Quisera saber se há outra virtude cristã mais mal compreendida do que a fé. Comecemos com dois aspectos negativos.
Primeiro, fé não é credulidade. O americano H.L. Menvhekn, crítico anti-sobrenaturalista do cristianismo, certa vez afirmou que “a fé pode ser definida concisamente como sendo uma crença ilógica na ocorrência do improvável”. Mas Mecken errou: Fé não é credulidade. Ser crédulo é ser ingênuo, completamente desprovido de qualquer crítica, sem discernimento, até mesmo irracional, no que crê. Porém é um grande erro supor que a fé e a razão são incompatíveis. A fé e a visão são postas em oposição, uma à outra, nas Escrituras, mas nunca a fé e a razão. Pelo contrário, a fé verdadeira é essencialmente racional, porque se baseia no caráter e nas promessas de Deus. O crente em Cristo é alguém cuja mente medita e se firma nessas certezas.
Em segundo lugar, fé não é otimismo. Nisso é que parece que Normam Vicent Peale se confundiu. Muito do que ele escreveu é certo. Sua convicção básica refere-se ao poder da mente humana. Ele cita William James, que disse que “a maior descoberta desta geração é saber que os homens podem mudar suas vidas alterando suas atitudes mentais” e Ralph Waldo Emerson, “o homem é o que pensa durante todo o dia”. Assim, o Dr. Peale desenvolve sua tese sobre o pensamento positivo, o qual ele acaba por igualar (erradamente) com a fé. O que é precisamente essa “fé pela qual advoga?” Seu primeiro capítulo do livro O Poder do Pensamento Positivo tem o significativo título de “Tenha Confiança em Si Mesmo”. No capítulo 7 (“Espere sempre o Melhor e Consiga-o”) ele faz uma sugestão que garante que dará certo. Leia o Novo Testamento, diz ele, destaque “uma dúzia de conceitos sobre a fé, os que mais gostar”, e procure memorizá-los. Que esses conceitos de fé permeiem sua mente consciente. “Repita-os muitas vezes. Eles se impregnarão em seu subconsciente e esse processo o transformará num crente”. Até que isto parece ser algo promissor. Mas, espere um pouco. Quando a Bíblia se refere ao “escudo da fé”, prossegue ele, ela está ensinando uma “técnica de força espiritual”, a saber, “fé, crença, pensamento positivo, fé na vida. Esta é a essência da técnica que ela ensina”. O Dr. Peale prossegue citando alguns versículos maravilhosos, tais como “se podes! Tudo é possível ao que crê”; “se tiverdes fé...nada vos será impossível”, e “faça-se-vos conforme a vossa fé”. Mas, então ele estraga tudo, ao explicar este último texto da seguinte maneira: “de acordo com a fé que você tiver em si mesmo, em seu emprego, em Deus,é o que terá e não mais do que isso”.
Estas citações bastam para mostrar que o Dr. Peale aparentemente não faz nenhuma distinção entre a fé em Deus e a fé em si mesmo. De fato, o que ele demonstra é não se preocupar absolutamente com o objeto da fé. Ele recomenda, como parte de seu sistema de acabar com as preocupações, que a primeira coisa a fazer todas as manhãs, ao acordarmos e antes de nos levantarmos, é dizer em voz alta “eu creio!” três vezes; mas ele não nos diz em que devemos estar afirmando que cremos com tanta confiança e insistência. As últimas palavras de seu livro são simplesmente “tenha, pois, fé, e viverá feliz”. Mas fé em que? Crer em quem? Para o Dr. Peale a fé não passa de mais uma palavra para exprimir autoconfiança, ou um exagerado e não fundamentado otimismo. Ouvi dizer que o Dr. Peale mudou seu ponto-de- vista depois de Ter escrito este livro, mas o livro acha-se ainda em circulação, e sendo lido. E nesse livro parece estar bem claro que o seu pensamento positivo é, no fim das contas, meramente um sinônimo para “fé naquilo que a gente quer que seja verdade”.
O mesmo se pode dizer com relação ao Sr. W. Clement Stone, o filantropista e fundador de “Atitudes Mentais Positivas”. “De simples homens comuns fazemos super-homens”, diz ele, pois desenvolveu “a técnica de vendas para acabar com todas as técnicas de vendas”. Porque" você pode até mesmo vender-se a si próprio, recitando da mesma maneira como fazem os vendedores da AMP todas as manhãs: “estou contente, tenho saúde, sou o máximo!”
Mas a fé cristã é bem diferente do “pensamento positivo” de Peale e das “atitudes mentais positivas” de Stone. Fé não é otimismo.
Fé é uma confiança racional, uma confiança que, em profunda reflexão e certeza, conta o fato de que Deus é digno de todo crédito. Por exemplo, quando Davi e seus homens voltaram a Zicagle, antes dos filisteus terem matado Saul na batalha, um terrível espetáculo os aguardava. Na sua ausência os amalequitas tinham saqueado a sua aldeia, incendiando as suas casas e levado cativas as suas mulheres e crianças. Davi e seus homens choraram “até não terem mais forças para chorar” e então, na sua amargura, o povo cogitou de apedrejar a Davi. Era uma crise séria e Davi facilmente poderia Ter-se deixado cair no desespero. Mas, em vez disso, lemos que “Davi se reanimou no Senhor seu Deus”. Esta era uma fé verdadeira. Ele não fechou seus olhos aos fatos. Nem tentou criar sua própria autoconfiança, ou dizer a si mesmo que se sentia realmente muito bem. Não. Ele se lembrou do Senhor seu Deus, o Deus da criação, o Deus da aliança, o Deus que prometeu ser o seu Deus e colocá-lo no trono de Israel. E à medida em que Davi se recordava das promessas e da fidelidade de Deus, sua fé crescia e se fortificava. Ele “se reanimou no Senhor seu Deus”.
Assim, pois, a fé e o pensamento caminham juntos, e é impossível crer sem pensar. CRER É TAMBÉM PENSAR!
O Dr. Lloyd-Jones deu-nos um excelente exemplo neotestamentario desta verdade no comentário que fez de Mateus 6:30 em seus Studies in the Sermon on the Mount (Estudos sobre o Sermão da Montanha): “Ora, se Deus veste assim a erva do campo, que hoje existe e amanhã é lançada no forno, quanto mais a vós outros, homens de pequena fé”?
A fé, de acordo com o ensinamento do nosso Senhor neste parágrafo, é basicamente o ato de pensar, e todo o problema de quem tem uma fé pequena é não pensar. A pessoa permite que as circunstâncias lhe oprimam... temos de dedicar mais tempo ao estudo das lições de nosso Senhor sobre a observação e dedução. A Bíblia está repleta de lógica, e seja algo meramente místico. Nós não nos sentamos simplesmente numa poltrona, permanecendo à espera de que coisas maravilhosas nos aconteçam. Isso não é fé cristã. A fé cristã é, em sua essência, o ato de pensar. Olhem para os pássaros, pensem neles, e façam suas deduções. Vejam os campos, vejam os lírios silvestres, considerem essas coisas... A fé , se quiserem, pode ser definida assim: É insistir em pensar quando tudo parece estar determinado a nos oprimir e a nos pôr por terra, intelectualmente falando. O problema com as pessoas de pequena fé é que elas , ao invés de controlarem seus próprios pensamentos, os seus pensamentos é que são controlados por alguma circunstância e, como se diz, elas passam a rodar em círculos. Isso é a essência da preocupação...Isso não é pensamento; isso é ausência completa de pensamento, é não pensar.
Antes de deixar este assunto, que trata do que compete à mente na fé cristã, gostaria tão somente de abordar as duas ordenanças do Evangelho: o batismo e a ceia do Senhor. Pois ambas são símbolos cheios de significado, destinados a trazer bênçãos aos cristãos, despertando-lhes a fé nas verdades que simbolizam. Consideremos a ceia do Senhor, por exemplo. Em seu aspecto mais simples, é uma visível dramatização da morte do Salvador pelos pecadores. É uma recordação racional daquele evento. Nossas mentes têm que trabalhar em torno do seu significado e apropriar-se da certeza que nos oferece. O próprio Cristo fala-nos através do pão e do vinho. “Morri por vós”, diz ele, e ao recebermos sua palavra, ela deve trazer a paz a nossos corações culposos.
Desta forma, Thomas Cranmer escreveu que a ceia do Senhor “foi ordenada com este propósito, que toda pessoa dela participando, no comer e no beber, se lembre de que Cristo morreu a seu favor, e exercite sua fé, confortando-se na lembrança dos benefícios que Cristo lhe propiciou”.
A segurança cristã é a “plena certeza da fé”. E se a certeza de corre da fé, a fé decorre do conhecimento, do seguro conhecimento de Cristo e do Evangelho. Como o expressou o bispo J.C. Ryle: “Uma grande parte de nossas dúvidas e de nossos temores provém de sombrias percepções do que seja a real natureza do Evangelho de Cristo... a raiz de uma religião feliz é um claro, preciso e bem definido conhecimento de Jesus Cristo”.
"crer é tambem pensar"- John Stott
Colossenses 2:6,7. O nosso relacionamento com Jesus Cristo , é algo que nos transforma de dentro para fora à imagem de Cristo. O texto desenvolve três aspectos deste relacionamento: 1- Nele radicados 2- Nele edificados 3- Crescendo em ações de graça. Esses tres aspectos nos ajudará termos um andar constante em nosso Senhor Jesus Cristo. Este espaço, foi criado para motivar o povo de Deus neste andar constante e crescente. Em Cristo, Alfredo Alves
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
domingo, 16 de novembro de 2008
A influência humanista na musica evangélica.
O Mercado da Adoração
Ao começarmos este assunto é de extrema valia observar como Calvino já combatia estas influências humanistas em Genebra no século XVI. "O que o Senhor requer é somente a verdade interior do coração. Exercícios sobrepostos a ela devem ser aprovados, desde que supervisionados pela verdade rigorosamente útil ou marcas da profissão de nossa fé atestada aos homens. Também não rejeitamos o que tende à preservação da Ordem e da Disciplina. Mas quando as consciências são colocadas sob grilhões e ligadas pelas obrigações religiosas em assuntos em que pela vontade de Deus foram libertos, então devemos protestar corajosamente de modo que a adoração a Deus não se vicie pelas ficções humanas"[1] .
Com o passar dos anos, a evolução da Música evangélica, ou utilizando das palavras de moda, "Mercado da Música Gospel", tem sido percebida por muitos investidores que de olho nessa fonte rentável, tem investido somas consideráveis na produção de artistas e trabalhos direcionado para o público evangélico. Hoje aquele caráter "amador" de músicos evangélicos tem sido deixado para trás. Do ponto de vista musical, creio que era necessário como forma de aperfeiçoar a arte, mas para louvar o Senhor. Mas o mercado fonográfico tem investido em artistas e formado super-stars para satisfazer o desejo do ser humano de consumismo.
Adoração passou a ser um produto, e as pessoas que vão até uma igreja, são os consumidores. Se seguirmos este raciocínio de mercado, chegaremos a uma conclusão de que aquele que não estiver satisfeito com o produto tem todo o direito de procurar outro que lhe satisfaça.
De fato, o crescimento numérico e a presença de pessoas socialmente importantes na igreja têm atraído os olhos do mundo. A igreja tem sido considerada como um grupo significativo pelos políticos, pelos sociólogos, pela mídia eletrônica, enfim, ela tem sido vista. Deve-se perguntar, entretanto, se ser visto é o mesmo que ser relevante, se receber a atenção da mídia é sinal de importância real[2] .
Augustus Nicodemos em um de seus artigos falando sobre esse assunto comenta que, "em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras devida eterna (6.67-69)"[3] .
O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.
Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.
O consumidor é orientado a ficar permanentemente insatisfeito e procurar satisfação nas novas experiências. O resultado mais grave de tudo isso é que, em meio a esse turbilhão de insatisfação, as pessoas se percebem sentindo necessidade de ter coisas absolutamente dispensáveis para sua vida, mas que elas julgam ser essenciais[4] .
Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a "escolha" das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.
Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas.
A indústria de música cristã tem crescido assustadoramente, abandonando por vezes seu propósito inicial de difundir o Evangelho, e tornando-se cada vez mais um mercado rentável como outro qualquer. A maioria das gravadoras evangélicas nos Estados Unidos pertence à corporações seculares de entretenimento. As estrelas do gospel music cobram cachês altíssimos para suas apresentações. Há alguns "cientistas religiosos" que defendem abertamente que "o negócio das igrejas é servir ao povo". Ele defende que a igreja deve ter uma mentalidade voltada para o "cliente", e traçar seus planos e estratégias visando suas necessidades básicas, e especialmente faze-los sentir-se bem[5] . John Macarthur também compartilha das mesmas idéias, comentando sobre isso ele diz: "Não é difícil achar evidência desse tipo de pensamento na Igreja. Alguns ministérios contemporâneos categoricamente admitem que atender as necessidades das pessoas é seu objetivo principal"[6] .
Um efeito da mentalidade consumista das igrejas é o que tem sido chamado de "a síndrome da porta de vai-e-vem". As igrejas estão repletas de pessoas buscando sentido para a vida, alívio para suas ansiedades e preocupações. Assim, elas escolhem igrejas como escolhem refrigerantes. Tão logo a igreja que freqüentam deixa de satisfazer as suas necessidades, elas saem pela porta tão facilmente quanto entraram. As pessoas buscam igrejas onde se sintam confortáveis, e se esquecem de que precisam na verdade de uma igreja que as faça crescer em Cristo e no amor para com os outros.
Valdeci dos Santos comentando sobre esse tema diz que, estamos vivendo numa época da "McAdoração", ou seja, comparando-a a um lanche popular, a algo produzido em escala industrial. O público evangélico atual espera que as igrejas "providenciem um menu de diferentes e divergentes estilos de adoração e experiência. Porém a perspectiva bíblica e histórica sobre adoração não vê o culto público como focalizado na esperteza ou criatividade humana, mas na santidade de Deus[7] .
Augustus Nicodemus acredita que tudo isso que estamos vivendo é em sua maioria fruto da ação de Charles Finney no seu método de crescimento de igreja.
"Creio que há vários fatores que provocaram a presente situação. Ao meu ver, um dos mais decisivos é a influência da teologia e dos métodos de Charles G. Finney no evangelicalismo moderno. Houve uma profunda mudança no conceito de evangelização ocorrida no século passado, devido ao trabalho de Charles Finney. Mais do que a teologia do próprio Karl Barth, a teologia e os métodos de Finney têm moldado o moderno evangelicalismo. Ele é o herói de Jerry Falwell, Bill Bright e de Billy Graham; é o celebrado campeão de Keith Green, do movimento de sinais e prodígios, do movimento neopentecostal, e do movimento de crescimento da igreja. Michael Horton afirma que grande parte das dificuldades que a igreja evangélica moderna passa é devida à influência de Finney, particularmente de alguns dos seus desvios teológicos: "Para demonstrar o débito do evangelicalismo moderno a Finney, devemos observar em primeiro lugar os desvios teológicos de Finney Estes desvios fizeram de Finney o pai dos fatores antecedentes aos grandes desafios dentro da própria igreja evangélica hoje: o movimento de crescimento de igrejas, o neopentecostalismo, e o reavivalismo político"[8] .
Para muitos no Brasil seria uma surpresa tomar conhecimento do pensamento teológico de Finney. Ele é tido como um dos grandes evangelistas da Igreja Cristã, e estimado e venerado por evangélicos no Brasil como modelo de fé e vida. E não poderia ser diferente, visto que se tem publicado no Brasil apenas obras que exaltam Finney. Desconhecemos qualquer obra em português que apresente o outro lado. Nosso alvo, neste artigo, não é escrever extensamente sobre o assunto, mas mostrar a relação de causa e efeito que existe entre o ensino e métodos de Finney e a mentalidade consumista dos evangélicos hoje.
Em sua obra sobre teologia sistemática (Systematic Theology [Bethany, 1976]), escrita pelo fim de seu ministério, quando era professor do seminário de Oberlin, Finney revela ter abraçado ensinos estranhos ao Cristianismo histórico. Ele ensina que a perfeição moral é condição para justificação, e que ninguém poderá ser justificado de seus pecados enquanto tiver pecado em si (p. 57); afirma que o verdadeiro cristão perde sua justificação (e conseqüentemente, a salvação) toda vez que peca (p. 46); demonstra que não acredita em pecado original e nem na depravação inerente ao ser humano (p. 179); afirma que o homem é perfeitamente capaz de aceitar por si mesmo, sem a ajuda do Espírito Santo, a oferta do Evangelho. Mais surpreendente ainda, Finney nega que Cristo morreu para pagar os pecados de alguém; ele havia morrido com um propósito, o de reafirmar o governo moral de Deus, e nos dar o exemplo de como agradar a Deus (pp. 206-217). Finney nega ainda, de forma veemente, a imputação dos méritos de Cristo ao pecador, e rejeita a idéia da justificação com base da obra de Cristo em lugar dos pecadores (pp. 320-333). Quanto à aplicação da redenção, Finney nega a idéia de que o novo nascimento é um milagre operado sobrenaturalmente por Deus na alma humana. Para ele, "regeneração consiste no pecador mudar sua escolha última, sua intenção e suas preferência; ou ainda, mudar do egoísmo para o amor e a benevolência", e tudo isto movido pela influência moral do exemplo de Cristo ao morrer na cruz (p. 224)[9] .
