aonde Ele quizer no momento que quizer , Deus não esta limitado a tempo, espaço, matéria, normas e códigos.
"não habita o altissimo em casas feitas por mão humanas".
4- A Morte de Estevão ( At 7:54-60)
O discurso de Estevão despertou hostilidade por parte de seus ouvintes, pois ia de encontro aos principios ensinados pelo Sinédrio, através de uma interpretação puramente humana e distorcida , este discurso afrontava estes lideres pois tirava deles a capacidade de manipulação usando normas aparentemente espirituais , mas que na verdade eram humanas.
a- Sem medo de testemunhar ( vs 51-53).
Em nenhum momento Ele se defendeu, ou teve medo de testemunhar . Não temia as consequências, pois seus principios eram de alguem que vai até ao fim pelos seus ideais.
b- Sua oração pelos perseguidores. ( At 7:59-60)
A semelhança de Cristo, Estevão ora em favor de seus agressores. "Senhor, não lhes imputes este pecado", Estevão era mesmo cheio de "graça e poder".
"A morte de Estevão estava cheia de Cristo". John Stott

sábado, 23 de maio de 2009

" O temor do Senhor é o principio da sabedoria -Resumo de aula dada em maio,17,2009

" O temor do Senhor é o principio da sabedoria, e o conhecimento do santo é prudência" (Provérbios 9:10).
O sucesso e a sabedoria estão intimamente ligados com uma fé vibrante no Deus vivo.
O temor do Senhor gera sabedoria do alto, sabedoria espiritual , não terrena, na carta de Tiago 3:13-18, podemos notar o confronto destas sabedorias a do alto e a da terra. A da terra é animal ou demoniaca como o autor relata, esta ligada à nossa tendência pecaminosa, a tendência natural de buscar as coisas da carne como inveja, sentimento faccioso,confusão e toda espécie de coisas ruins.
A outra , a sabedoria do alto, é pura, pacifica, indulgente, tratável, plena de misericórdia e de bons frutos, imparcial, sem fingimento.
Mas como desenvolvermos este tipo de sabedoria? uma sabedoria que nos despreende das tendências da carne, sabedoria que nos faz escolher o que é certo em detrimento do que é errado, a ter prudência em nosso caminhar. Creio que esta sabedoria esta totalmente ligada com o temor do Senhor, notem que o temor do Senhor é o principio da sabedoria, portanto esta sabedoria é progressiva.
Começa com:
1- Ensino sobre Deus , é quando ouvimos sobre Deus, sobre quem Ele é, e o que pode fazer em nossas vidas
2- Continua na aprendizagem , ou na pratica do que somos ensinados, se não praticarmos o que somos ensinados, certamente não passaremos deste estágio.
3- O aprendizado, ou pratica do que aprendemos sobre Deus gera o temor , que pode ser entendido como a abediência.
4- Quanto mais abedecemos à Deus ou desenvolvemos este temor que é o mesmo que respeito nos aprofundamos no conhecimento de Deus, ou em um profundo relacionamento com Ele. ( Sl 42:1,2).
5- Quando chegamos aqui o nosso unico desejo é fazer à vontade de Deus, porque entendemos quem Deus é , e o nosso desejo é imita-lo, é como Paulo dizia "ja não sou eu mais que vivo, mas Cristo vive em mim".
Graça e Paz, Alfredo Alves

sábado, 16 de maio de 2009

BUSCAR A SIMPLICIDADE - Resumo de aulas dadas em 3 e 10 de Maio, 2009


"Ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos coração sábio". (Salmos 90:12).

A vida é comparada um vapor que passa , ou a uma névoa. A Biblia nos diz que depois dos 60 ou 70 anos o que passar disto é canseira e enfado.
No livro de Eclesiastes somos confrontados com esta realidade.
O pregador em Eclesiastes, parece que buscou em diversas direções em busca da realização plena da vida, não encontrando resultado.
Buscou no fatalismo, achando que tudo na vida ja é predeterminado, e vai acontecer de uma maneira ou de outra.
Na teoria de que Deus não se preocupa com o mundo, tudo o que acontece é um circulo vicioso que se repete, a idéia que Deus deu corda no mundo, como um relógio .
Procurou tambem no humanismo que é relatado na busca:
a- da sabedoria humana ( Ec 2:14-16)
b- no esforço humano ( Ec 2:18-23).
c- na realização humana (Ec 2:26).
d- na vida ( Ec 3:18-22).
e- na competição humana ( Ec 4:4).
f- no egoísmo humano (Ec 4:7,8)
g- no poder ou capicidade humana ( Ec 4:16).
h- na ganância humana ( Ec 5:10).
i- na busca de bens ( Ec 6:1-12).
j- na religião humana ( Ec 8:10-14).
A verdade é que podemos aproveitar a vida, experimentarmos os prazeres que Deus nos deu, sem cometermos iniquidade. Podemos experimentar este prazer com fé e obediência.
"A lei do Senhor da sabedoria ao simples"(Salmos 19:7).
Se buscarmos na Lei do Senhor , nas escrituras sagradas direção para nossa vida certamente encontraremos. Ela é lampada para nossos pés e luz para nosso caminho.
Devemos buscar a simplicidade da vida, é na simplicidade que temos maior prazer, nas pequenas coisas que muitas vezes passam sem percebermos, um nascer do sol, a lua e estrelas, os rios que correm para o mar , tudo que parece canseira, vaidade na visão de alguem tão preso ao circulo vicioso da vida , pode ser visto de uma perspectiva totalmente diferente .
Somos seres espirituais, criados à imagem e semelhança de Deus, certamente o que é transitório , temporal não nos satisfará. Somos criados para fazermos a vontade de Deus, andar nos seus conselhos, em conformidade com sua vontade.
Ai sim encontraremos razão para nossa existência, satisfação para nossa alma, alegria em nossas vidas.
Graça e Paz, Alfredo Alves

