Deus o Exaltou
por
Charles Haddon Spurgeon
“Deus, porém, com sua destra, o exaltou a Princípe e Salvador...” (Atos 5:31)
Jesus, nosso Senhor, uma vez crucificado, morto e sepultado, agora está assentado no trono da Sua glória. O lugar mais alto do céu é Seu por direito incontestável. É doce lembrar que a glória de Cristo no céu é representativa. Ele está glorificado à direita do Pai, e embora, como Deus, tivesse a glória sublime que as criaturas finitas não podem partilhar, como Mediador, a glória exibida por Jesus no céu é a herança de todos os santos. É muito bom meditar em como está próxima a união de Cristo com Seu povo. Somos um com Ele; somos membros de Seu corpo; e Sua glória é a nossa glória. Ele nos fará assentar em Seu trono do mesmo modo que Ele venceu e está assentado no trono com o Pai; Ele tem uma coroa e também nos dará uma; Ele tem um trono, mas não se contenta em tê-lo para Si, Sua rainha deve estar à Sua direita, ornada com o "ouro de Ofir". Cristo não pode ser glorificado sem Sua noiva. Crente, ergue os olhos para Jesus; deixa que os olhos da fé O vejam com os diademas em Sua cabeça (Ap. 19:12); e lembre-se que um dia você será semelhante a Ele, quando O vir tal como Ele é; você não será tão excelente quanto Ele, não será tão divino, mas ainda assim partilhará, de certa forma, as mesmas honras, e gozará a mesma alegria e a mesma dignidade que Ele tem. Contente-se em viver no anonimato ainda por um pouco, e andar em fadiga pelos campos da pobreza, ou subir as colinas da aflição; pois em breve reinará com Cristo, porque Ele "nos constituiu reino e sacerdotes para Deus; e reinaremos para sempre" (Ap. 5:10). Que pensamento maravilhoso para os filhos de Deus! Temos a Cristo como nosso glorioso representante.
Colossenses 2:6,7. O nosso relacionamento com Jesus Cristo , é algo que nos transforma de dentro para fora à imagem de Cristo. O texto desenvolve três aspectos deste relacionamento: 1- Nele radicados 2- Nele edificados 3- Crescendo em ações de graça. Esses tres aspectos nos ajudará termos um andar constante em nosso Senhor Jesus Cristo. Este espaço, foi criado para motivar o povo de Deus neste andar constante e crescente. Em Cristo, Alfredo Alves
sábado, 26 de abril de 2008
sábado, 19 de abril de 2008
O fruto do Espirito
O Fruto do Espírito
por
R. C. Sproul
Romanos 12:1-21; 1 Coríntios 12:1-14:40; Gálatas 5:19-26; Efésios 4:1-6:20
O fruto do Espírito Santo é um dos aspectos mais negligenciados do ensino bíblico sobre santificação. Há várias razões para isso:
1. A preocupação com as coisas exteriores. Embora os estudantes muitas vezes murmurem e reclamem quando têm de fazer uma prova na escola, há um sentido em que realmente queremos fazer as provas. Sempre encontramos nas revistas modelos de testes que medem habilidades, realizações ou conhecimentos. As pessoas gostam de saber em que nível estão. Será que consegui alcançar a excelência numa certa área, ou estou afundando na mediocridade?
Os cristãos não são diferentes. Tendemos a medir nosso progresso na santificação examinando nosso desempenho de acordo com padrões externos. Proferimos maldições e palavrões? Bebemos muito? Vamos muito ao cinema? Esses padrões são freqüentemente usados para medir a espiritualidade. O verdadeiro teste — a evidência do fruto do Espírito Santo — geralmente é ignorado ou minimizado. Foi nessa armadilha que os fariseus caíram.
Nós nos afastamos do verdadeiro teste porque o fruto do Espírito é difícil demais. Exige muito mais do caráter pessoal do que os padrões exteriores superficiais. É muito mais fácil evitar falar um palavrão do que adquirir o hábito de ter uma paciência piedosa.
2. A preocupação com os dons. O mesmo Espírito Santo que nos guia na santidade e produz fruto em nós também distribui os dons espirituais aos crentes. Parecemos muito mais interessados nos dons do Espírito do que no fruto, a despeito do ensino claro da Bíblia de que alguém pode possuir dons e ser imaturo no progresso espiritual. A carta de Paulo aos Coríntios deixa isso muito claro.
3. O problema dos descrentes justos. É frustrante medirmos nosso progresso na santificação pelo fruto do Espírito Santo porque as virtudes relacionadas às vezes são exibidas num nível maior por descrentes. Todos nós conhecemos pessoas não-cristãs que demonstram mais bondade ou mansidão do que muitos cristãos. Se as pessoas podem ter o “fruto do Espírito” independentemente do Espírito, como podemos determinar nosso crescimento espiritual desta maneira?
Há uma diferença qualitativa entre as virtudes de amor, alegria, paz, longanimidade, etc., engendradas em nós pelo Espírito Santo e aquelas exibidas pelos descrentes. Os não-crentes operam por motivos que, em última análise, são egoístas. Quando, porém, um crente exibe o fruto do Espírito, ele está mostrando características que, em última análise, são voltadas para Deus e para o próximo. Ser cheio do Espírito Santo significa ter uma vida controlada pelo Espírito; os não-crentes só podem exibir essas virtudes espirituais no nível da capacidade humana.