Finney, reagindo contra a influência calvinista que predominava no Grande Avivamento ocorrido na Nova Inglaterra do século passado, mudou a ênfase que havia à pregação doutrinária para uma ênfase à fazer com que as pessoas "tomassem uma decisão", ou que fizessem uma escolha. No prefácio da sua Teologia Sistemática ele declara a base da sua metodologia: "Um reavivamento não é um milagre ou não depende de um milagre, em qualquer sentido. É meramente o resultado filosófico da aplicação correta dos métodos"[10] .
Na teologia de Finney, Deus não é soberano, o homem não é um pecador por natureza, a expiação de Cristo não é um pagamento válido pelo pecado, a doutrina da justificação pela imputação é insultante à razão e à moralidade, o novo nascimento é produzido simplesmente por técnicas bem sucedidas, e avivamento é o resultado de campanhas bem planejadas com os métodos corretos.
O Senhor Jesus preferiu doze seguidores genuínos a ter uma multidão de consumidores[11] . Creio que a igreja evangélica brasileira precisa seguir a Cristo também aqui. É preciso que reconheçamos que as tendências modernas em alguns quartéis evangélicos é a de produzir consumidores, muito mais que reais discípulos de Cristo, pela forma de culto, liturgias, atrações, e eventos que promovem. Um retorno às antigas doutrinas da graça, pregadas pelos apóstolos e pelos reformadores, enfatizando a busca da glória de Deus como alvo maior do homem, poderá melhorar esse estado de coisas.
Fazendo essa análise histórica, notamos que a música evangélica tem tomado os mesmos rumos da teologia que é pregada hoje. Há uma máxima cristã que diz "lex orandi, lex credendi", cuja tradução pode ser "o que se ora é o que se crê". Plagiando esta frase cremos que não seria errado se disséssemos hoje "o que se canta é o que se crê". A música evangélica hoje é permeada de citações e frases que elevam muito mais o homem do que a Deus. As músicas já são fabricadas com um propósito definido, ou seja, agradar o público.
Grandes grupos tem surgido no cenário nacional, fazendo grandes eventos reunindo milhares de pessoas, tudo isso, em nome de uma proposta de formação de "verdadeiros adoradores". Mas, quando analisamos o que está por trás, de tudo isso é uma proposta mercantilista, voltada para os "consumidores de adoração".
Notas:
[1] BAIRD, Charles W. A Liturgia Reformada. Ensaio histórico. São Paulo, SOCEP, 2001, p. 17.
[2] MARTINS, Jadiel Sousa. Charles Finney e A Secularização da Igreja. São Paulo, Parakletos, 2002, p.24.
[3] Augusto Nicodemus. Artigo não publicado: "Adoradores ou consumidores?".
[4] MARTINS, Jadiel Sousa. Charles Finney e A Secularização da Igreja. p.25
[5] Augusto Nicodemus. Artigo não publicado, "Adoradores ou consumidores?".
[6] MACARTHUR, John F. Jr. Nossa Suficiência em Cristo, São Paulo, Fiel, 1995, p. 132.
[7] SANTOS, Valdeci. Fides Reformata – Refletindo sobre a Adoração e o Culto Cristão. p.141.
[8] NICODEMUS, Augustus Lopes. Artigo não publicado, "Adoradores ou consumidores?".
[9] MARTINS, Jadiel Sousa. Charles Finney e a Secularização da Igreja. p. 106-124.
[10] Ibid p. 107.
[11] NICODEMUS, Augustus Lopes. Artigo não publicado, "Adoradores ou consumidores?".
Ao começarmos este assunto é de extrema valia observar como Calvino já combatia estas influências humanistas em Genebra no século XVI. "O que o Senhor requer é somente a verdade interior do coração. Exercícios sobrepostos a ela devem ser aprovados, desde que supervisionados pela verdade rigorosamente útil ou marcas da profissão de nossa fé atestada aos homens. Também não rejeitamos o que tende à preservação da Ordem e da Disciplina. Mas quando as consciências são colocadas sob grilhões e ligadas pelas obrigações religiosas em assuntos em que pela vontade de Deus foram libertos, então devemos protestar corajosamente de modo que a adoração a Deus não se vicie pelas ficções humanas"[1] .
Com o passar dos anos, a evolução da Música evangélica, ou utilizando das palavras de moda, "Mercado da Música Gospel", tem sido percebida por muitos investidores que de olho nessa fonte rentável, tem investido somas consideráveis na produção de artistas e trabalhos direcionado para o público evangélico. Hoje aquele caráter "amador" de músicos evangélicos tem sido deixado para trás. Do ponto de vista musical, creio que era necessário como forma de aperfeiçoar a arte, mas para louvar o Senhor. Mas o mercado fonográfico tem investido em artistas e formado super-stars para satisfazer o desejo do ser humano de consumismo.
Adoração passou a ser um produto, e as pessoas que vão até uma igreja, são os consumidores. Se seguirmos este raciocínio de mercado, chegaremos a uma conclusão de que aquele que não estiver satisfeito com o produto tem todo o direito de procurar outro que lhe satisfaça.
De fato, o crescimento numérico e a presença de pessoas socialmente importantes na igreja têm atraído os olhos do mundo. A igreja tem sido considerada como um grupo significativo pelos políticos, pelos sociólogos, pela mídia eletrônica, enfim, ela tem sido vista. Deve-se perguntar, entretanto, se ser visto é o mesmo que ser relevante, se receber a atenção da mídia é sinal de importância real[2] .
Augustus Nicodemos em um de seus artigos falando sobre esse assunto comenta que, "em certa ocasião o Senhor Jesus teve de fazer uma escolha entre ter 5 mil pessoas que o seguiam por causa dos benefícios que poderiam obter dele, ou ter doze seguidores leais, que o seguiam pelo motivo certo (e mesmo assim, um deles o traiu). Em outras palavras, uma decisão entre muitos consumidores e poucos fiéis discípulos. Refiro-me ao evento da multiplicação dos pães narrado em João 6. Lemos que a multidão, extasiada com o milagre, quis proclamar Jesus como rei, mas ele recusou-se (João 6.15). No dia seguinte, Jesus também se recusa a fazer mais milagres diante da multidão pois percebe que o estão seguindo por causa dos pães que comeram (6.26,30). Sua palavra acerca do pão da vida afugenta quase que todos da multidão (6.60,66), à exceção dos doze discípulos, que afirmam segui-lo por saber que ele é o Salvador, o que tem as palavras devida eterna (6.67-69)"[3] .
O Senhor Jesus poderia ter satisfeito às necessidades da multidão e saciado o desejo dela de ter mais milagres, sinais e pão. Teria sido feito rei, e teria o povo ao seu lado. Mas o Senhor preferiu ter um punhado de pessoas que o seguiam pelos motivos certos, a ter uma vasta multidão que o fazia pelos motivos errados. Preferiu discípulos a consumidores.
Infelizmente, parece prevalecer em nossos dias uma mentalidade entre os evangélicos bem semelhante à da multidão nos dias de Jesus. Parece-nos que muitos, à semelhança da sociedade em que vivemos, tem uma mentalidade de consumidores quando se trata das coisas do Reino de Deus. O consumismo característico da nossa época parece ter achado a porta da igreja evangélica, tem entrado com toda a força, e para ficar.
O consumidor é orientado a ficar permanentemente insatisfeito e procurar satisfação nas novas experiências. O resultado mais grave de tudo isso é que, em meio a esse turbilhão de insatisfação, as pessoas se percebem sentindo necessidade de ter coisas absolutamente dispensáveis para sua vida, mas que elas julgam ser essenciais[4] .
Por consumismo quero dizer o impulso de satisfazer as necessidades, reais ou não, pelo uso de bens ou serviços prestados por outrem. No consumismo, as necessidades pessoais são o centro; e a "escolha" das pessoas, o mais respeitado de seus direitos. Tudo gira em torno da pessoa, e tudo existe para satisfazer as suas necessidades. As coisas ganham importância, validade e relevância à medida em que são capazes de atender estas necessidades.
Esta mentalidade tem permeado, em grande medida, as programações das igrejas, a forma e o conteúdo das pregações, a escolha das músicas, o tipo de liturgia, e as estratégias para crescimento de comunidades locais. Tudo é feito com o objetivo de satisfazer as necessidades emocionais, psicológicas, físicas e materiais das pessoas. E neste afã, prevalece o fim sobre os meios. Métodos são justificados à medida em que se prestam para atrair mais freqüentadores, e torná-los mais felizes, mais alegres, mais satisfeitos, e dispostos a continuar a freqüentar as igrejas.
A indústria de música cristã tem crescido assustadoramente, abandonando por vezes seu propósito inicial de difundir o Evangelho, e tornando-se cada vez mais um mercado rentável como outro qualquer. A maioria das gravadoras evangélicas nos Estados Unidos pertence à corporações seculares de entretenimento. As estrelas do gospel music cobram cachês altíssimos para suas apresentações. Há alguns "cientistas religiosos" que defendem abertamente que "o negócio das igrejas é servir ao povo". Ele defende que a igreja deve ter uma mentalidade voltada para o "cliente", e traçar seus planos e estratégias visando suas necessidades básicas, e especialmente faze-los sentir-se bem[5] . John Macarthur também compartilha das mesmas idéias, comentando sobre isso ele diz: "Não é difícil achar evidência desse tipo de pensamento na Igreja. Alguns ministérios contemporâneos categoricamente admitem que atender as necessidades das pessoas é seu objetivo principal"[6] .
Um efeito da mentalidade consumista das igrejas é o que tem sido chamado de "a síndrome da porta de vai-e-vem". As igrejas estão repletas de pessoas buscando sentido para a vida, alívio para suas ansiedades e preocupações. Assim, elas escolhem igrejas como escolhem refrigerantes. Tão logo a igreja que freqüentam deixa de satisfazer as suas necessidades, elas saem pela porta tão facilmente quanto entraram. As pessoas buscam igrejas onde se sintam confortáveis, e se esquecem de que precisam na verdade de uma igreja que as faça crescer em Cristo e no amor para com os outros.
Valdeci dos Santos comentando sobre esse tema diz que, estamos vivendo numa época da "McAdoração", ou seja, comparando-a a um lanche popular, a algo produzido em escala industrial. O público evangélico atual espera que as igrejas "providenciem um menu de diferentes e divergentes estilos de adoração e experiência. Porém a perspectiva bíblica e histórica sobre adoração não vê o culto público como focalizado na esperteza ou criatividade humana, mas na santidade de Deus[7] .
Augustus Nicodemus acredita que tudo isso que estamos vivendo é em sua maioria fruto da ação de Charles Finney no seu método de crescimento de igreja.
"Creio que há vários fatores que provocaram a presente situação. Ao meu ver, um dos mais decisivos é a influência da teologia e dos métodos de Charles G. Finney no evangelicalismo moderno. Houve uma profunda mudança no conceito de evangelização ocorrida no século passado, devido ao trabalho de Charles Finney. Mais do que a teologia do próprio Karl Barth, a teologia e os métodos de Finney têm moldado o moderno evangelicalismo. Ele é o herói de Jerry Falwell, Bill Bright e de Billy Graham; é o celebrado campeão de Keith Green, do movimento de sinais e prodígios, do movimento neopentecostal, e do movimento de crescimento da igreja. Michael Horton afirma que grande parte das dificuldades que a igreja evangélica moderna passa é devida à influência de Finney, particularmente de alguns dos seus desvios teológicos: "Para demonstrar o débito do evangelicalismo moderno a Finney, devemos observar em primeiro lugar os desvios teológicos de Finney Estes desvios fizeram de Finney o pai dos fatores antecedentes aos grandes desafios dentro da própria igreja evangélica hoje: o movimento de crescimento de igrejas, o neopentecostalismo, e o reavivalismo político"[8] .
Para muitos no Brasil seria uma surpresa tomar conhecimento do pensamento teológico de Finney. Ele é tido como um dos grandes evangelistas da Igreja Cristã, e estimado e venerado por evangélicos no Brasil como modelo de fé e vida. E não poderia ser diferente, visto que se tem publicado no Brasil apenas obras que exaltam Finney. Desconhecemos qualquer obra em português que apresente o outro lado. Nosso alvo, neste artigo, não é escrever extensamente sobre o assunto, mas mostrar a relação de causa e efeito que existe entre o ensino e métodos de Finney e a mentalidade consumista dos evangélicos hoje.
Em sua obra sobre teologia sistemática (Systematic Theology [Bethany, 1976]), escrita pelo fim de seu ministério, quando era professor do seminário de Oberlin, Finney revela ter abraçado ensinos estranhos ao Cristianismo histórico. Ele ensina que a perfeição moral é condição para justificação, e que ninguém poderá ser justificado de seus pecados enquanto tiver pecado em si (p. 57); afirma que o verdadeiro cristão perde sua justificação (e conseqüentemente, a salvação) toda vez que peca (p. 46); demonstra que não acredita em pecado original e nem na depravação inerente ao ser humano (p. 179); afirma que o homem é perfeitamente capaz de aceitar por si mesmo, sem a ajuda do Espírito Santo, a oferta do Evangelho. Mais surpreendente ainda, Finney nega que Cristo morreu para pagar os pecados de alguém; ele havia morrido com um propósito, o de reafirmar o governo moral de Deus, e nos dar o exemplo de como agradar a Deus (pp. 206-217). Finney nega ainda, de forma veemente, a imputação dos méritos de Cristo ao pecador, e rejeita a idéia da justificação com base da obra de Cristo em lugar dos pecadores (pp. 320-333). Quanto à aplicação da redenção, Finney nega a idéia de que o novo nascimento é um milagre operado sobrenaturalmente por Deus na alma humana. Para ele, "regeneração consiste no pecador mudar sua escolha última, sua intenção e suas preferência; ou ainda, mudar do egoísmo para o amor e a benevolência", e tudo isto movido pela influência moral do exemplo de Cristo ao morrer na cruz (p. 224)[9] .
Finney, reagindo contra a influência calvinista que predominava no Grande Avivamento ocorrido na Nova Inglaterra do século passado, mudou a ênfase que havia à pregação doutrinária para uma ênfase à fazer com que as pessoas "tomassem uma decisão", ou que fizessem uma escolha. No prefácio da sua Teologia Sistemática ele declara a base da sua metodologia: "Um reavivamento não é um milagre ou não depende de um milagre, em qualquer sentido. É meramente o resultado filosófico da aplicação correta dos métodos"[10] .
Na teologia de Finney, Deus não é soberano, o homem não é um pecador por natureza, a expiação de Cristo não é um pagamento válido pelo pecado, a doutrina da justificação pela imputação é insultante à razão e à moralidade, o novo nascimento é produzido simplesmente por técnicas bem sucedidas, e avivamento é o resultado de campanhas bem planejadas com os métodos corretos.
O Senhor Jesus preferiu doze seguidores genuínos a ter uma multidão de consumidores[11] . Creio que a igreja evangélica brasileira precisa seguir a Cristo também aqui. É preciso que reconheçamos que as tendências modernas em alguns quartéis evangélicos é a de produzir consumidores, muito mais que reais discípulos de Cristo, pela forma de culto, liturgias, atrações, e eventos que promovem. Um retorno às antigas doutrinas da graça, pregadas pelos apóstolos e pelos reformadores, enfatizando a busca da glória de Deus como alvo maior do homem, poderá melhorar esse estado de coisas.
Fazendo essa análise histórica, notamos que a música evangélica tem tomado os mesmos rumos da teologia que é pregada hoje. Há uma máxima cristã que diz "lex orandi, lex credendi", cuja tradução pode ser "o que se ora é o que se crê". Plagiando esta frase cremos que não seria errado se disséssemos hoje "o que se canta é o que se crê". A música evangélica hoje é permeada de citações e frases que elevam muito mais o homem do que a Deus. As músicas já são fabricadas com um propósito definido, ou seja, agradar o público.
Grandes grupos tem surgido no cenário nacional, fazendo grandes eventos reunindo milhares de pessoas, tudo isso, em nome de uma proposta de formação de "verdadeiros adoradores". Mas, quando analisamos o que está por trás, de tudo isso é uma proposta mercantilista, voltada para os "consumidores de adoração".
Notas:
[1] BAIRD, Charles W. A Liturgia Reformada. Ensaio histórico. São Paulo, SOCEP, 2001, p. 17.
[2] MARTINS, Jadiel Sousa. Charles Finney e A Secularização da Igreja. São Paulo, Parakletos, 2002, p.24.
[3] Augusto Nicodemus. Artigo não publicado: "Adoradores ou consumidores?".
[4] MARTINS, Jadiel Sousa. Charles Finney e A Secularização da Igreja. p.25
[5] Augusto Nicodemus. Artigo não publicado, "Adoradores ou consumidores?".