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A VIDA SEM DEUS NAO TEM SENTIDO-AULAS DADAS EM 19 E 26 DE ABRIL

(Eclesiastes 2:1-11)
O Tema principal em Eclesiastes é o raciocinio do homem. Por 20 vezes o escritor fala a palavra vaidade, que significa o que é vazio, sem valor.
As expressoões chaves do livro são atentei, disse comigo, debaixo do sol.
É um livro triste, pois fala de opressão, tristeza, luto, maldade e aflição.
O escritor tenta mostrar a busca da satisfação sem Deus :
1- Na ciência ( 1:4-11) 5- Na bebida ( 2:3)
2- Na filosofia ( 1:12-18) 6- Na costrução ( 2:4)
3- No prazer ( 2:1-11) 7- Nas posses ( 2:5-7)
4- Na alegria ( 2:1) 8- Na riqueza e musica ( 2:8)
Ele tambem buscou a satisfação própria:
1- No materialismo ( 2:12-26)
2- No fatalismo ( 3:1-15) , teoria falsa que diz que tudo esta predeterminado o que vai ser será, o que contradiz os inúmeros convites de Deus ao homem para o arrependimento e a abediência.
3- No deismo ( 3:1-4:16), teoria que diz que Deus não se preocupa com o mundo, mas Deus intervem no mundo ( Daniel 4:23-27, João 3:16, 2 Pedro 3:9).
4- Na religião natural ( 5:1-8)
5- Na riqueza ( 5:9-6:12)
6- Na moralidade (7:1-12:12).
O livro de Eclesiastes fala da falta de sentido na vida sem Deus, mas tambem revela a grandiosidade da bondade de Deus.
A vida sem Deus é um circulo vicioso, vazio , sem sentido, e frustante muitas vezes.
Neste livro podemos notar que os eventos de nossa vida não estão totalmente predeterminados ( fatalismo). Estes eventos não estão fora de controle , mas tambem não estão sobre o controle humano ( 3:1-8).
A verdade é que nós nunca nos satisfaremos com o temporal, com coisas materiais, pois Deus colocou a eternidade em nossos corações ( 3:11-13).
Graça e Paz, Alfredo Alves

domingo, 22 de março de 2009

What will be left after the evangelical collapse?