Paulo faz uma lista das virtudes do fruto do Espírito em sua carta aos Gálatas: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22,23). Essas virtudes caracterizam a vida cristã. Se somos cheios do Espírito, vamos exibir o fruto do Espírito. Isso, porém, obviamente envolve tempo. Não são ajuste superficiais do caráter que ocorrem da noite para o dia. Tais mudanças envolvem uma reformulação das disposições mais íntimas do coração, o que representa um processo de longa vida de santificação pelo Espírito.
Sumário:
1. Tendemos a negligenciar o estudo do fruto do Espírito Santo porque: (1) nos preocupamos mais com aspectos exteriores; (2) nos preocupamos mais com os dons espirituais e (3) reconhecemos que muitas pessoas incrédulas exibem as virtudes espirituais melhor do que os cristãos.
2. É mais fácil medir a espiritualidade por fatores exteriores do que pelo fruto do Espírito.
3. Podemos ter os dons espirituais e mesmo assim ser imaturos.
4. Existe uma diferença qualitativa entre a presença das virtudes espirituais nos incrédulos e nos crentes. Nos incrédulos, a virtude demonstra um mero esforço humano. Nos cristãos, as virtudes espirituais representam o Deus Espírito Santo produzindo um fruto espiritual numa medida além da capacidade humana.
Para discussão e avaliação:
1. Quais são alguns motivos pelos quais o fruto do Espírito Santo é um dos aspectos do ensino bíblico que é mais negligenciado?
2. Qual é a diferença qualitativa entre o fruto do Espírito manifestado pelo cristão e as outras características semelhantes encontradas na vida de não-cristãos?
3. Por que o cultivo do fruto do Espírito leva muito tempo na vida do cristão?
4. Que podemos fazer para cultivar o fruto do Espírito em nossa vida?
por
R. C. Sproul
Romanos 12:1-21; 1 Coríntios 12:1-14:40; Gálatas 5:19-26; Efésios 4:1-6:20
O fruto do Espírito Santo é um dos aspectos mais negligenciados do ensino bíblico sobre santificação. Há várias razões para isso:
1. A preocupação com as coisas exteriores. Embora os estudantes muitas vezes murmurem e reclamem quando têm de fazer uma prova na escola, há um sentido em que realmente queremos fazer as provas. Sempre encontramos nas revistas modelos de testes que medem habilidades, realizações ou conhecimentos. As pessoas gostam de saber em que nível estão. Será que consegui alcançar a excelência numa certa área, ou estou afundando na mediocridade?
Os cristãos não são diferentes. Tendemos a medir nosso progresso na santificação examinando nosso desempenho de acordo com padrões externos. Proferimos maldições e palavrões? Bebemos muito? Vamos muito ao cinema? Esses padrões são freqüentemente usados para medir a espiritualidade. O verdadeiro teste — a evidência do fruto do Espírito Santo — geralmente é ignorado ou minimizado. Foi nessa armadilha que os fariseus caíram.
Nós nos afastamos do verdadeiro teste porque o fruto do Espírito é difícil demais. Exige muito mais do caráter pessoal do que os padrões exteriores superficiais. É muito mais fácil evitar falar um palavrão do que adquirir o hábito de ter uma paciência piedosa.
2. A preocupação com os dons. O mesmo Espírito Santo que nos guia na santidade e produz fruto em nós também distribui os dons espirituais aos crentes. Parecemos muito mais interessados nos dons do Espírito do que no fruto, a despeito do ensino claro da Bíblia de que alguém pode possuir dons e ser imaturo no progresso espiritual. A carta de Paulo aos Coríntios deixa isso muito claro.
3. O problema dos descrentes justos. É frustrante medirmos nosso progresso na santificação pelo fruto do Espírito Santo porque as virtudes relacionadas às vezes são exibidas num nível maior por descrentes. Todos nós conhecemos pessoas não-cristãs que demonstram mais bondade ou mansidão do que muitos cristãos. Se as pessoas podem ter o “fruto do Espírito” independentemente do Espírito, como podemos determinar nosso crescimento espiritual desta maneira?
Há uma diferença qualitativa entre as virtudes de amor, alegria, paz, longanimidade, etc., engendradas em nós pelo Espírito Santo e aquelas exibidas pelos descrentes. Os não-crentes operam por motivos que, em última análise, são egoístas. Quando, porém, um crente exibe o fruto do Espírito, ele está mostrando características que, em última análise, são voltadas para Deus e para o próximo. Ser cheio do Espírito Santo significa ter uma vida controlada pelo Espírito; os não-crentes só podem exibir essas virtudes espirituais no nível da capacidade humana.