[6] MACARTHUR, John F. Jr. Nossa Suficiência em Cristo, São Paulo, Fiel, 1995, p. 132.
[7] SANTOS, Valdeci. Fides Reformata – Refletindo sobre a Adoração e o Culto Cristão. p.141.
[8] NICODEMUS, Augustus Lopes. Artigo não publicado, "Adoradores ou consumidores?".
[9] MARTINS, Jadiel Sousa. Charles Finney e a Secularização da Igreja. p. 106-124.
[10] Ibid p. 107.
[11] NICODEMUS, Augustus Lopes. Artigo não publicado, "Adoradores ou consumidores?".
À sua maneira jovens cultivam fé
À sua maneira, jovens cultivam fé
Especialistas apontam facilidade de migração e de mistura de crenças
Há seis anos, Valentim, de 20 anos, criado em família católica, é budista. São da mesma época os primeiros passos de Fany, de 27, no xamanismo e nos rituais do Santo Daime. Seu namorado, Gabriel, de 20, também segue as duas religiões, além de ser adepto do rastafarianismo - a mesma religião de Bob Marley (1945-1981). Wellington, de 21 anos, passou a freqüentar a igreja evangélica Bola de Neve há dois anos, após ser convencido por um vizinho. Eles podem divergir quanto a crença, mas estão unidos por viverem a fé em seu cotidiano.A trajetória dos quatro jovens contraria o senso comum que atribui a essa fase da vida uma postura individualista e pouco interessada em qualquer forma de religiosidade. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e do Instituto Polis, realizada em sete regiões metropolitanas (Belém, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), já identificava isso em 2005. O comportamento de mais de 8 mil jovens diante de assuntos como religião e política foi analisado para se traçar um perfil dessa população. Nesse universo, a participação em grupos é vivida por 28,1%, a maior parte pertencentes às classes A e B. A religião é o principal motivo que os une (42,5%), seguida por atividades esportivas (32,5%) e artísticas (26,9%).A forma como os jovens vivem a religiosidade, no entanto, chama a atenção. "Essa é uma geração que experimenta mais, entra e sai das religiões com facilidade", diz a antropóloga e pesquisadora do Ibase, Regina Novaes. "Muitas vezes, a procura leva a uma mistura de crenças pois eles se sentem mais livres para procurar um lugar em que se sintam bem." A vivência familiar é uma das explicações para a flexibilidade da fé. "Essa geração vem de famílias plurirreligiosas, o que é uma novidade", explica Regina.Valentim Conde Fernandes, 20 anos, tinha tudo para ser católico. A avó o levou para a igreja, a mãe freqüentava grupos de oração. Porém, aos 14 anos, o jovem começou a se interessar pelo budismo. O interesse cresceu a ponto de se tornar voluntário no Templo Zu Lai, em Cotia, na grande São Paulo. Nesse fim de semana, Valentim viajou para o Rio. O destino: um retiro espiritual. Seis anos após se converter, a família de Valentim também mudou. Aceita a religião do filho e seu objetivo: ingressar na Universidade Livre Budista e depois continuar seus estudos em Taiwan para se tornar monge. "O budismo foi fundamental para eu me entender melhor e para que eu não fosse mais uma pessoa mentindo para si mesma", diz ele. CRENTES Uma pesquisa feita neste ano por um grupo conduzido pelo teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com cerca de 1.500 universitários paulistas de 17 a 25 anos reflete a tendência dos jovens buscarem sua própria fé. O estudo mostrou que 20% dos entrevistados se declaram crentes sem religião. Ou seja, estavam ligados a práticas religiosas, sem serem filiados a nenhuma delas. "É comum ouvir dizer que a juventude perdeu as crenças, mergulhou no niilismo, no consumismo e no individualismo e abandonou as práticas religiosas. No entanto, a pesquisa descobriu que, pelo contrário, o jovem cultiva intensa religiosidade, que se integra em sua vida", afirma o teólogo.Os dados encontrados pelo professor vão ao encontro dos últimos dados disponíveis do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo último censo, há três grandes mudanças em curso na religiosidade do brasileiro, e das quais os jovens até 24 anos fazem parte: queda no número de católicos, crescimento de evangélicos e aumento de pessoas que não se identificam com nenhuma religião tradicional.Pouco tradicional é uma definição para as crenças do casal de namorados Fany Carolina de Castro Matriccioni, de 27 anos, e o namorado Gabriel Santana, de 21. Fany além de seguir o xamanismo - religião que une os conhecimentos ancestrais de povos indígenas e representações de seres míticos e animais - também freqüenta sessões do Santo Daime, seita que ficou conhecida pelo uso da ayahuasca, planta nativa da região amazônica. Gabriel compartilha das duas crenças, mas também é seguidor do rastafári, crença fortemente influenciada pelo judaísmo e cristianismo. Entre seus preceitos estão o vegetarianismo e a proibição de cortar o cabelo, trançado em forma de dreadlocks. Para os rastas o uso da maconha é sagrado. "A maconha é usada como consagração. O que é banal para uns é sagrado para outros", explica Gabriel. CLASSE SOCIALApesar da liberdade para definir sua fé, a classe social ainda é um fator importante na escolha e na forma como os jovens encaram as religiões. Enquanto os de classe mais baixa estão mais propensos a seguir as igrejas pentecostais, os jovens das classes média e alta parecem mais livres e interessados em crenças pouco ortodoxas para os padrões do brasileiro. "São os crentes sem religião, ou os agnósticos, como muitos se definem. Levam mais em conta a fé e a espiritualidade do que as instituições religiosas. Entre jovens com maior acesso à educação e a bens culturais, esse perfil aparece com maior freqüência", diz Ribeiro.Para o cientista político Cesar Romero Jacob, da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), há um núcleo de jovens urbanos e de classes média e alta que se encaixa nesse deslocamento das religiões tradicionais. No entanto, ele alerta que, seguindo a tendência da população em geral, o jovem das periferias das grandes cidades tende a trocar o catolicismo pelas igrejas evangélicas. "São as evangélicas neopentecostais que estão atraindo esses jovens da periferia, que se mostram presentes onde há falhas na oferta de serviços por parte do Estado, e onde a Igreja Católica não chega", analisa. No mapa da religião em São Paulo, traçado pelo pesquisador da PUC-Rio a partir dos dados do IBGE, a divisão fica clara: o centro expandido e a zona oeste são majoritariamente católicos (cerca de 83% da população), há bairros isolados, como a Liberdade, onde prevalece o budismo, e a zona leste é em sua grande maioria evangélica. "A moral rígida das evangélicas neopentecostais e pentecostais, como Assembléia de Deus, acaba sendo um porto seguro para as pessoas que se sentem inseguras em meio à falta de infra-estrutura e acesso a bens das periferias", afirma Jacob.O motoboy Wellington Silva de Oliveira Sanchez, de 21 anos, passou a freqüentar a igreja evangélica Bola de Neve, conhecida por reunir entre seus fiéis um número grande de jovens e surfistas, depois que um vizinho fez comentários sobre os cultos. "Ele falava que encontrava forças lá, que saía diferente depois do culto", conta. "Fiquei curioso, pensei que, se fosse tão bom assim, eu também queria isso", diz. Desde a primeira visita, já se passaram dois anos - a igreja existe há cerca de dez. "Vou toda semana, depois que largo o trabalho. Conheci minha namorada lá também."
Especialistas apontam facilidade de migração e de mistura de crenças
Há seis anos, Valentim, de 20 anos, criado em família católica, é budista. São da mesma época os primeiros passos de Fany, de 27, no xamanismo e nos rituais do Santo Daime. Seu namorado, Gabriel, de 20, também segue as duas religiões, além de ser adepto do rastafarianismo - a mesma religião de Bob Marley (1945-1981). Wellington, de 21 anos, passou a freqüentar a igreja evangélica Bola de Neve há dois anos, após ser convencido por um vizinho. Eles podem divergir quanto a crença, mas estão unidos por viverem a fé em seu cotidiano.A trajetória dos quatro jovens contraria o senso comum que atribui a essa fase da vida uma postura individualista e pouco interessada em qualquer forma de religiosidade. Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) e do Instituto Polis, realizada em sete regiões metropolitanas (Belém, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo), já identificava isso em 2005. O comportamento de mais de 8 mil jovens diante de assuntos como religião e política foi analisado para se traçar um perfil dessa população. Nesse universo, a participação em grupos é vivida por 28,1%, a maior parte pertencentes às classes A e B. A religião é o principal motivo que os une (42,5%), seguida por atividades esportivas (32,5%) e artísticas (26,9%).A forma como os jovens vivem a religiosidade, no entanto, chama a atenção. "Essa é uma geração que experimenta mais, entra e sai das religiões com facilidade", diz a antropóloga e pesquisadora do Ibase, Regina Novaes. "Muitas vezes, a procura leva a uma mistura de crenças pois eles se sentem mais livres para procurar um lugar em que se sintam bem." A vivência familiar é uma das explicações para a flexibilidade da fé. "Essa geração vem de famílias plurirreligiosas, o que é uma novidade", explica Regina.Valentim Conde Fernandes, 20 anos, tinha tudo para ser católico. A avó o levou para a igreja, a mãe freqüentava grupos de oração. Porém, aos 14 anos, o jovem começou a se interessar pelo budismo. O interesse cresceu a ponto de se tornar voluntário no Templo Zu Lai, em Cotia, na grande São Paulo. Nesse fim de semana, Valentim viajou para o Rio. O destino: um retiro espiritual. Seis anos após se converter, a família de Valentim também mudou. Aceita a religião do filho e seu objetivo: ingressar na Universidade Livre Budista e depois continuar seus estudos em Taiwan para se tornar monge. "O budismo foi fundamental para eu me entender melhor e para que eu não fosse mais uma pessoa mentindo para si mesma", diz ele. CRENTES Uma pesquisa feita neste ano por um grupo conduzido pelo teólogo Jorge Cláudio Ribeiro, da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com cerca de 1.500 universitários paulistas de 17 a 25 anos reflete a tendência dos jovens buscarem sua própria fé. O estudo mostrou que 20% dos entrevistados se declaram crentes sem religião. Ou seja, estavam ligados a práticas religiosas, sem serem filiados a nenhuma delas. "É comum ouvir dizer que a juventude perdeu as crenças, mergulhou no niilismo, no consumismo e no individualismo e abandonou as práticas religiosas. No entanto, a pesquisa descobriu que, pelo contrário, o jovem cultiva intensa religiosidade, que se integra em sua vida", afirma o teólogo.Os dados encontrados pelo professor vão ao encontro dos últimos dados disponíveis do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Pelo último censo, há três grandes mudanças em curso na religiosidade do brasileiro, e das quais os jovens até 24 anos fazem parte: queda no número de católicos, crescimento de evangélicos e aumento de pessoas que não se identificam com nenhuma religião tradicional.Pouco tradicional é uma definição para as crenças do casal de namorados Fany Carolina de Castro Matriccioni, de 27 anos, e o namorado Gabriel Santana, de 21. Fany além de seguir o xamanismo - religião que une os conhecimentos ancestrais de povos indígenas e representações de seres míticos e animais - também freqüenta sessões do Santo Daime, seita que ficou conhecida pelo uso da ayahuasca, planta nativa da região amazônica. Gabriel compartilha das duas crenças, mas também é seguidor do rastafári, crença fortemente influenciada pelo judaísmo e cristianismo. Entre seus preceitos estão o vegetarianismo e a proibição de cortar o cabelo, trançado em forma de dreadlocks. Para os rastas o uso da maconha é sagrado. "A maconha é usada como consagração. O que é banal para uns é sagrado para outros", explica Gabriel. CLASSE SOCIALApesar da liberdade para definir sua fé, a classe social ainda é um fator importante na escolha e na forma como os jovens encaram as religiões. Enquanto os de classe mais baixa estão mais propensos a seguir as igrejas pentecostais, os jovens das classes média e alta parecem mais livres e interessados em crenças pouco ortodoxas para os padrões do brasileiro. "São os crentes sem religião, ou os agnósticos, como muitos se definem. Levam mais em conta a fé e a espiritualidade do que as instituições religiosas. Entre jovens com maior acesso à educação e a bens culturais, esse perfil aparece com maior freqüência", diz Ribeiro.Para o cientista político Cesar Romero Jacob, da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio), há um núcleo de jovens urbanos e de classes média e alta que se encaixa nesse deslocamento das religiões tradicionais. No entanto, ele alerta que, seguindo a tendência da população em geral, o jovem das periferias das grandes cidades tende a trocar o catolicismo pelas igrejas evangélicas. "São as evangélicas neopentecostais que estão atraindo esses jovens da periferia, que se mostram presentes onde há falhas na oferta de serviços por parte do Estado, e onde a Igreja Católica não chega", analisa. No mapa da religião em São Paulo, traçado pelo pesquisador da PUC-Rio a partir dos dados do IBGE, a divisão fica clara: o centro expandido e a zona oeste são majoritariamente católicos (cerca de 83% da população), há bairros isolados, como a Liberdade, onde prevalece o budismo, e a zona leste é em sua grande maioria evangélica. "A moral rígida das evangélicas neopentecostais e pentecostais, como Assembléia de Deus, acaba sendo um porto seguro para as pessoas que se sentem inseguras em meio à falta de infra-estrutura e acesso a bens das periferias", afirma Jacob.O motoboy Wellington Silva de Oliveira Sanchez, de 21 anos, passou a freqüentar a igreja evangélica Bola de Neve, conhecida por reunir entre seus fiéis um número grande de jovens e surfistas, depois que um vizinho fez comentários sobre os cultos. "Ele falava que encontrava forças lá, que saía diferente depois do culto", conta. "Fiquei curioso, pensei que, se fosse tão bom assim, eu também queria isso", diz. Desde a primeira visita, já se passaram dois anos - a igreja existe há cerca de dez. "Vou toda semana, depois que largo o trabalho. Conheci minha namorada lá também."
terça-feira, 2 de setembro de 2008
GETTING THE GOSPEL RIGHT
Getting the Gospel Right by John MacArthur
I am amazed at some of the things that have been said and written in recent years about the gospel. I fear that in many circles a different message is replacing the good news of salvation. I'm not talking about the attacks on the gospel from liberal religion or the theology of the cults, but a skewed message that has sprouted from right within conservative evangelicalism.
I have a copy of a training film now being used internationally to teach Christians what they should and should not say when leading someone to Christ. A respected, conservative organization produced the film, but frankly, the warped view of the gospel it presents is appalling.
In the entire half-hour film, there is not one mention of the resurrection. It speaks of forgiveness without defining sin, and it talks of trusting Christ without describing faith. Incredibly, the film counsels believers never to speak to a non-Christian about the lordship of Christ, submission to Him, surrender of the will, forsaking one's sin, or obeying God. Those truths, according to the film, have no place in the gospel message but should be saved for later, after someone becomes a Christian.
That sentiment reflects a viewpoint that is rapidly gaining momentum within evangelicalism. A handful of outspoken and increasingly vocal teachers are popularizing it. To their credit, most of those men are motivated by a passion to keep the gospel of God's grace free from the influence of human works. Their desire, I'm sure, is to make clear the biblical truth that salvation may in no way be earned or obtained by man's effort. Their approach, however, has been to eliminate from the gospel message anything that sounds like a work of righteousness, and to speak only of believing the objective data. They have erased the biblical words repentance, obedience, and submission from the vocabulary of evangelicalism.
Such teaching has taken a heavy toll. Faith has become merely an intellectual exercise. Instead of calling men and women to surrender to Christ, modern evangelism asks them only to accept some basic facts about Him. A person can believe without obeying. Thus faith is robbed of any moral significance, and righteousness becomes optional.
Even the way we invite people to Christ reveals this shift. "Make a decision for Christ," we say. When was the last time you heard an evangelistic message that challenged sinners to repent and follow Christ? Yet isn't that the language Jesus Himself used (Matthew 4:17; Mark 8:34)?
Those were the questions that prompted me to write The Gospel According to Jesus--I wanted to study the message Jesus preached to unbelievers. How could any issue be more important? The gospel we present has eternal consequences. If it is the true gospel, it can direct men and women into the everlasting kingdom. If it is a corrupted message, it can give unsaved people false hope while consigning them to eternal damnation. This is not a trivial matter for theologians to speculate on. It is an issue every lay person must understand and get right.
Here are some questions that need to be answered biblically:
Do we receive Jesus as Lord and Savior, or as Savior only? Some say a person who refuses to obey Christ can still receive Him as Savior. They teach that the gift of eternal life is available by faith even to one who rejects the moral and spiritual demands of Christ. They accuse others of teaching "lordship salvation," implying that it is novel to suggest that submission is a characteristic of saving faith.
Until relatively recently, however, no one would have dared suggest a person can be saved while stubbornly refusing to bow to Christ's authority. Nearly all the major biblical passages calling for saving faith refer to Jesus as lord (cf. Acts 2:21, 36; Romans 10:9-10).