a. An evangelicalism far from its historical and doctrinal core. Expect evangelicalism as a whole to look more and more like the pragmatic, therapeutic, church growth oriented megachurches that have defined success. The determination to follow in the methodological steps of numerically successful churches will be greater than ever. The result will be, in the main, a departure from doctrine to more and more emphasis on relevance, motivation and personal success….with the result being churches further compromised and weakened in their ability to pass on the faith.
For some time, we’ve been at a point that the decision to visit a particular evangelical church contained a fairly high risk of not hearing the Biblical Gospel. That experience will be multiplied and expanded in the years to come. Core beliefs will become less and less normative and necessary in evangelicalism.
b. An evangelicalized Catholicism and Orthodoxy. Two of the beneficiaries of the coming evangelical collapse will be the Roman Catholic and Orthodox communions. Evangelicals have been steadily entering these churches in recent decades and that trend will continue, with more media and publishing efforts aimed at the “conversion” of evangelicals to the Catholic and Orthodox ways of being Christian.
A result of this trend will be the increasing “evangelicalization” of these churches. This should yield interesting results, particularly in the Orthodox church with its ethnic heritage and with the tensions and diversities in Catholicism that most converts never see during the conversion process. I expect the reviews of the influence of evangelicalism in these communions to be decidedly mixed.
c. A small portion of evangelicalism will continue down the path of theological re-construction and recovery. Whether they be post-evangelicals working for a reinvigoration of evangelicalism along the lines of historic “Mere Christianity,” or theologically assertive young reformed pastors looking toward a second reformation, a small, but active and vocal portion of evangelicalism will work hard to rescue the evangelical movement from its demise by way of theological renewal.
This is an attractive, innovative and tireless community with outstanding media, publishing and leadership development. Nonetheless, I believe the coming evangelical collapse will not result in a second reformation, though it may result in benefits for many churches and the beginnings of new churches. But I do believe many evangelical churches and schools will benefit from this segment of evangelicalism, and I believe it will contribute far beyond its size to the cause of world missions.
d. I believe the emerging church will largely vanish from the evangelical landscape, becoming part of the small segment of progressive mainline Protestants that remain true to the liberal vision. I expect to continue hearing emerging leaders, seeing emerging conferences and receiving emerging books. I don’t believe this movement, however, is going to have much influence at all within future evangelicalism. What we’ve seen this year with Tony Jones seems to me to be indicative of the direction of the emerging church.
e. Aggressively evangelistic fundamentalist churches will begin to disappear; they will exist only as a dying form of church. The Southern Baptist Convention will experience dramatic losses in the numbers of churches in the next 25 years. By 2050, the SBC will have half the number of churches it has today. (Who know how many members it will report.) The SBC will become “exhibit A” for the problems of evangelicalism, with fragmentation appearing everywhere and a loss of coherence on many fronts.
The fundamentalist ghetto has been breaking down in my own lifetime, and I expect this will continue. The “Jerry Falwell-Jerry Vines” type of fundamentalist Baptist will become a museum piece by the middle of the century.
f. Charismatic-Pentecostal Christianity will become the majority report in evangelicalism. Within that community, the battle for the future of evangelicalism will be fought by those who must decide whether their tradition will sink into the quicksand of heresy, relativism and confusion, or whether Charismatic-Pentecostalism can experience a reformation and renewal around Biblical authority, responsible leadership and a re-emergence of orthodoxy..
I see signs of life on all those fronts, but the key issue of leadership and the preparation of leaders leaves me with little hope that Charismatic-Pentecostal Christianity can put its house in order. The dynamics of leadership within this tradition have conspired to bring the worst kinds of leaders to the forefront.
The stakes in Charismatic-Pentecostal Christianity are very high. It has become a worldwide missions phenomenon, and it has become a community carrying the most virulent and destructive heresies and errors in evangelicalism. The next 15-25 years will be crucial for this community. I am hopeful, but not optimistic. I see and hear little from this community’s younger leadership that indicates there is anything close to a real recognition of the problems they face.
g. A hope for all of evangelicalism is a “rescue mission” from the world Christian community. If all of evangelicalism could see the kind of renewal that has happened in conservative Anglicanism through the Anglican Mission in America and other mission efforts, much good would be done. It is time for missionaries to come to America from Asia and Africa. Will they come? Will they be able to bring to our culture a more vital form of Christianity? I do not know, but I hope and pray that such an effort happens and succeeds.
At present, most of evangelicalism is not prepared to accept pastors and leadership from outside our culture. Yet there can be little doubt that within our western culture there is very little evidence of an evangelicalism that can diagnose and repair itself.
h. A vast number of parachurch ministries are going to become far less influential, and many will vanish. The same will likely be true from everything from Christian media to publishing. This will throw what remains of evangelicalism back on the local church, and that moves us to my last post, a consideration of whether this collapse is a good or bad thing.
i. I believe that the missionary sending agencies of evangelicalism will survive the coming collapse, but will be greatly weakened by significant decreases in the giving base. It is time for mission strategies among evangelicals to change, and it is long past time for westerners to use their resources to strengthen work within a nation and not to just send Americans to the mission fields.
Extraido de www.internetmonk.com

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

O CÂNTICO DOS REMIDOS

AULA DADA EM JANEIRO DE 2009
Texto Basico - Êxodo 15:1-21
Resumo
CANTANDO NO DESERTO (O CÂNTICO DOS REMIDOS)

Experiências dificeis e provações na vida do crente são educativas e não punitivas. O texto de Êxodo é um cântico, chamado o cântico dos remidos, ele é divido em estrofes, e cada uma destas tem um ensinamento:

Nos versos 1 até o 5 , o cântico introduz o poder de Deus na vitória contra os egípcios, ressaltando que o Senhor é a nossa força e o nosso cântico no dia da angustia, Ele é quem luta por nós.

Nos versos 6 até 10, repete a vitória, mostrando quem e como eram os inimigos. em Êxodo 15:11, vemos que o conflito com o Egito não era humano mas espiritual, conflito entre os deuses do Egito e o Deus de Israel (Ex 12:12 , 1 Co 8:5-7).
A Biblia nos revela que a nossa luta não é contra carne e sangue, mas contra os principados e potestades , que tentam dominar este mundo, mas somente Deus é o verdadeiro Deus.