Paulo faz uma lista das virtudes do fruto do Espírito em sua carta aos Gálatas: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22,23). Essas virtudes caracterizam a vida cristã. Se somos cheios do Espírito, vamos exibir o fruto do Espírito. Isso, porém, obviamente envolve tempo. Não são ajuste superficiais do caráter que ocorrem da noite para o dia. Tais mudanças envolvem uma reformulação das disposições mais íntimas do coração, o que representa um processo de longa vida de santificação pelo Espírito.
Sumário:
1. Tendemos a negligenciar o estudo do fruto do Espírito Santo porque: (1) nos preocupamos mais com aspectos exteriores; (2) nos preocupamos mais com os dons espirituais e (3) reconhecemos que muitas pessoas incrédulas exibem as virtudes espirituais melhor do que os cristãos.
2. É mais fácil medir a espiritualidade por fatores exteriores do que pelo fruto do Espírito.
3. Podemos ter os dons espirituais e mesmo assim ser imaturos.
4. Existe uma diferença qualitativa entre a presença das virtudes espirituais nos incrédulos e nos crentes. Nos incrédulos, a virtude demonstra um mero esforço humano. Nos cristãos, as virtudes espirituais representam o Deus Espírito Santo produzindo um fruto espiritual numa medida além da capacidade humana.
Para discussão e avaliação:
1. Quais são alguns motivos pelos quais o fruto do Espírito Santo é um dos aspectos do ensino bíblico que é mais negligenciado?
2. Qual é a diferença qualitativa entre o fruto do Espírito manifestado pelo cristão e as outras características semelhantes encontradas na vida de não-cristãos?
3. Por que o cultivo do fruto do Espírito leva muito tempo na vida do cristão?
4. Que podemos fazer para cultivar o fruto do Espírito em nossa vida?
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A intimidade do Senhor
A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais Ele dará a conhecer a sua aliança. (Salmo 25:14)
A não ser que o proprio Deus nos revele sua aliança, não há meio de conhecê-la. Podemos ouvir as pessoas falarem a respeito das alianças de Deus, mas se não houver revelação de Deus, não a conheceremos .
Que tipo de pessoas podem conhecer a direção de Deus? Aquelas que temem a Deus.
Que significa temer a Deus ? exalta-lo, obedecê-lo.
Os que buscam a vontade de Deus de coração, e a aEle obedecem de maneira absoluta, esses são os que o temem.
É para esses que Ele mostrara sua aliança.
Sendo assim entendemos que uma vida de obediência gera intimidade com Deus, e essa intimidade gera revelação de suas alianças. Convicções que vão sendo formadas em nosso caracter, nos dando certeza que Ele nos chamou e que Ele nos capacitará para a obra que nos tem vocacionado.
Paz esteja com vocês.
Alfredo Alves.
A não ser que o proprio Deus nos revele sua aliança, não há meio de conhecê-la. Podemos ouvir as pessoas falarem a respeito das alianças de Deus, mas se não houver revelação de Deus, não a conheceremos .
Que tipo de pessoas podem conhecer a direção de Deus? Aquelas que temem a Deus.
Que significa temer a Deus ? exalta-lo, obedecê-lo.
Os que buscam a vontade de Deus de coração, e a aEle obedecem de maneira absoluta, esses são os que o temem.
É para esses que Ele mostrara sua aliança.
Sendo assim entendemos que uma vida de obediência gera intimidade com Deus, e essa intimidade gera revelação de suas alianças. Convicções que vão sendo formadas em nosso caracter, nos dando certeza que Ele nos chamou e que Ele nos capacitará para a obra que nos tem vocacionado.
Paz esteja com vocês.
Alfredo Alves.
O nosso perdão
"Dele todos os profetas dão testemunho de que por meio de seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados". ( Atos 10:43).
Quando nós perdoamos uma ofensa , não requeremos nenhum pagamento . Isto seria o oposto de perdão. Se algum pagamento fosse oferecido por alguma perda nossa , isto não seria perdão.
Isaias 43:25 , nos diz que Deus apaga nossas transgressões, e não se lembra delas.
É por issso que Cristo sofreu e morreu, "Nele temos a redenção ..(Efésios 1:7).
Perdão , não nos custa nada, mas custou a vida de Jesus, é isto que chamamos graça.
"Assim como recebeste a Cristo, o Senhor, andai Nele".
Graça e Paz, Alfredo Alves ( www.andainele.blogspot.com)
"A verdadeira conversão dá segurança à pessoa, mas não lhe confere o direito de parar de vigiar"(Charles H. Spurgeon)
Quando nós perdoamos uma ofensa , não requeremos nenhum pagamento . Isto seria o oposto de perdão. Se algum pagamento fosse oferecido por alguma perda nossa , isto não seria perdão.
Isaias 43:25 , nos diz que Deus apaga nossas transgressões, e não se lembra delas.
É por issso que Cristo sofreu e morreu, "Nele temos a redenção ..(Efésios 1:7).
Perdão , não nos custa nada, mas custou a vida de Jesus, é isto que chamamos graça.
"Assim como recebeste a Cristo, o Senhor, andai Nele".
Graça e Paz, Alfredo Alves ( www.andainele.blogspot.com)
"A verdadeira conversão dá segurança à pessoa, mas não lhe confere o direito de parar de vigiar"(Charles H. Spurgeon)
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