Is repentance from sin essential to salvation? Some say that turning from sin is a human work and therefore cannot be part of salvation. To accommodate the biblical call to repentance, they redefine repentance as nothing more than a change of mind about who Jesus is.
Biblically, however, repentance is a total about face--turning away from sin and self and unto God (cf. 1 Thessalonians 1:9). That is no more a result of human effort than faith itself. Nor is it in any sense a pre-salvation work required to prepare a sinner for salvation. Real repentance is inseparable from faith and, like faith, is the work of God in a human heart. It is the response God inevitably generates in the heart of one He is redeeming.
What is faith? Some say faith is merely believing certain facts. One popular Bible teacher says saving faith is nothing more than confidence in the divine offer of eternal life.
Biblically, however, the object of faith is not the divine offer; it is the Person of Jesus Christ. Faith in Him is what saves, not just believing His promises or accepting facts about Him. Saving faith has to be more than accepting facts. Even demons have that kind of faith (James 2:19).
Believing in Jesus means receiving Him for all that He is (John 1:12). It means both confessing Him as Savior and yielding to Him as Lord. In fact, Scripture often uses the word obedience as a synonym for faith (cf. John 3:36; Acts 6:7; Hebrews 5:9).
What is a disciple? In the past hundred years or so, it has become popular to speak of discipleship as a higher level of Christian experience. In the new terminology, a person becomes a believer at salvation; he becomes a disciple later, when he moves past faith to obedience.
Such a view conveniently relegates the difficult demands of Jesus to a post-salvation experience. It maintains that when He challenged the multitudes to deny self, to take up a cross and follow Him (Mark 8:34); to forsake all (Luke 14:33); and to leave father and mother (Matthew 19:29), He was simply asking believers to step up to the second level and become disciples.
But how does that square with Jesus' own words, "I did not come to call the righteous, but sinners" (Matt 9:13)? The heart of His ministry was evangelism, and those difficult demands are evangelistic appeals.
Every believer is a disciple and vice versa. A careful reading of Acts shows that the word disciple has been a synonym for Christian from the earliest days of the church (cf. 6:1-2, 7; 11:26; 14:20, 22; 15:10).
What is the evidence of salvation? In their zeal to eliminate good works as a requirement for salvation, some have gone to the extreme of arguing that good works are not even a valid evidence of salvation. They teach that a person may be genuinely saved yet never manifest the fruit of salvation--a changed life.
A few have even taken the absurd position that a born-again person may ultimately turn away from Christ into unbelief, deny God, and become an atheist--yet still possess eternal life. One writer invented a term for such people: "unbelieving believers"!
Scripture is clear that a saved person can never be lost. It is equally clear that a genuine Christian will never fall back into total unbelief. That kind of apostasy proves an individual was never really born again (1 John 2:19).
Furthermore, if a person is genuinely saved, his life will change for the better (2 Corinthians 5:17). He is saved "for good works" (Ephesians 2:10), and there is no way he can fail to bring forth at least some of the fruit that characterizes the redeemed (cf. Matthew 7:17). His desires are transformed; he begins to hate sin and love righteousness. He will not be sinless, but the pattern of his life will be decreasing sin and increasing righteousness.
You need to settle these critical questions in your own heart. Study the gospel Scripture presents. Listen with discernment to every speaker you hear. Measure everything by the Word of God. Above all, make sure that the message you share with unbelievers is truly the gospel of Christ.
I am amazed at some of the things that have been said and written in recent years about the gospel. I fear that in many circles a different message is replacing the good news of salvation. I'm not talking about the attacks on the gospel from liberal religion or the theology of the cults, but a skewed message that has sprouted from right within conservative evangelicalism.
I have a copy of a training film now being used internationally to teach Christians what they should and should not say when leading someone to Christ. A respected, conservative organization produced the film, but frankly, the warped view of the gospel it presents is appalling.
In the entire half-hour film, there is not one mention of the resurrection. It speaks of forgiveness without defining sin, and it talks of trusting Christ without describing faith. Incredibly, the film counsels believers never to speak to a non-Christian about the lordship of Christ, submission to Him, surrender of the will, forsaking one's sin, or obeying God. Those truths, according to the film, have no place in the gospel message but should be saved for later, after someone becomes a Christian.
That sentiment reflects a viewpoint that is rapidly gaining momentum within evangelicalism. A handful of outspoken and increasingly vocal teachers are popularizing it. To their credit, most of those men are motivated by a passion to keep the gospel of God's grace free from the influence of human works. Their desire, I'm sure, is to make clear the biblical truth that salvation may in no way be earned or obtained by man's effort. Their approach, however, has been to eliminate from the gospel message anything that sounds like a work of righteousness, and to speak only of believing the objective data. They have erased the biblical words repentance, obedience, and submission from the vocabulary of evangelicalism.
Such teaching has taken a heavy toll. Faith has become merely an intellectual exercise. Instead of calling men and women to surrender to Christ, modern evangelism asks them only to accept some basic facts about Him. A person can believe without obeying. Thus faith is robbed of any moral significance, and righteousness becomes optional.
Even the way we invite people to Christ reveals this shift. "Make a decision for Christ," we say. When was the last time you heard an evangelistic message that challenged sinners to repent and follow Christ? Yet isn't that the language Jesus Himself used (Matthew 4:17; Mark 8:34)?
Those were the questions that prompted me to write The Gospel According to Jesus--I wanted to study the message Jesus preached to unbelievers. How could any issue be more important? The gospel we present has eternal consequences. If it is the true gospel, it can direct men and women into the everlasting kingdom. If it is a corrupted message, it can give unsaved people false hope while consigning them to eternal damnation. This is not a trivial matter for theologians to speculate on. It is an issue every lay person must understand and get right.
Here are some questions that need to be answered biblically:
Do we receive Jesus as Lord and Savior, or as Savior only? Some say a person who refuses to obey Christ can still receive Him as Savior. They teach that the gift of eternal life is available by faith even to one who rejects the moral and spiritual demands of Christ. They accuse others of teaching "lordship salvation," implying that it is novel to suggest that submission is a characteristic of saving faith.
Until relatively recently, however, no one would have dared suggest a person can be saved while stubbornly refusing to bow to Christ's authority. Nearly all the major biblical passages calling for saving faith refer to Jesus as lord (cf. Acts 2:21, 36; Romans 10:9-10).
Is repentance from sin essential to salvation? Some say that turning from sin is a human work and therefore cannot be part of salvation. To accommodate the biblical call to repentance, they redefine repentance as nothing more than a change of mind about who Jesus is.
Biblically, however, repentance is a total about face--turning away from sin and self and unto God (cf. 1 Thessalonians 1:9). That is no more a result of human effort than faith itself. Nor is it in any sense a pre-salvation work required to prepare a sinner for salvation. Real repentance is inseparable from faith and, like faith, is the work of God in a human heart. It is the response God inevitably generates in the heart of one He is redeeming.
What is faith? Some say faith is merely believing certain facts. One popular Bible teacher says saving faith is nothing more than confidence in the divine offer of eternal life.
Biblically, however, the object of faith is not the divine offer; it is the Person of Jesus Christ. Faith in Him is what saves, not just believing His promises or accepting facts about Him. Saving faith has to be more than accepting facts. Even demons have that kind of faith (James 2:19).
Believing in Jesus means receiving Him for all that He is (John 1:12). It means both confessing Him as Savior and yielding to Him as Lord. In fact, Scripture often uses the word obedience as a synonym for faith (cf. John 3:36; Acts 6:7; Hebrews 5:9).
What is a disciple? In the past hundred years or so, it has become popular to speak of discipleship as a higher level of Christian experience. In the new terminology, a person becomes a believer at salvation; he becomes a disciple later, when he moves past faith to obedience.
Such a view conveniently relegates the difficult demands of Jesus to a post-salvation experience. It maintains that when He challenged the multitudes to deny self, to take up a cross and follow Him (Mark 8:34); to forsake all (Luke 14:33); and to leave father and mother (Matthew 19:29), He was simply asking believers to step up to the second level and become disciples.
But how does that square with Jesus' own words, "I did not come to call the righteous, but sinners" (Matt 9:13)? The heart of His ministry was evangelism, and those difficult demands are evangelistic appeals.
Every believer is a disciple and vice versa. A careful reading of Acts shows that the word disciple has been a synonym for Christian from the earliest days of the church (cf. 6:1-2, 7; 11:26; 14:20, 22; 15:10).
What is the evidence of salvation? In their zeal to eliminate good works as a requirement for salvation, some have gone to the extreme of arguing that good works are not even a valid evidence of salvation. They teach that a person may be genuinely saved yet never manifest the fruit of salvation--a changed life.
A few have even taken the absurd position that a born-again person may ultimately turn away from Christ into unbelief, deny God, and become an atheist--yet still possess eternal life. One writer invented a term for such people: "unbelieving believers"!
Scripture is clear that a saved person can never be lost. It is equally clear that a genuine Christian will never fall back into total unbelief. That kind of apostasy proves an individual was never really born again (1 John 2:19).
Furthermore, if a person is genuinely saved, his life will change for the better (2 Corinthians 5:17). He is saved "for good works" (Ephesians 2:10), and there is no way he can fail to bring forth at least some of the fruit that characterizes the redeemed (cf. Matthew 7:17). His desires are transformed; he begins to hate sin and love righteousness. He will not be sinless, but the pattern of his life will be decreasing sin and increasing righteousness.
You need to settle these critical questions in your own heart. Study the gospel Scripture presents. Listen with discernment to every speaker you hear. Measure everything by the Word of God. Above all, make sure that the message you share with unbelievers is truly the gospel of Christ.
sábado, 19 de julho de 2008
A Igreja Brasileira na Pós-modernidade
A Igreja Brasileira na Pós-modernidade
O pensamento Pós-Moderno esvaziou a religião formal. Na Pós-Modernidade, a religião deixou a dimensão pública e restringiu-se à esfera privada. Na tentativa de se libertar de uma cultura religiosa com padrões morais absolutos, o indivíduo pós-moderno criou uma religiosidade interiorizada, subjetiva e sem culpa.
As pessoas querem optar pela sua “preferência” religiosa sem ser importunadas por opiniões contrárias. Os critérios que orientam essas escolhas são todos íntimos e subjetivos. Semelhantemente, também não tentarão impor sua nova opção de fé a ninguém.
Na Igreja, o que antes era convicção, hoje é opção. Os mandamentos divinos passaram a ser sugestões divinas. A igreja é orientada por aquilo que dá certo e não por aquilo que é certo. O pragmatismo missionário e o “novo poder” da igreja (político, econômico, tecnológico, etc) esvaziou o significado da oração e seu espaço na tarefa da igreja. Confiamos mais em nossos recursos e menos em Deus, superestimamos o poder de César e subestimamos o poder de Deus. As ferramentas ideológicas e tecnológicas tornaram-se mais eficientes que a comunidade e a comunhão.
Entendo que a versão evangélica da pós-modernidade seja o neopentecostalismo e seus famigerados congêneres. O neopentecostalismo possui diversos traços de continuidade cultural com o catolicismo popular latino-americano. Continuidade que muitas vezes desemboca em sincretismo e no reforço de práticas e concepções corporativistas. O protestantismo, por sua vez, é a religião da escrita, da educação cívica e racional. Favorece uma cultura política democrática e promove uma pedagogia da vontade individual.
Entende-se por “protestante” ou “protestantismo” todo o conjunto de instituições religiosas surgidas em conseqüência da Reforma Religiosa do século XVI nas suas principais vertentes que são a luterana e a calvinista e que procuram manter os princípios básicos que formam o princípio protestante da liberdade: a justificação pela fé, a “sola scriptura”, o livre exame da Bíblia e o sacerdócio universal de todos os crentes.
Hoje em dia é difícil incluir entre os protestantes alguns setores do pentecostalismo e, principalmente, do neopentecostalismo brasileiro. Esta é a opinião do Dr. Ricardo Mariano [1] que analisou os modernos movimentos neopentecostais e segundo ele:
O neopentecostalismo, o responsável pela “explosão protestante”, à medida que passa a formar sincretismos, a se autonomizar em relação à influência das matrizes religiosas norte-americanas, a promover sucessivas acomodações sociais, a abandonar práticas ascéticas e sectárias, a penetrar em novos e inusitados espaços sociais e a assumir o status de uma grande minoria religiosa, cada vez menos tende a representar uma ruptura com a cultura ambiente. Tende, pelo contrário, a mostrar-se menos distintivo, mais aculturado, mais vulnerável à antropofagia brasileira e, portanto, cada vez menos capaz de modificar a cultura que o acolheu e na qual vem se acomodando.
O neopentecostalismo, pelo contrário, provêm da cultura religiosa do catolicismo popular, corporativista e autoritário. É a religião da lábia, do engano e da corrupção. Ele favorece o analfabetismo bíblico. Esta nova religiosidade evangélica é um tipo de ocultismo, recheado de citações bíblicas. O Neopentecostalismo há muito deixou de ser evangélico, tornando uma outra forma de expressão religiosa, distante do pensamento protestante e reformado.
Uma das rupturas mais sérias do Neopentecostalismo com o pensamento protestante, é o uso da Bíblia. No Protestantismo a Bíblia é sua última autoridade, não a tradição ou personalidades importantes ou mesmo a experiência espiritual, enquanto que o Neopentecostalismo enfatiza o uso mágico da Escritura. Para os neopentecostais, a Bíblia é mais um oráculo a ser consultado do que a única regra de fé e prática.
Em Brasília, um jornal local publica semanalmente um anúncio estranho: “Revela-se por Professia” (sic). A promessa por trás dessa mensagem é a solução imediata dos problemas, dos encostos e das maldições, tal como as inúmeras videntes que infestam os grandes centros urbanos. Normalmente nestas sessões, a vidente se posta diante do pedinte com uma Bíblia aberta. A intenção é encontrar “na palavra” a solução para os problemas. Os versos bíblicos são interpretados fora de contexto, sempre na busca de uma “palavra de bênção”.
No neopentecostalismo, as doutrinas bíblicas foram rejeitadas e substituídas por um falso evangelho centralizado no homem. Boa parte da pregação neopentecostal é um mero exercício de auto-ajuda, com a intenção principal de acalmar a consciência pecaminosa com promessas de riqueza e bem-estar. Contudo, o mandamento para todos os ministros cristãos, ainda continua sendo, prega a palavra (I Timóteo 4:1), em lugar disso, os pregadores se transformaram em animadores de auditório.
Nossa tarefa apologética para esta era pós-moderna é restaurar a confiança na verdade. A Bíblia continua sendo a Palavra de Deus. A Bíblia é um documento inspirado da revelação divina, quer este ou aquele indivíduo receba ou não o seu testemunho. Devemos, pois, respeito e obediência à Bíblia, não por ser letra fixa e estática, mas porque, sob a orientação do Espírito Santo, essa letra é a Palavra viva do Deus vivo dirigida não só ao crente individual, mas à Igreja em geral.
A igreja precisa rever sua atuação, olhando para o Senhor Jesus e lançando-se humildemente de volta às Escrituras, resgatando sua identidade e o seu chamado. Se abrirmos mão da Palavra de Deus como verdade absoluta, correremos sérios riscos diante de uma sociedade sem referenciais, mas principalmente diante de um Senhor zeloso que rege a história e têm em suas mãos todo o domínio e todo o poder.
"A cruz precisa ser carregada; não temos liberdade de passar por cima dela ou de evitá-la"(Richard Baxter)
O pensamento Pós-Moderno esvaziou a religião formal. Na Pós-Modernidade, a religião deixou a dimensão pública e restringiu-se à esfera privada. Na tentativa de se libertar de uma cultura religiosa com padrões morais absolutos, o indivíduo pós-moderno criou uma religiosidade interiorizada, subjetiva e sem culpa.
As pessoas querem optar pela sua “preferência” religiosa sem ser importunadas por opiniões contrárias. Os critérios que orientam essas escolhas são todos íntimos e subjetivos. Semelhantemente, também não tentarão impor sua nova opção de fé a ninguém.
Na Igreja, o que antes era convicção, hoje é opção. Os mandamentos divinos passaram a ser sugestões divinas. A igreja é orientada por aquilo que dá certo e não por aquilo que é certo. O pragmatismo missionário e o “novo poder” da igreja (político, econômico, tecnológico, etc) esvaziou o significado da oração e seu espaço na tarefa da igreja. Confiamos mais em nossos recursos e menos em Deus, superestimamos o poder de César e subestimamos o poder de Deus. As ferramentas ideológicas e tecnológicas tornaram-se mais eficientes que a comunidade e a comunhão.
Entendo que a versão evangélica da pós-modernidade seja o neopentecostalismo e seus famigerados congêneres. O neopentecostalismo possui diversos traços de continuidade cultural com o catolicismo popular latino-americano. Continuidade que muitas vezes desemboca em sincretismo e no reforço de práticas e concepções corporativistas. O protestantismo, por sua vez, é a religião da escrita, da educação cívica e racional. Favorece uma cultura política democrática e promove uma pedagogia da vontade individual.