Nos versos 11 a 13, vemos que a vitória vem depois de perguntarmos de maneira apropriada, ou seja, que são os deuses do Egito diante do Deus do universo?, quem são os principados e potestades diante do Deus que criou todas as coisas pela palavra de seu poder , trazendo a existência tudo o que vemos , sem matéria pré existente?. a verdade é que nossos problemas não são nada diante do nosso Deus todo-poderoso.

Nos versos 14 a 17 , o cântico expande a vitória através da liderança de Deus, mostrando que Ele nos livra até dos maiores inimigos.

Nos versos 18 a 20 , nos mostra que Deus reina sobre tudo ( Sl 145:13).

Lembrem que a palavra de Deus nos revela que não sobrevem provação sobre nós alem da que podemos suportar, e sempre depois das provações vem o descanso.
"e disse: Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios, pois eu sou o Senhor que te sara". ( Ex 15:26,27).

Graça e Paz, Alfredo Alves

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

COMO ALCANÇAR SUCESSO NOS MEUS PLANOS

Aulas dadas em Dezembro de 2008
Baseado em : Esdras 5 e 6, Neemias 2: 1-18
"Deus não nos tem dado espirito de medo, mas de poder, de amor e de moderação". 2 Tm 1:7
Parece que existe uma incerteza pairando sobre nós nestes ultimos dias, a economia, rumores de guerras, inundações, acidentes naturais, etc....
Somos alvos destes acontecimentos direta ou inderetamente neste dias atuais.
Isto causa um certo medo por parte de muitas pessoas, sendo que muitas destas coisas não temos nenhum controle sobre elas.
Mas o que fazer para lutar contra o desanimo, contra o desinteresse, contra a falta de perspectiva, e falta de alvos ?.
O desânimo e o aparente fracasso foram combatidos por Deus através de sua palavra nos profetas Zacarias e Ageu.
"Coragem, Zorobabel, declara o Senhor...... Coragem! ao trabalho, ó povo da terra, porque Eu estou com vocês, declara o Senhor dos exécitos. Esta é a aliança que fiz com vocês quando sairam do Egito ( do mundo): meu Espirito esta entre vocês. Não tenham medo". (Ageu 2:4).
No contexto de Esdras vemos um povo totalmente desmotivado, saindo de um cativeiro Persa (Esdras 1:1), desanimado, sem perspectivas, sem alvos, era necessario levantar a auto estima deste povo primeiramente para que pudessem se motivar para a reconstrução do templo.
Esdras antes de restaurar o templo, trabalhou na restauração de diversas áreas :
1- Importância de se saber o que deve ser feito ( Ed 5:1-5).
Esdras restaurou a Lei do Senhor como base da operação de Deus, dizem os estudiosos que ele tinha a Lei (torah) memorizada. Todos os subsidios que necessitamos para sermos bem sucedidos em nossos alvos esta na palavra de Deus, "A Lei do Senhor é perfeita e da sabedoria aos simplices...." o Salmo 119:92 no diz "se a tua Lei não fosse meu prazer o sofrimento ja teria me destruido, jamais me esquecerei de seus preceitos, porque através deles que preservas minha vida".
2- Importância de perseguir os alvos esperando de Deus ( Ed 5:6- 6:14).
Aqui vemos o culto sendo restaurado, a adoração sendo restaurada, devemos prosseguir em nossos alvos sim, mas sempre na dependência de Deus dando à
Ele louvor, para que a sua boa mão esteja sobre nós ( Esdras 7:9).
Esdras 7:10 nos fala da dedicação de Esdras em estudar a Lei do Senhor e praticá-la, creio que se tivermos esta atitude de ler e estudar a Biblia e praticá-la seremos bem sucedidos em nossos empreendimentos.
Os principios desenvolvidos por Esdras foram de extrema importância para a reconstrução templo e posteriormente para a reconstrução dos muros ja no livro de Neemias.
Havia algo em comum em Esdras e Neemias, conforme Neemias 2:8b, "visto que a bondosa mão de Deus estava sobre mim, o rei atendeu me pedido". Se nós nos prontificarmos a estudar a palavra de Deus, obedecê-la, pratica-la, certamente estaremos debaixo da mão do Senhor Deus.
Sete posições que devemos tomar para termos vitória em nossos alvos:
1- Buscar a vontade de Deus
2- Orar e planejar
3- Entender os problemas antes de propor as soluções
4- Para resolver qualque problema devemos:
a- ver o problema (senso da realidade)
b- necessidade de agir, disposição.
c- dependência de Deus
5- Deus é mais forte que todos os adversários, é só confiarmos NELE
6- Devemos ser servos humildes
7- Deixemos de lado nossas desculpas, e vamos ao trabalho.
Graça e Paz, Alfredo Alves