Entende-se por “protestante” ou “protestantismo” todo o conjunto de instituições religiosas surgidas em conseqüência da Reforma Religiosa do século XVI nas suas principais vertentes que são a luterana e a calvinista e que procuram manter os princípios básicos que formam o princípio protestante da liberdade: a justificação pela fé, a “sola scriptura”, o livre exame da Bíblia e o sacerdócio universal de todos os crentes.
Hoje em dia é difícil incluir entre os protestantes alguns setores do pentecostalismo e, principalmente, do neopentecostalismo brasileiro. Esta é a opinião do Dr. Ricardo Mariano [1] que analisou os modernos movimentos neopentecostais e segundo ele:
O neopentecostalismo, o responsável pela “explosão protestante”, à medida que passa a formar sincretismos, a se autonomizar em relação à influência das matrizes religiosas norte-americanas, a promover sucessivas acomodações sociais, a abandonar práticas ascéticas e sectárias, a penetrar em novos e inusitados espaços sociais e a assumir o status de uma grande minoria religiosa, cada vez menos tende a representar uma ruptura com a cultura ambiente. Tende, pelo contrário, a mostrar-se menos distintivo, mais aculturado, mais vulnerável à antropofagia brasileira e, portanto, cada vez menos capaz de modificar a cultura que o acolheu e na qual vem se acomodando.
O neopentecostalismo, pelo contrário, provêm da cultura religiosa do catolicismo popular, corporativista e autoritário. É a religião da lábia, do engano e da corrupção. Ele favorece o analfabetismo bíblico. Esta nova religiosidade evangélica é um tipo de ocultismo, recheado de citações bíblicas. O Neopentecostalismo há muito deixou de ser evangélico, tornando uma outra forma de expressão religiosa, distante do pensamento protestante e reformado.
Uma das rupturas mais sérias do Neopentecostalismo com o pensamento protestante, é o uso da Bíblia. No Protestantismo a Bíblia é sua última autoridade, não a tradição ou personalidades importantes ou mesmo a experiência espiritual, enquanto que o Neopentecostalismo enfatiza o uso mágico da Escritura. Para os neopentecostais, a Bíblia é mais um oráculo a ser consultado do que a única regra de fé e prática.
Em Brasília, um jornal local publica semanalmente um anúncio estranho: “Revela-se por Professia” (sic). A promessa por trás dessa mensagem é a solução imediata dos problemas, dos encostos e das maldições, tal como as inúmeras videntes que infestam os grandes centros urbanos. Normalmente nestas sessões, a vidente se posta diante do pedinte com uma Bíblia aberta. A intenção é encontrar “na palavra” a solução para os problemas. Os versos bíblicos são interpretados fora de contexto, sempre na busca de uma “palavra de bênção”.
No neopentecostalismo, as doutrinas bíblicas foram rejeitadas e substituídas por um falso evangelho centralizado no homem. Boa parte da pregação neopentecostal é um mero exercício de auto-ajuda, com a intenção principal de acalmar a consciência pecaminosa com promessas de riqueza e bem-estar. Contudo, o mandamento para todos os ministros cristãos, ainda continua sendo, prega a palavra (I Timóteo 4:1), em lugar disso, os pregadores se transformaram em animadores de auditório.
Nossa tarefa apologética para esta era pós-moderna é restaurar a confiança na verdade. A Bíblia continua sendo a Palavra de Deus. A Bíblia é um documento inspirado da revelação divina, quer este ou aquele indivíduo receba ou não o seu testemunho. Devemos, pois, respeito e obediência à Bíblia, não por ser letra fixa e estática, mas porque, sob a orientação do Espírito Santo, essa letra é a Palavra viva do Deus vivo dirigida não só ao crente individual, mas à Igreja em geral.
A igreja precisa rever sua atuação, olhando para o Senhor Jesus e lançando-se humildemente de volta às Escrituras, resgatando sua identidade e o seu chamado. Se abrirmos mão da Palavra de Deus como verdade absoluta, correremos sérios riscos diante de uma sociedade sem referenciais, mas principalmente diante de um Senhor zeloso que rege a história e têm em suas mãos todo o domínio e todo o poder.
"A cruz precisa ser carregada; não temos liberdade de passar por cima dela ou de evitá-la"(Richard Baxter)
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Os cinco solas da reforma
SOLA SCRIPTURA: A Erosão da Autoridade
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.
Tese 1: Sola Scriptura
Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.
Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.
SOLO CHRISTUS: A Erosão da Fé Centrada em Cristo À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.
Tese 2: Solus Christus
Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.
SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.
A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.
Tese 3: Sola Gratia
Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.
Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.
SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.
Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.
Tese 4: Sola Fide
Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.
Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.
SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.
Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.
Tese 5: Soli Deo Gloria
Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.
Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.
Fonte: Declaração de Cambridge
Só a Escritura é a regra inerrante da vida da igreja, mas a igreja evangélica atual fez separação entre a Escritura e sua função oficial. Na prática, a igreja é guiada, por vezes demais, pela cultura. Técnicas terapêuticas, estratégias de marketing, e o ritmo do mundo de entretenimento muitas vezes tem mais voz naquilo que a igreja quer, em como funciona, e no que oferece, do que a Palavra de Deus. Os pastores negligenciam a supervisão do culto, que lhes compete, inclusive o conteúdo doutrinário da música. À medida que a autoridade bíblica foi abandonada na prática, que suas verdades se enfraqueceram na consciência cristã, e que suas doutrinas perderam sua proeminência, a igreja foi cada vez mais esvaziada de sua integridade, autoridade moral e discernimento.
Em lugar de adaptar a fé cristã para satisfazer as necessidades sentidas dos consumidores, devemos proclamar a Lei como medida única da justiça verdadeira, e o evangelho como a única proclamação da verdade salvadora. A verdade bíblica é indispensável para a compreensão, o desvelo e a disciplina da igreja.
A Escritura deve nos levar além de nossas necessidades percebidas para nossas necessidades reais, e libertar-nos do hábito de nos enxergar por meio das imagens sedutoras, clichês, promessas e prioridades da cultura massificada. É só à luz da verdade de Deus que nós nos entendemos corretamente e abrimos os olhos para a provisão de Deus para a nossa sociedade. A Bíblia, portanto, precisa ser ensinada e pregada na igreja. Os sermões precisam ser exposições da Bíblia e de seus ensino, não a expressão de opinião ou de idéias da época. Não devemos aceitar menos do que aquilo que Deus nos tem dado.
A obra do Espírito Santo na experiência pessoal não pode ser desvinculada da Escritura. O Espírito não fala em formas que independem da Escritura. À parte da Escritura nunca teríamos conhecido a graça de Deus em Cristo. A Palavra bíblica, e não a experiência espiritual, é o teste da verdade.
Tese 1: Sola Scriptura
Reafirmamos a Escritura inerrante como fonte única de revelação divina escrita, única para constranger a consciência. A Bíblia sozinha ensina tudo o que é necessário para nossa salvação do pecado, e é o padrão pelo qual todo comportamento cristão deve ser avaliado.
Negamos que qualquer credo, concílio ou indivíduo possa constranger a consciência de um crente, que o Espírito Santo fale independentemente de, ou contrariando, o que está exposto na Bíblia, ou que a experiência pessoal possa ser veículo de revelação.
SOLO CHRISTUS: A Erosão da Fé Centrada em Cristo À medida que a fé evangélica se secularizou, seus interesses se confundiram com os da cultura. O resultado é uma perda de valores absolutos, um individualismo permissivo, a substituição da santidade pela integridade, do arrependimento pela recuperação, da verdade pela intuição, da fé pelo sentimento, da providência pelo acaso e da esperança duradoura pela gratificação imediata. Cristo e sua cruz se deslocaram do centro de nossa visão.
Tese 2: Solus Christus
Reafirmamos que nossa salvação é realizada unicamente pela obra mediatória do Cristo histórico. Sua vida sem pecado e sua expiação por si só são suficientes para nossa justificação e reconciliação com o Pai.
Negamos que o evangelho esteja sendo pregado se a obra substitutiva de Cristo não estiver sendo declarada e a fé em Cristo e sua obra não estiver sendo invocada.
SOLA GRATIA: A Erosão do Evangelho A Confiança desmerecida na capacidade humana é um produto da natureza humana decaída. Esta falsa confiança enche hoje o mundo evangélico – desde o evangelho da auto-estima até o evangelho da saúde e da prosperidade, desde aqueles que já transformaram o evangelho num produto vendável e os pecadores em consumidores e aqueles que tratam a fé cristã como verdadeira simplesmente porque funciona. Isso faz calar a doutrina da justificação, a despeito dos compromissos oficiais de nossas igrejas.
A graça de Deus em Cristo não só é necessária como é a única causa eficaz da salvação. Confessamos que os seres humanos nascem espiritualmente mortos e nem mesmo são capazes de cooperar com a graça regeneradora.
Tese 3: Sola Gratia
Reafirmamos que na salvação somos resgatados da ira de Deus unicamente pela sua graça. A obra sobrenatural do Espírito Santo é que nos leva a Cristo, soltando-nos de nossa servidão ao pecado e erguendo-nos da morte espiritual à vida espiritual.
Negamos que a salvação seja em qualquer sentido obra humana. Os métodos, técnicas ou estratégias humanas por si só não podem realizar essa transformação. A fé não é produzida pela nossa natureza não-regenerada.
SOLA FIDE: A Erosão do Artigo Primordial A justificação é somente pela graça, somente por intermédio da fé, somente por causa de Cristo. Este é o artigo pelo qual a igreja se sustenta ou cai. É um artigo muitas vezes ignorado, distorcido, ou por vezes até negado por líderes, estudiosos e pastores que professam ser evangélicos. Embora a natureza humana decaída sempre tenha recuado de professar sua necessidade da justiça imputada de Cristo, a modernidade alimenta as chamas desse descontentamento com o Evangelho bíblico. Já permitimos que esse descontentamento dite a natureza de nosso ministério e o conteúdo de nossa pregação.
Muitas pessoas ligadas ao movimento do crescimento da igreja acreditam que um entendimento sociológico daqueles que vêm assistir aos cultos é tão importante para o êxito do evangelho como o é a verdade bíblica proclamada. Como resultado, as convicções teológicas freqüentemente desaparecem, divorciadas do trabalho do ministério. A orientação publicitária de marketing em muitas igrejas leva isso mais adiante, apegando a distinção entre a Palavra bíblica e o mundo, roubando da cruz de Cristo a sua ofensa e reduzindo a fé cristã aos princípios e métodos que oferecem sucesso às empresas seculares.
Embora possam crer na teologia da cruz, esses movimentos a verdade estão esvaziando-a de seu conteúdo. Não existe evangelho a não ser o da substituição de Cristo em nosso lugar, pela qual Deus lhe imputou o nosso pecado e nos imputou a sua justiça. Por ele Ter levado sobre si a punição de nossa culpa, nós agora andamos na sua graça como aqueles que são para sempre perdoados, aceitos e adotados como filhos de Deus. Não há base para nossa aceitação diante de Deus a não ser na obra salvífica de Cristo; a base não é nosso patriotismo, devoção à igreja, ou probidade moral. O evangelho declara o que Deus fez por nós em Cristo. Não é sobre o que nós podemos fazer para alcançar Deus.
Tese 4: Sola Fide
Reafirmamos que a justificação é somente pela graça somente por intermédio da fé somente por causa de Cristo. Na justificação a retidão de Cristo nos é imputada como o único meio possível de satisfazer a perfeita justiça de Deus.
Negamos que a justificação se baseie em qualquer mérito que em nós possa ser achado, ou com base numa infusão da justiça de Cristo em nós; ou que uma instituição que reivindique ser igreja mas negue ou condene sola fide possa ser reconhecida como igreja legítima.
SOLI DEO GLORIA: A Erosão do Culto Centrado em Deus Onde quer que, na igreja, se tenha perdido a autoridade da Bíblia, onde Cristo tenha sido colocado de lado, o evangelho tenha sido distorcido ou a fé pervertida, sempre foi por uma mesma razão. Nossos interesses substituíram os de Deus e nós estamos fazendo o trabalho dele a nosso modo. A perda da centralidade de Deus na vida da igreja de hoje é comum e lamentável. É essa perda que nos permite transformar o culto em entretenimento, a pregação do evangelho em marketing, o crer em técnica, o ser bom em sentir-nos bem e a fidelidade em ser bem-sucedido. Como resultado, Deus, Cristo e a Bíblia vêm significando muito pouco para nós e têm um peso irrelevante sobre nós.
Deus não existe para satisfazer as ambições humanas, os desejos, os apetites de consumo, ou nossos interesses espirituais particulares. Precisamos nos focalizar em Deus em nossa adoração, e não em satisfazer nossas próprias necessidades. Deus é soberano no culto, não nós. Nossa preocupação precisa estar no reino de Deus, não em nossos próprios impérios, popularidade ou êxito.
Tese 5: Soli Deo Gloria
Reafirmamos que, como a salvação é de Deus e realizada por Deus, ela é para a glória de Deus e devemos glorificá-lo sempre. Devemos viver nossa vida inteira perante a face de Deus, sob a autoridade de Deus, e para sua glória somente.
Negamos que possamos apropriadamente glorificar a Deus se nosso culto for confundido com entretenimento, se negligenciarmos ou a Lei ou o Evangelho em nossa pregação, ou se permitirmos que o afeiçoamento próprio, a auto-estima e a auto-realização se tornem opções alternativas ao evangelho.
Fonte: Declaração de Cambridge
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Jesus nos trouxe a fé e nos mantem nela.
Porque Cristo morreu? Para trazer-nos à fé, e mantermos nela.
"Então lhes disse: Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos". ( Marcos 14:24)
A Biblia fala de duas alianças, ou dois testamentos, o antigo e o novo. Este termo significa um acordo entre duas partes, com obrigações dos dois lados. Na Biblia estes testamentos ou alianças se iniciam em Deus. Ele determina as regras. Suas obrigações são determinadas por seus propósitos.
O antigo testamento se refere ao acordo que Deus fez com Israel na lei de Moisés. Sua fraqueza é que não promovia nenhuma transformação espiritual. Foi escrito com letras na pedra , não pelo Espirito nos corações.
O novo testamento é radicalmente diferente, esta fundamentado na morte de Cristo, "Ele é o mediador da nova aliança"( Hebreus 9:15). Então quais são os termos desta aliança , que Cristo assegura através de seu sangue? Em Jeremias 31:31-34 , vemos alguns :
a) firmarei uma nova aliança ( v. 31)
b) Eu farei esta aliança ( v. 33)
c) imprimirei minhas leis na mente e no coração ( v. 33)
d) perdoarei suas iniquidades .
e) e dos seus pecados jamais lembrarei.
O sofrimento e a morte de Cristo garantem a mudança interior de uma pessoa, e o perdão de seus pecados.
O milagre não é só a criação da fé nos nossos corações, mas tambem a nossa fidelidade para com Ele. "Farei com else aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem, e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim". Jeremias 32:40.
Portanto Ele nos manterá , Ele nos fara permanecer , esta segurança esta no sangue da nova aliança.
Graça e Paz, Alfredo Alves
"Então lhes disse: Isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos". ( Marcos 14:24)
A Biblia fala de duas alianças, ou dois testamentos, o antigo e o novo. Este termo significa um acordo entre duas partes, com obrigações dos dois lados. Na Biblia estes testamentos ou alianças se iniciam em Deus. Ele determina as regras. Suas obrigações são determinadas por seus propósitos.
O antigo testamento se refere ao acordo que Deus fez com Israel na lei de Moisés. Sua fraqueza é que não promovia nenhuma transformação espiritual. Foi escrito com letras na pedra , não pelo Espirito nos corações.
O novo testamento é radicalmente diferente, esta fundamentado na morte de Cristo, "Ele é o mediador da nova aliança"( Hebreus 9:15). Então quais são os termos desta aliança , que Cristo assegura através de seu sangue? Em Jeremias 31:31-34 , vemos alguns :
a) firmarei uma nova aliança ( v. 31)
b) Eu farei esta aliança ( v. 33)
c) imprimirei minhas leis na mente e no coração ( v. 33)
d) perdoarei suas iniquidades .
e) e dos seus pecados jamais lembrarei.
O sofrimento e a morte de Cristo garantem a mudança interior de uma pessoa, e o perdão de seus pecados.
O milagre não é só a criação da fé nos nossos corações, mas tambem a nossa fidelidade para com Ele. "Farei com else aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem, e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim". Jeremias 32:40.
Portanto Ele nos manterá , Ele nos fara permanecer , esta segurança esta no sangue da nova aliança.
Graça e Paz, Alfredo Alves
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Quem foram os chamados " Puritanos" ?
por
John Winthrop
Primeiro foram os “Peregrinos”, nos anos 1620. Eles foram seguidos por milhares de Puritanos nos anos 1630 e estes deixaram suas fortes marcas em sua nova terra, tornando-se a mais dinâmica força nas colônias Americanas. Reportando-nos à Inglaterra, os Puritanos foram influentes pessoas na vida política do país, até que o Rei Charles não tolerou mais suas tentativas de reformar a Igreja da Inglaterra. Estava montada a perseguição. Veio então a idéia de que a única esperança seria deixar o país. Quem sabe na América eles poderiam estabelecer uma colônia cujo governo, sociedade e igreja fosse totalmente baseadas na Bíblia. A “Nova Inglaterra” poderia vir a ser a velha Inglaterra sem todos os defeitos de incredulidade e corrupção. “Puritanos” foi um termo ridiculamente usado durante o reinado da Rainha Elizabeth.
Eles eram os cristãos que desejavam uma Igreja da Inglaterra isenta de qualquer liturgia, cerimônia ou práticas que não estivessem absolutamente com base bíblica. A Bíblia era sua única autoridade, e eles defendiam que deveria ser usada em todos os níveis e áreas da vida.
UMA BRECHA ALTERNATIVA, UMA OMISSÃO PROVIDENCIAL
Quando o Rei Charles permitiu (ou concedeu) uma carta de privilégios à Massachusetts Bay Company, o documento falhou em não especificar que a sede e a direção da Companhia tinha de permanecer na Inglaterra. Os acionistas Puritanos tiraram proveito dessa omissão e combinaram em transferir a Empresa e toda a sua direção para a América. Fizeram todo o esforço então para estabelecer uma comunidade bíblica, uma república santa e cristã, como um verdadeiro exemplo para a Inglaterra e para o mundo.
“NOVA INGLATERRA” - UM NOVO JEITO DE SER
No país de origem, todo cidadão britânico fazia parte da Igreja Nacional da Inglaterra. Na nova Inglaterra apenas os verdadeiros convertidos eram membros da igreja. Somente aqueles indivíduos cujas vidas haviam sido transformadas pela crença no Evangelho de Cristo, tinham acesso ao Rol de Membros da Igreja. Somente estes tinham direito de voto na Colônia. Eles tentavam estabelecer normas para uma ordem social piedosa, uma sociedade que verdadeiramente glorificasse a Deus. Como a Lei Mosaica regulamentou a sociedade de Israel nos Dias do Velho Testamento, do mesmo modo a Igreja sob a autoridade das Escrituras poderia ser regulamentada na sociedade da Nova Inglaterra. Não havia lugar para concessões na América Puritana. Todos aqueles que não estivessem de acordo com os sublimes propósitos da colônia, estavam livres para se mudar para qualquer lugar. Em que pese serem os puritanos pessoas de uma convicção e fé muito fortes, eles não eram individualistas. Eles vieram para a América em grupos, não como povoadores individuais. Muitas vezes, congregações inteiras, lideradas pelos seus Ministros, deixaram a Inglaterra e se estabeleceram juntas na Nova Inglaterra. Organizadamente se estabeleceram nas vilas, construindo seus templos ou pequenas casas de reunião bem no centro da cidade. A Igreja era o centro de sua comunidade, provendo propósito e direção para suas vidas.
HONRA AO DIA DO SENHOR
Os Puritanos defendiam tenazmente que o Senhor e o Seu culto eram importantes o suficientemente para que fosse reservado um dia inteiro na semana para total dedicação ao Senhor. E os Puritanos dedicavam seriamente o domingo ao Senhor. Os sermões tinham importância vital para a vida intelectual dos Puritanos e eles raramente gastavam menos do que uma hora nas exposições. Os instantes de oração podiam ser igualmente longos. A princípio não havia cânticos de hinos nos cultos dos Puritanos. Apenas os Salmos ou textos parafraseados da Bíblia eram cantados. O primeiro livro impresso na América foi o “Livro Geral dos Salmos”, uma versão métrica dos Salmos de Davi, impresso em 1640. A família era a instituição básica mais importante da sociedade Puritana, e funcionava como uma igreja em miniatura. Estabelecida por Deus antes de qualquer outra instituição e antes da queda do homem, a família era considerada o fundamento de toda vida civil, social e eclesiástica. Todos os dias, pela manha e a noite, a família se reunia para cultuar, a aos domingos se alegravam em poder cultuar junto com outras famílias.
CUIDADOS PARALELOS DO INTELECTO E DA ALMA
A instrução e o treinamento das crianças eram levadas muito a sério e os pais oravam para que os filhos se tornassem vigorosos para a glória do Senhor. Logo nos seus primeiros cinco anos de estabelecimento, Massachusetts organizou escolas para crianças. Toda criança deveria aprender a ler, pois somente assim teria condições de ler a Bíblia. Como uma das Leis de Massachusetts mencionava - “Sendo um antigo projeto do velho Enganador Satanás impedir que os homens tomem conhecimento das verdades bíblicas, escolas têm de ser estabelecidas”. Em 1636 a colônia fundou o Harvard College, especialmente para preparar pastores. As principais regras do Harvard testificam o compromisso cristão que os alunos assumiam: “Todos os estudantes devem ser plenamente instruídos e seriamente pressionados a considerar bem o principal propósito de suas vidas e estudos, isto é, conhecer a Deus e a Jesus Cristo - que é a vida eterna (João 17:3), e, por conseguinte, ter consciência que somente tendo Cristo por fundamento terá um perfeito aprendizado e conhecimento”.
TUDO É DO SENHOR
Tendo por fundamento sua crença de que todas as áreas da vida deveriam ser moldadas pelos princípios cristãos, os Puritanos defendiam que toda a profissão honrosa deveria ser exercida para a glória de Deus. Tudo na vida pertence ao Senhor, não havendo distinção entre trabalho secular e sagrado. Deus chama cada pessoa para uma vocação específica, e os cristãos devem atuar como verdadeiros despenseiros dos talentos e dons com os quais o Senhor os contempla. Atender ao chamado do Senhor era uma forma de servi-lo, assim como aos homens. A preguiça era considerada um grande pecado; dedicação ao chamado, uma grande virtude.
FORMANDO A AMÉRICA
Os Puritanos que se estabeleceram na Nova Inglaterra deixaram um legado para a formação de uma nação única na História. Eles tiveram também uma significativa influência no desenvolvimento subseqüente da América. Uma grande parte dos demais pioneiros que vieram a seguir e ocupantes do longínquo oeste, eram descendentes daqueles primitivos Puritanos. Seus valores e princípios, embora muitas vezes secularizados e distanciados dos fundamentos religiosos, continuaram a moldar o pensamento Americano e suas práticas nos séculos a seguir.Christian History Institute's - Glimpses of people, events, life and faith from the Church Across the Ages.
John Winthrop
Primeiro foram os “Peregrinos”, nos anos 1620. Eles foram seguidos por milhares de Puritanos nos anos 1630 e estes deixaram suas fortes marcas em sua nova terra, tornando-se a mais dinâmica força nas colônias Americanas. Reportando-nos à Inglaterra, os Puritanos foram influentes pessoas na vida política do país, até que o Rei Charles não tolerou mais suas tentativas de reformar a Igreja da Inglaterra. Estava montada a perseguição. Veio então a idéia de que a única esperança seria deixar o país. Quem sabe na América eles poderiam estabelecer uma colônia cujo governo, sociedade e igreja fosse totalmente baseadas na Bíblia. A “Nova Inglaterra” poderia vir a ser a velha Inglaterra sem todos os defeitos de incredulidade e corrupção. “Puritanos” foi um termo ridiculamente usado durante o reinado da Rainha Elizabeth.
Eles eram os cristãos que desejavam uma Igreja da Inglaterra isenta de qualquer liturgia, cerimônia ou práticas que não estivessem absolutamente com base bíblica. A Bíblia era sua única autoridade, e eles defendiam que deveria ser usada em todos os níveis e áreas da vida.
UMA BRECHA ALTERNATIVA, UMA OMISSÃO PROVIDENCIAL
Quando o Rei Charles permitiu (ou concedeu) uma carta de privilégios à Massachusetts Bay Company, o documento falhou em não especificar que a sede e a direção da Companhia tinha de permanecer na Inglaterra. Os acionistas Puritanos tiraram proveito dessa omissão e combinaram em transferir a Empresa e toda a sua direção para a América. Fizeram todo o esforço então para estabelecer uma comunidade bíblica, uma república santa e cristã, como um verdadeiro exemplo para a Inglaterra e para o mundo.
“NOVA INGLATERRA” - UM NOVO JEITO DE SER
No país de origem, todo cidadão britânico fazia parte da Igreja Nacional da Inglaterra. Na nova Inglaterra apenas os verdadeiros convertidos eram membros da igreja. Somente aqueles indivíduos cujas vidas haviam sido transformadas pela crença no Evangelho de Cristo, tinham acesso ao Rol de Membros da Igreja. Somente estes tinham direito de voto na Colônia. Eles tentavam estabelecer normas para uma ordem social piedosa, uma sociedade que verdadeiramente glorificasse a Deus. Como a Lei Mosaica regulamentou a sociedade de Israel nos Dias do Velho Testamento, do mesmo modo a Igreja sob a autoridade das Escrituras poderia ser regulamentada na sociedade da Nova Inglaterra. Não havia lugar para concessões na América Puritana. Todos aqueles que não estivessem de acordo com os sublimes propósitos da colônia, estavam livres para se mudar para qualquer lugar. Em que pese serem os puritanos pessoas de uma convicção e fé muito fortes, eles não eram individualistas. Eles vieram para a América em grupos, não como povoadores individuais. Muitas vezes, congregações inteiras, lideradas pelos seus Ministros, deixaram a Inglaterra e se estabeleceram juntas na Nova Inglaterra. Organizadamente se estabeleceram nas vilas, construindo seus templos ou pequenas casas de reunião bem no centro da cidade. A Igreja era o centro de sua comunidade, provendo propósito e direção para suas vidas.
HONRA AO DIA DO SENHOR
Os Puritanos defendiam tenazmente que o Senhor e o Seu culto eram importantes o suficientemente para que fosse reservado um dia inteiro na semana para total dedicação ao Senhor. E os Puritanos dedicavam seriamente o domingo ao Senhor. Os sermões tinham importância vital para a vida intelectual dos Puritanos e eles raramente gastavam menos do que uma hora nas exposições. Os instantes de oração podiam ser igualmente longos. A princípio não havia cânticos de hinos nos cultos dos Puritanos. Apenas os Salmos ou textos parafraseados da Bíblia eram cantados. O primeiro livro impresso na América foi o “Livro Geral dos Salmos”, uma versão métrica dos Salmos de Davi, impresso em 1640. A família era a instituição básica mais importante da sociedade Puritana, e funcionava como uma igreja em miniatura. Estabelecida por Deus antes de qualquer outra instituição e antes da queda do homem, a família era considerada o fundamento de toda vida civil, social e eclesiástica. Todos os dias, pela manha e a noite, a família se reunia para cultuar, a aos domingos se alegravam em poder cultuar junto com outras famílias.
CUIDADOS PARALELOS DO INTELECTO E DA ALMA
A instrução e o treinamento das crianças eram levadas muito a sério e os pais oravam para que os filhos se tornassem vigorosos para a glória do Senhor. Logo nos seus primeiros cinco anos de estabelecimento, Massachusetts organizou escolas para crianças. Toda criança deveria aprender a ler, pois somente assim teria condições de ler a Bíblia. Como uma das Leis de Massachusetts mencionava - “Sendo um antigo projeto do velho Enganador Satanás impedir que os homens tomem conhecimento das verdades bíblicas, escolas têm de ser estabelecidas”. Em 1636 a colônia fundou o Harvard College, especialmente para preparar pastores. As principais regras do Harvard testificam o compromisso cristão que os alunos assumiam: “Todos os estudantes devem ser plenamente instruídos e seriamente pressionados a considerar bem o principal propósito de suas vidas e estudos, isto é, conhecer a Deus e a Jesus Cristo - que é a vida eterna (João 17:3), e, por conseguinte, ter consciência que somente tendo Cristo por fundamento terá um perfeito aprendizado e conhecimento”.
TUDO É DO SENHOR
Tendo por fundamento sua crença de que todas as áreas da vida deveriam ser moldadas pelos princípios cristãos, os Puritanos defendiam que toda a profissão honrosa deveria ser exercida para a glória de Deus. Tudo na vida pertence ao Senhor, não havendo distinção entre trabalho secular e sagrado. Deus chama cada pessoa para uma vocação específica, e os cristãos devem atuar como verdadeiros despenseiros dos talentos e dons com os quais o Senhor os contempla. Atender ao chamado do Senhor era uma forma de servi-lo, assim como aos homens. A preguiça era considerada um grande pecado; dedicação ao chamado, uma grande virtude.
FORMANDO A AMÉRICA
Os Puritanos que se estabeleceram na Nova Inglaterra deixaram um legado para a formação de uma nação única na História. Eles tiveram também uma significativa influência no desenvolvimento subseqüente da América. Uma grande parte dos demais pioneiros que vieram a seguir e ocupantes do longínquo oeste, eram descendentes daqueles primitivos Puritanos. Seus valores e princípios, embora muitas vezes secularizados e distanciados dos fundamentos religiosos, continuaram a moldar o pensamento Americano e suas práticas nos séculos a seguir.Christian History Institute's - Glimpses of people, events, life and faith from the Church Across the Ages.
quarta-feira, 4 de junho de 2008
CRESCENDO EM FÉ
CRESCENDO EM FÉ
O que é fé ? É melhor começar a dizer o que não é fé.
Fé não é algo somente para heróis espirituais, ou para pessoas de renome . Não é uma coisa misteriosa que acontece com você , num passe de magica. Não é uma força emocional e mental , ou algo que é alcançado através da força de um pensamento positivo, o chamado positivismo. Fé não depende da abilidade de produzir sentimentos de certeza ou alegria. Fé não é algo que voce precisa mais antes de ter um relacionamento com Deus. Fé não é algo que impressiona Deus e assim impulsiona Ele à fazer algo por você.
Fé basicamente é a confiança de que Deus é quem Ele diz que é, e que Ele vai fazer o que prometeu na sua palavra a Biblia.
Hebreus 11:1, diz que "fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção das coisas que não se viram". Mesmo que você não consiga entender as verdades espirituais com seus sentidos fisicos, você sabe que é verdade pois Deus diz que é.
Deus pega sua confiança Nele, e faz com que ela cresça dia a dia. E conforme o tempo passa você vai entendendo como Deus trabalha na nossa vida, e esta confiança Nele é que nos solidifica.
Graça e Paz, Alfredo Alves
O que é fé ? É melhor começar a dizer o que não é fé.
Fé não é algo somente para heróis espirituais, ou para pessoas de renome . Não é uma coisa misteriosa que acontece com você , num passe de magica. Não é uma força emocional e mental , ou algo que é alcançado através da força de um pensamento positivo, o chamado positivismo. Fé não depende da abilidade de produzir sentimentos de certeza ou alegria. Fé não é algo que voce precisa mais antes de ter um relacionamento com Deus. Fé não é algo que impressiona Deus e assim impulsiona Ele à fazer algo por você.
Fé basicamente é a confiança de que Deus é quem Ele diz que é, e que Ele vai fazer o que prometeu na sua palavra a Biblia.
Hebreus 11:1, diz que "fé é a certeza das coisas que se esperam e a convicção das coisas que não se viram". Mesmo que você não consiga entender as verdades espirituais com seus sentidos fisicos, você sabe que é verdade pois Deus diz que é.
Deus pega sua confiança Nele, e faz com que ela cresça dia a dia. E conforme o tempo passa você vai entendendo como Deus trabalha na nossa vida, e esta confiança Nele é que nos solidifica.
Graça e Paz, Alfredo Alves
terça-feira, 27 de maio de 2008
Eu sou a porta
Eu Sou a Porta
por
Charles Haddon Spurgeon
“Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” (João 10:9)
Jesus, o grande Eu SOU, é a porta de entrada para a verdadeira igreja, e o caminho de acesso para o próprio Deus. Ele dá ao homem que vai a Deus por meio Dele quatro privilégios especiais:
1. Será salvo. O homicida fugitivo passou pelos portões da cidade de refúgio e foi salvo. Noé entrou pela porta da arca e ficou em segurança. Aqueles que aceitam Jesus como a porta da fé para suas almas não ficam perdidos. O acesso à paz por meio de Jesus é a garantia de entrada nos céus pela mesma porta. Jesus é a única porta, uma porta aberta, uma porta ampla, uma porta segura; e bem-aventurado é aquele que coloca toda a sua esperança de entrar na glória sobre o Redentor crucificado.
2. Entrará. Ele terá o privilégio de entrar para a família divina, compartilhando do pão dos filhos de Deus e participando de todas as suas honras e prazeres. Ele entrará nos aposentos da comunhão, nos banquetes do amor, nos tesouros da aliança, nos depósitos das promessas. Entrará na presença do Rei dos reis no poder do Espírito Santo e os segredos do Senhor estarão com ele.
3. Sairá. Esta é uma benção muito esquecida. Somos enviados ao mundo para labutar e sofrer, mas que bênção ir em nome e no poder de Jesus! Somos chamados a dar testemunho da verdade, a animar os abatidos, a admoestar os descuidados, a ganhar almas e a glorificar a Deus; e, como o Anjo disse a Gideão : "Vai nessa tua força" (Jz. 6:14), da mesma forma o Senhor nos faria prosperar como Seus mensageiros, em Seu nome e em Sua força. \n4. Achará pastagem. Aquele que conhece a Jesus jamais terá falta. Entrar e sair será igualmente útil para ele: na companhia de Deus ele crescerá, e regando os outros ele será regado. Fazendo de Jesus seu tudo, ele encontrará tudo em Jesus. Sua alma será como um jardim regado e como um poço cujas águas jamais secarão."Vai nessa tua força" (Jz. 6:14), da mesma forma o Senhor nos faria prosperar como Seus mensageiros, em Seu nome e em Sua força.
4. Achará pastagem. Aquele que conhece a Jesus jamais terá falta. Entrar e sair será igualmente útil para ele: na companhia de Deus ele crescerá, e regando os outros ele será regado. Fazendo de Jesus seu tudo, ele encontrará tudo em Jesus. Sua alma será como um jardim regado e como um poço cujas águas jamais secarão.
por
Charles Haddon Spurgeon
“Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” (João 10:9)
Jesus, o grande Eu SOU, é a porta de entrada para a verdadeira igreja, e o caminho de acesso para o próprio Deus. Ele dá ao homem que vai a Deus por meio Dele quatro privilégios especiais:
1. Será salvo. O homicida fugitivo passou pelos portões da cidade de refúgio e foi salvo. Noé entrou pela porta da arca e ficou em segurança. Aqueles que aceitam Jesus como a porta da fé para suas almas não ficam perdidos. O acesso à paz por meio de Jesus é a garantia de entrada nos céus pela mesma porta. Jesus é a única porta, uma porta aberta, uma porta ampla, uma porta segura; e bem-aventurado é aquele que coloca toda a sua esperança de entrar na glória sobre o Redentor crucificado.
2. Entrará. Ele terá o privilégio de entrar para a família divina, compartilhando do pão dos filhos de Deus e participando de todas as suas honras e prazeres. Ele entrará nos aposentos da comunhão, nos banquetes do amor, nos tesouros da aliança, nos depósitos das promessas. Entrará na presença do Rei dos reis no poder do Espírito Santo e os segredos do Senhor estarão com ele.
3. Sairá. Esta é uma benção muito esquecida. Somos enviados ao mundo para labutar e sofrer, mas que bênção ir em nome e no poder de Jesus! Somos chamados a dar testemunho da verdade, a animar os abatidos, a admoestar os descuidados, a ganhar almas e a glorificar a Deus; e, como o Anjo disse a Gideão : "Vai nessa tua força" (Jz. 6:14), da mesma forma o Senhor nos faria prosperar como Seus mensageiros, em Seu nome e em Sua força. \n4. Achará pastagem. Aquele que conhece a Jesus jamais terá falta. Entrar e sair será igualmente útil para ele: na companhia de Deus ele crescerá, e regando os outros ele será regado. Fazendo de Jesus seu tudo, ele encontrará tudo em Jesus. Sua alma será como um jardim regado e como um poço cujas águas jamais secarão."Vai nessa tua força" (Jz. 6:14), da mesma forma o Senhor nos faria prosperar como Seus mensageiros, em Seu nome e em Sua força.
4. Achará pastagem. Aquele que conhece a Jesus jamais terá falta. Entrar e sair será igualmente útil para ele: na companhia de Deus ele crescerá, e regando os outros ele será regado. Fazendo de Jesus seu tudo, ele encontrará tudo em Jesus. Sua alma será como um jardim regado e como um poço cujas águas jamais secarão.
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Ele mantêm todas as coisas em conjunto

DOMINGO, 02 DEZEMBRO de 2007 ...." "Ele todas as coisas em conjunto detêm .... (a maior parte é de um artigo por Kyle McDonald) O que nos mantém juntos? Laminina; uma impressionante estrutura molecular (proteínas) que detém praticamente a nossa pele. Trata-se de adesão celular. Laminina detém nosso corpo peças em conjunto. É a "cola" de nossos corpos. Laminina é vital para que a entidade global de estruturas realizar em conjunto. Você pode ler mais sobre a laminina googling. Isso, por si só, é interessante - então o que é que têm a ver com o Cristianismo? 1 Colossenses 16 & 17 diz, "Para Ele todas as coisas foram criadas: coisas no céu e na terra, visíveis e invisíveis, seja tronos ou poderes ou governantes ou autoridades; todas as coisas foram criadas por Ele e para ele. Ele é antes de tudo coisas, e nele detêm em conjunto todas as coisas. " Portanto, laminin nos mantém juntos - e agora vemos por este versículo que a Bíblia diz que Jesus também nos mantém juntos - Apenas um lembrete visual que Cristo deu a sua vida por nós para que possamos viver para ele. Para uma imagem real de um microscópio eletrônico (essa é a forma como ele é minúsculo), copie e cole o link abaixo e ouça oito minutos de vídeo Louie Giglio - AWESOME! http://ronsworld.wordpress.com/2007/06/20/in-him-all-things-hold-together/
Graça e Paz, Alfredo Alves
sábado, 26 de abril de 2008
DEUS O EXALTOU
Deus o Exaltou
por
Charles Haddon Spurgeon
“Deus, porém, com sua destra, o exaltou a Princípe e Salvador...” (Atos 5:31)
Jesus, nosso Senhor, uma vez crucificado, morto e sepultado, agora está assentado no trono da Sua glória. O lugar mais alto do céu é Seu por direito incontestável. É doce lembrar que a glória de Cristo no céu é representativa. Ele está glorificado à direita do Pai, e embora, como Deus, tivesse a glória sublime que as criaturas finitas não podem partilhar, como Mediador, a glória exibida por Jesus no céu é a herança de todos os santos. É muito bom meditar em como está próxima a união de Cristo com Seu povo. Somos um com Ele; somos membros de Seu corpo; e Sua glória é a nossa glória. Ele nos fará assentar em Seu trono do mesmo modo que Ele venceu e está assentado no trono com o Pai; Ele tem uma coroa e também nos dará uma; Ele tem um trono, mas não se contenta em tê-lo para Si, Sua rainha deve estar à Sua direita, ornada com o "ouro de Ofir". Cristo não pode ser glorificado sem Sua noiva. Crente, ergue os olhos para Jesus; deixa que os olhos da fé O vejam com os diademas em Sua cabeça (Ap. 19:12); e lembre-se que um dia você será semelhante a Ele, quando O vir tal como Ele é; você não será tão excelente quanto Ele, não será tão divino, mas ainda assim partilhará, de certa forma, as mesmas honras, e gozará a mesma alegria e a mesma dignidade que Ele tem. Contente-se em viver no anonimato ainda por um pouco, e andar em fadiga pelos campos da pobreza, ou subir as colinas da aflição; pois em breve reinará com Cristo, porque Ele "nos constituiu reino e sacerdotes para Deus; e reinaremos para sempre" (Ap. 5:10). Que pensamento maravilhoso para os filhos de Deus! Temos a Cristo como nosso glorioso representante.
por
Charles Haddon Spurgeon
“Deus, porém, com sua destra, o exaltou a Princípe e Salvador...” (Atos 5:31)
Jesus, nosso Senhor, uma vez crucificado, morto e sepultado, agora está assentado no trono da Sua glória. O lugar mais alto do céu é Seu por direito incontestável. É doce lembrar que a glória de Cristo no céu é representativa. Ele está glorificado à direita do Pai, e embora, como Deus, tivesse a glória sublime que as criaturas finitas não podem partilhar, como Mediador, a glória exibida por Jesus no céu é a herança de todos os santos. É muito bom meditar em como está próxima a união de Cristo com Seu povo. Somos um com Ele; somos membros de Seu corpo; e Sua glória é a nossa glória. Ele nos fará assentar em Seu trono do mesmo modo que Ele venceu e está assentado no trono com o Pai; Ele tem uma coroa e também nos dará uma; Ele tem um trono, mas não se contenta em tê-lo para Si, Sua rainha deve estar à Sua direita, ornada com o "ouro de Ofir". Cristo não pode ser glorificado sem Sua noiva. Crente, ergue os olhos para Jesus; deixa que os olhos da fé O vejam com os diademas em Sua cabeça (Ap. 19:12); e lembre-se que um dia você será semelhante a Ele, quando O vir tal como Ele é; você não será tão excelente quanto Ele, não será tão divino, mas ainda assim partilhará, de certa forma, as mesmas honras, e gozará a mesma alegria e a mesma dignidade que Ele tem. Contente-se em viver no anonimato ainda por um pouco, e andar em fadiga pelos campos da pobreza, ou subir as colinas da aflição; pois em breve reinará com Cristo, porque Ele "nos constituiu reino e sacerdotes para Deus; e reinaremos para sempre" (Ap. 5:10). Que pensamento maravilhoso para os filhos de Deus! Temos a Cristo como nosso glorioso representante.
sábado, 19 de abril de 2008
O fruto do Espirito
O Fruto do Espírito
por
R. C. Sproul
Romanos 12:1-21; 1 Coríntios 12:1-14:40; Gálatas 5:19-26; Efésios 4:1-6:20
O fruto do Espírito Santo é um dos aspectos mais negligenciados do ensino bíblico sobre santificação. Há várias razões para isso:
1. A preocupação com as coisas exteriores. Embora os estudantes muitas vezes murmurem e reclamem quando têm de fazer uma prova na escola, há um sentido em que realmente queremos fazer as provas. Sempre encontramos nas revistas modelos de testes que medem habilidades, realizações ou conhecimentos. As pessoas gostam de saber em que nível estão. Será que consegui alcançar a excelência numa certa área, ou estou afundando na mediocridade?
Os cristãos não são diferentes. Tendemos a medir nosso progresso na santificação examinando nosso desempenho de acordo com padrões externos. Proferimos maldições e palavrões? Bebemos muito? Vamos muito ao cinema? Esses padrões são freqüentemente usados para medir a espiritualidade. O verdadeiro teste — a evidência do fruto do Espírito Santo — geralmente é ignorado ou minimizado. Foi nessa armadilha que os fariseus caíram.
Nós nos afastamos do verdadeiro teste porque o fruto do Espírito é difícil demais. Exige muito mais do caráter pessoal do que os padrões exteriores superficiais. É muito mais fácil evitar falar um palavrão do que adquirir o hábito de ter uma paciência piedosa.
2. A preocupação com os dons. O mesmo Espírito Santo que nos guia na santidade e produz fruto em nós também distribui os dons espirituais aos crentes. Parecemos muito mais interessados nos dons do Espírito do que no fruto, a despeito do ensino claro da Bíblia de que alguém pode possuir dons e ser imaturo no progresso espiritual. A carta de Paulo aos Coríntios deixa isso muito claro.
3. O problema dos descrentes justos. É frustrante medirmos nosso progresso na santificação pelo fruto do Espírito Santo porque as virtudes relacionadas às vezes são exibidas num nível maior por descrentes. Todos nós conhecemos pessoas não-cristãs que demonstram mais bondade ou mansidão do que muitos cristãos. Se as pessoas podem ter o “fruto do Espírito” independentemente do Espírito, como podemos determinar nosso crescimento espiritual desta maneira?
Há uma diferença qualitativa entre as virtudes de amor, alegria, paz, longanimidade, etc., engendradas em nós pelo Espírito Santo e aquelas exibidas pelos descrentes. Os não-crentes operam por motivos que, em última análise, são egoístas. Quando, porém, um crente exibe o fruto do Espírito, ele está mostrando características que, em última análise, são voltadas para Deus e para o próximo. Ser cheio do Espírito Santo significa ter uma vida controlada pelo Espírito; os não-crentes só podem exibir essas virtudes espirituais no nível da capacidade humana.
Paulo faz uma lista das virtudes do fruto do Espírito em sua carta aos Gálatas: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22,23). Essas virtudes caracterizam a vida cristã. Se somos cheios do Espírito, vamos exibir o fruto do Espírito. Isso, porém, obviamente envolve tempo. Não são ajuste superficiais do caráter que ocorrem da noite para o dia. Tais mudanças envolvem uma reformulação das disposições mais íntimas do coração, o que representa um processo de longa vida de santificação pelo Espírito.
Sumário:
1. Tendemos a negligenciar o estudo do fruto do Espírito Santo porque: (1) nos preocupamos mais com aspectos exteriores; (2) nos preocupamos mais com os dons espirituais e (3) reconhecemos que muitas pessoas incrédulas exibem as virtudes espirituais melhor do que os cristãos.
2. É mais fácil medir a espiritualidade por fatores exteriores do que pelo fruto do Espírito.
3. Podemos ter os dons espirituais e mesmo assim ser imaturos.
4. Existe uma diferença qualitativa entre a presença das virtudes espirituais nos incrédulos e nos crentes. Nos incrédulos, a virtude demonstra um mero esforço humano. Nos cristãos, as virtudes espirituais representam o Deus Espírito Santo produzindo um fruto espiritual numa medida além da capacidade humana.
Para discussão e avaliação:
1. Quais são alguns motivos pelos quais o fruto do Espírito Santo é um dos aspectos do ensino bíblico que é mais negligenciado?
2. Qual é a diferença qualitativa entre o fruto do Espírito manifestado pelo cristão e as outras características semelhantes encontradas na vida de não-cristãos?
3. Por que o cultivo do fruto do Espírito leva muito tempo na vida do cristão?
4. Que podemos fazer para cultivar o fruto do Espírito em nossa vida?
por
R. C. Sproul
Romanos 12:1-21; 1 Coríntios 12:1-14:40; Gálatas 5:19-26; Efésios 4:1-6:20
O fruto do Espírito Santo é um dos aspectos mais negligenciados do ensino bíblico sobre santificação. Há várias razões para isso:
1. A preocupação com as coisas exteriores. Embora os estudantes muitas vezes murmurem e reclamem quando têm de fazer uma prova na escola, há um sentido em que realmente queremos fazer as provas. Sempre encontramos nas revistas modelos de testes que medem habilidades, realizações ou conhecimentos. As pessoas gostam de saber em que nível estão. Será que consegui alcançar a excelência numa certa área, ou estou afundando na mediocridade?
Os cristãos não são diferentes. Tendemos a medir nosso progresso na santificação examinando nosso desempenho de acordo com padrões externos. Proferimos maldições e palavrões? Bebemos muito? Vamos muito ao cinema? Esses padrões são freqüentemente usados para medir a espiritualidade. O verdadeiro teste — a evidência do fruto do Espírito Santo — geralmente é ignorado ou minimizado. Foi nessa armadilha que os fariseus caíram.
Nós nos afastamos do verdadeiro teste porque o fruto do Espírito é difícil demais. Exige muito mais do caráter pessoal do que os padrões exteriores superficiais. É muito mais fácil evitar falar um palavrão do que adquirir o hábito de ter uma paciência piedosa.
2. A preocupação com os dons. O mesmo Espírito Santo que nos guia na santidade e produz fruto em nós também distribui os dons espirituais aos crentes. Parecemos muito mais interessados nos dons do Espírito do que no fruto, a despeito do ensino claro da Bíblia de que alguém pode possuir dons e ser imaturo no progresso espiritual. A carta de Paulo aos Coríntios deixa isso muito claro.
3. O problema dos descrentes justos. É frustrante medirmos nosso progresso na santificação pelo fruto do Espírito Santo porque as virtudes relacionadas às vezes são exibidas num nível maior por descrentes. Todos nós conhecemos pessoas não-cristãs que demonstram mais bondade ou mansidão do que muitos cristãos. Se as pessoas podem ter o “fruto do Espírito” independentemente do Espírito, como podemos determinar nosso crescimento espiritual desta maneira?
Há uma diferença qualitativa entre as virtudes de amor, alegria, paz, longanimidade, etc., engendradas em nós pelo Espírito Santo e aquelas exibidas pelos descrentes. Os não-crentes operam por motivos que, em última análise, são egoístas. Quando, porém, um crente exibe o fruto do Espírito, ele está mostrando características que, em última análise, são voltadas para Deus e para o próximo. Ser cheio do Espírito Santo significa ter uma vida controlada pelo Espírito; os não-crentes só podem exibir essas virtudes espirituais no nível da capacidade humana.
Paulo faz uma lista das virtudes do fruto do Espírito em sua carta aos Gálatas: “Mas o fruto do Espírito é: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22,23). Essas virtudes caracterizam a vida cristã. Se somos cheios do Espírito, vamos exibir o fruto do Espírito. Isso, porém, obviamente envolve tempo. Não são ajuste superficiais do caráter que ocorrem da noite para o dia. Tais mudanças envolvem uma reformulação das disposições mais íntimas do coração, o que representa um processo de longa vida de santificação pelo Espírito.
Sumário:
1. Tendemos a negligenciar o estudo do fruto do Espírito Santo porque: (1) nos preocupamos mais com aspectos exteriores; (2) nos preocupamos mais com os dons espirituais e (3) reconhecemos que muitas pessoas incrédulas exibem as virtudes espirituais melhor do que os cristãos.
2. É mais fácil medir a espiritualidade por fatores exteriores do que pelo fruto do Espírito.
3. Podemos ter os dons espirituais e mesmo assim ser imaturos.
4. Existe uma diferença qualitativa entre a presença das virtudes espirituais nos incrédulos e nos crentes. Nos incrédulos, a virtude demonstra um mero esforço humano. Nos cristãos, as virtudes espirituais representam o Deus Espírito Santo produzindo um fruto espiritual numa medida além da capacidade humana.
Para discussão e avaliação:
1. Quais são alguns motivos pelos quais o fruto do Espírito Santo é um dos aspectos do ensino bíblico que é mais negligenciado?
2. Qual é a diferença qualitativa entre o fruto do Espírito manifestado pelo cristão e as outras características semelhantes encontradas na vida de não-cristãos?
3. Por que o cultivo do fruto do Espírito leva muito tempo na vida do cristão?
4. Que podemos fazer para cultivar o fruto do Espírito em nossa vida?
segunda-feira, 14 de abril de 2008
A intimidade do Senhor
A intimidade do Senhor é para os que o temem, aos quais Ele dará a conhecer a sua aliança. (Salmo 25:14)
A não ser que o proprio Deus nos revele sua aliança, não há meio de conhecê-la. Podemos ouvir as pessoas falarem a respeito das alianças de Deus, mas se não houver revelação de Deus, não a conheceremos .
Que tipo de pessoas podem conhecer a direção de Deus? Aquelas que temem a Deus.
Que significa temer a Deus ? exalta-lo, obedecê-lo.
Os que buscam a vontade de Deus de coração, e a aEle obedecem de maneira absoluta, esses são os que o temem.
É para esses que Ele mostrara sua aliança.
Sendo assim entendemos que uma vida de obediência gera intimidade com Deus, e essa intimidade gera revelação de suas alianças. Convicções que vão sendo formadas em nosso caracter, nos dando certeza que Ele nos chamou e que Ele nos capacitará para a obra que nos tem vocacionado.
Paz esteja com vocês.
Alfredo Alves.
A não ser que o proprio Deus nos revele sua aliança, não há meio de conhecê-la. Podemos ouvir as pessoas falarem a respeito das alianças de Deus, mas se não houver revelação de Deus, não a conheceremos .
Que tipo de pessoas podem conhecer a direção de Deus? Aquelas que temem a Deus.
Que significa temer a Deus ? exalta-lo, obedecê-lo.
Os que buscam a vontade de Deus de coração, e a aEle obedecem de maneira absoluta, esses são os que o temem.
É para esses que Ele mostrara sua aliança.
Sendo assim entendemos que uma vida de obediência gera intimidade com Deus, e essa intimidade gera revelação de suas alianças. Convicções que vão sendo formadas em nosso caracter, nos dando certeza que Ele nos chamou e que Ele nos capacitará para a obra que nos tem vocacionado.
Paz esteja com vocês.
Alfredo Alves.
O nosso perdão
"Dele todos os profetas dão testemunho de que por meio de seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados". ( Atos 10:43).
Quando nós perdoamos uma ofensa , não requeremos nenhum pagamento . Isto seria o oposto de perdão. Se algum pagamento fosse oferecido por alguma perda nossa , isto não seria perdão.
Isaias 43:25 , nos diz que Deus apaga nossas transgressões, e não se lembra delas.
É por issso que Cristo sofreu e morreu, "Nele temos a redenção ..(Efésios 1:7).
Perdão , não nos custa nada, mas custou a vida de Jesus, é isto que chamamos graça.
"Assim como recebeste a Cristo, o Senhor, andai Nele".
Graça e Paz, Alfredo Alves ( www.andainele.blogspot.com)
"A verdadeira conversão dá segurança à pessoa, mas não lhe confere o direito de parar de vigiar"(Charles H. Spurgeon)
Quando nós perdoamos uma ofensa , não requeremos nenhum pagamento . Isto seria o oposto de perdão. Se algum pagamento fosse oferecido por alguma perda nossa , isto não seria perdão.
Isaias 43:25 , nos diz que Deus apaga nossas transgressões, e não se lembra delas.
É por issso que Cristo sofreu e morreu, "Nele temos a redenção ..(Efésios 1:7).
Perdão , não nos custa nada, mas custou a vida de Jesus, é isto que chamamos graça.
"Assim como recebeste a Cristo, o Senhor, andai Nele".
Graça e Paz, Alfredo Alves ( www.andainele.blogspot.com)
"A verdadeira conversão dá segurança à pessoa, mas não lhe confere o direito de parar de vigiar"(Charles H. Spurgeon)
segunda-feira, 31 de março de 2008
O NOSSO RESGATE
Porque Jesus morreu?
"e vivam em amor, como tambem Cristo nos amou, e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus".Efésios 5:2
A Biblia diz que todos nós pecamos contra Deus ( Rm 3:23), e por causa do pecado todos somos culpados diante de Deus ( Rm 3:19). Quando Cristo se entregou como oferta ou resgate ao nosso favor, nós ficamos livres da condenação de Deus ( Rm 8:1).
O preço do resgate foi a vida de Jesus Cristo. Ele livremente escolheu nos resgatar custando sua vida.
Esta oferta é para todos aqueles que o o aceitarem como o unico mediador entre o homem e Deus.
"Pois há um só mediador entre Deuse os homens, o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos". (1 Tm 2:5,6)
"Assim como recebeste a Cristo o Senhor, andai Nele"
Graça e Paz, Alfredo Alves ( www.andainele.blogspot.com)
"e vivam em amor, como tambem Cristo nos amou, e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus".Efésios 5:2
A Biblia diz que todos nós pecamos contra Deus ( Rm 3:23), e por causa do pecado todos somos culpados diante de Deus ( Rm 3:19). Quando Cristo se entregou como oferta ou resgate ao nosso favor, nós ficamos livres da condenação de Deus ( Rm 8:1).
O preço do resgate foi a vida de Jesus Cristo. Ele livremente escolheu nos resgatar custando sua vida.
Esta oferta é para todos aqueles que o o aceitarem como o unico mediador entre o homem e Deus.
"Pois há um só mediador entre Deuse os homens, o homem Cristo Jesus, o qual se entregou a si mesmo como resgate por todos". (1 Tm 2:5,6)
"Assim como recebeste a Cristo o Senhor, andai Nele"
Graça e Paz, Alfredo Alves ( www.andainele.blogspot.com)
quarta-feira, 19 de março de 2008
Porque Jesus morreu?
Porque Jesus morreu?
Para cancelar a nossa divida.
"tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz" Colossenses 2:14
As nossas boas ações um dia vão suplantar nossas más ações, e seremos salvos?
Isto não é verdade pois nossas "boas"ações são defeituosas. Nós não honramos à Deus e dependemos Dele em tudo que fazemos.
Em segundo lugar esta não é a forma que Deus salva. Deus nos salva , não porque fazemos boas ações, mas porque o escrito de dívida , foi encravado na cruz de Cristo.
Não há esperança nas nossas ações, somente na cruz. Ele (Cristo) é minha unica esperança, e a fé Nele é meu unico caminho para Deus.
"Assim como recebeste a Cristo, o Senhor, andai Nele".
Graça e Paz, Alfredo Alves http://www.andainele.blogspot.com
Para cancelar a nossa divida.
"tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz" Colossenses 2:14
As nossas boas ações um dia vão suplantar nossas más ações, e seremos salvos?
Isto não é verdade pois nossas "boas"ações são defeituosas. Nós não honramos à Deus e dependemos Dele em tudo que fazemos.
Em segundo lugar esta não é a forma que Deus salva. Deus nos salva , não porque fazemos boas ações, mas porque o escrito de dívida , foi encravado na cruz de Cristo.
Não há esperança nas nossas ações, somente na cruz. Ele (Cristo) é minha unica esperança, e a fé Nele é meu unico caminho para Deus.
"Assim como recebeste a Cristo, o Senhor, andai Nele".
Graça e Paz, Alfredo Alves http://www.andainele.blogspot.com
domingo, 16 de março de 2008
A SALVAÇÃO MEDIANTE À CRUZ
“Certamente a palavra da cruz é loucura para os que se perdem”1 Co 1:18
Porque os cristãos dão tanta importância à cruz?
Porque os cristãos falam tanto deste símbolo de morte?
Opiniões sobre a cruz
A cruz é um exemplo de falta de resistência.
A cruz significa aquilo que você quer que ela signifique.
A cruz representa um fracasso.
O PROPÓSITO DA CRUZ
A árvore do jardim do Éden agora deu lugar à cruz. E neste madeiro de humilhação, a bondade triunfou sobre o mal. A misericórdia triunfou sobre a justiça.
O DILEMA DA CRUZ
A cruz resolve dois dilemas- um da perspectiva de Deus e outro da perspectiva do homem . Romanos 5:12, 6:23 1Corintios 15:22
OS PRINCÍPIOS DA CRUZ
A cruz constituiu um sacrificio adequado.( Hebreus 9:22)
A cruz providenciou um substituto necessário. Mc 10:45 , Is 53:5,6 , Rm 5:8 1 Co 15:3,2 Co 5:21 ,1 Pe 2:24
OS RESULTADOS DA CRUZ
Reconciliação, estamos em paz com Deus. (Ef 2:16)
Justificação, somos declarados justos ( Rm 3:24, Tt 3:4)
Redenção, fomos resgatados de nosso pecado (Ef 1:7)
Propiciação, estamos livres ( 1 Jo 2:2, 4:10, Rm 3:25, Hb 2:17)
Alfredo Alves
Porque os cristãos dão tanta importância à cruz?
Porque os cristãos falam tanto deste símbolo de morte?
Opiniões sobre a cruz
A cruz é um exemplo de falta de resistência.
A cruz significa aquilo que você quer que ela signifique.
A cruz representa um fracasso.
O PROPÓSITO DA CRUZ
A árvore do jardim do Éden agora deu lugar à cruz. E neste madeiro de humilhação, a bondade triunfou sobre o mal. A misericórdia triunfou sobre a justiça.
O DILEMA DA CRUZ
A cruz resolve dois dilemas- um da perspectiva de Deus e outro da perspectiva do homem . Romanos 5:12, 6:23 1Corintios 15:22
OS PRINCÍPIOS DA CRUZ
A cruz constituiu um sacrificio adequado.( Hebreus 9:22)
A cruz providenciou um substituto necessário. Mc 10:45 , Is 53:5,6 , Rm 5:8 1 Co 15:3,2 Co 5:21 ,1 Pe 2:24
OS RESULTADOS DA CRUZ
Reconciliação, estamos em paz com Deus. (Ef 2:16)
Justificação, somos declarados justos ( Rm 3:24, Tt 3:4)
Redenção, fomos resgatados de nosso pecado (Ef 1:7)
Propiciação, estamos livres ( 1 Jo 2:2, 4:10, Rm 3:25, Hb 2:17)
Alfredo Alves
segunda-feira, 10 de março de 2008
LIVRES , MAS NÃO TOTALMENTE
O que temos aprendido de Romanos 6 e 7 é que quando confiamos em Cristo como nosso Salvador de Senhor (como nosso Tesouro!), somos unidos a Cristo (Romanos 6:5; 7:4). Nessa união com Cristo morremos (Romanos 6:8; Colossenses 2:20; 3:3) e ressuscitamos novamente (Romanos 6:4; Colossenses 2:12; Efésios 2:6). Portanto, uma decisiva e irrevogável nova criação vem à existência (2 Coríntios 5:17), e uma decisiva e irrevogável libertação aconteceu (Romanos 6:14, 18). Nós passamos da morte para a vida (eterna!). Nosso julgamento decisivo ficou para trás de nós - no Gólgota (João 5:24). Fomos transladados do domínio das trevas para o reino do Filho de Deus (Colossenses 1:13).
Mas nós também aprendemos que nossa libertação do pecado ainda não é final e perfeita. Decisiva e irrevogável, sim! Mas final e perfeita, não! O pecado ainda habita dentro de nós (Romanos 7:17, 20). O mal está presente em nós (Romans 7:21). A “carne” é um problema diário de nossas almas (Romanos 7:25). Ainda não somos perfeitos nem já obtivemos nossa coroa e recompensa (Filipenses 3:12). Somos mentirosos se dissermos que não temos pecado (1 João 1:8, 10).
Como, então, o apóstolo Paulo nos ensina a viver? Ele diria: “Vocês são decididamente e irrevogavelmente novos, de forma que podem caminhar pela vida sem nenhuma luta para se tornarem novos?”. Ou ele diria: “Vocês não são decididamente e irrevogavelmente novos e devem lutar para conseguir esse lugar em Cristo”?. Não, nenhuma das duas opções. Ele diria: “Pela fé, abrace tudo o que Deus é para o seu bem em Cristo e tudo o que você é para a sua glória em Cristo”. Creia nisso. E agora, com essa confiança, lute para tomar a posição do território que Cristo conquistou para você. Lute para se tornar na prática o que você é em Cristo”. Oito ilustrações dessa verdade:
1. Declaração de novidade: Romanos 6:14, “Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça”. Ordem para se tornar novo: Romanos 6:12, “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões”.
2. Declaração de novidade: Romanos 6:18, “Uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça”. Ordem para se tornar novo: Romanos 6:19, “Oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação”.3. Declaração de novidade: Romanos 6:6, “Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem”. Ordem para se tornar novo: Romanos 6:11, “ Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus”.
4. Declaração de novidade: Colossenses 3:9, “Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos”. Ordem para se tornar novo: Efésios 4:22, “Vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano”.5. Declaração de novidade: Colossenses 3:10, “Vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”. Ordem para se tornar novo: Efésios 4:24, “E vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade”.
6. Declaração de novidade: Gálatas 3:27, “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes”. Ordem para se tornar novo: Romanos 13:14, “Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo”.
7. Declaração de novidade: Gálatas 5:24, “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências”. Ordem para se tornar novo: Romanos 13:14b, “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”.
8. Ordem para se tornar novo: 1 Coríntios 5:7b, “Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa”. Declaração de novidade: 1 Coríntios 5:7a, “...como sois, de fato, sem fermento”.
Mas nós também aprendemos que nossa libertação do pecado ainda não é final e perfeita. Decisiva e irrevogável, sim! Mas final e perfeita, não! O pecado ainda habita dentro de nós (Romanos 7:17, 20). O mal está presente em nós (Romans 7:21). A “carne” é um problema diário de nossas almas (Romanos 7:25). Ainda não somos perfeitos nem já obtivemos nossa coroa e recompensa (Filipenses 3:12). Somos mentirosos se dissermos que não temos pecado (1 João 1:8, 10).
Como, então, o apóstolo Paulo nos ensina a viver? Ele diria: “Vocês são decididamente e irrevogavelmente novos, de forma que podem caminhar pela vida sem nenhuma luta para se tornarem novos?”. Ou ele diria: “Vocês não são decididamente e irrevogavelmente novos e devem lutar para conseguir esse lugar em Cristo”?. Não, nenhuma das duas opções. Ele diria: “Pela fé, abrace tudo o que Deus é para o seu bem em Cristo e tudo o que você é para a sua glória em Cristo”. Creia nisso. E agora, com essa confiança, lute para tomar a posição do território que Cristo conquistou para você. Lute para se tornar na prática o que você é em Cristo”. Oito ilustrações dessa verdade:
1. Declaração de novidade: Romanos 6:14, “Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e sim da graça”. Ordem para se tornar novo: Romanos 6:12, “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões”.
2. Declaração de novidade: Romanos 6:18, “Uma vez libertados do pecado, fostes feitos servos da justiça”. Ordem para se tornar novo: Romanos 6:19, “Oferecei, agora, os vossos membros para servirem à justiça para a santificação”.3. Declaração de novidade: Romanos 6:6, “Sabendo isto: que foi crucificado com ele o nosso velho homem”. Ordem para se tornar novo: Romanos 6:11, “ Assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus, em Cristo Jesus”.
4. Declaração de novidade: Colossenses 3:9, “Não mintais uns aos outros, uma vez que vos despistes do velho homem com os seus feitos”. Ordem para se tornar novo: Efésios 4:22, “Vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano”.5. Declaração de novidade: Colossenses 3:10, “Vos revestistes do novo homem que se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou”. Ordem para se tornar novo: Efésios 4:24, “E vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade”.
6. Declaração de novidade: Gálatas 3:27, “Porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes”. Ordem para se tornar novo: Romanos 13:14, “Mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo”.
7. Declaração de novidade: Gálatas 5:24, “E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências”. Ordem para se tornar novo: Romanos 13:14b, “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências”.
8. Ordem para se tornar novo: 1 Coríntios 5:7b, “Lançai fora o velho fermento, para que sejais nova massa”. Declaração de novidade: 1 Coríntios 5:7a, “...como sois, de fato, sem fermento”.
quarta-feira, 5 de março de 2008
The Character Crisis
Society has suffered terrible decay as the love of iniquity has trumped noble character. Sadly, what Western culture once regarded as virtuous and good has become almost unrecognizable. Take a few minutes to consider the importance of character, find its source, and commit yourself to the quest—the quest for character.
Character. It has an old-fashioned sound to it, like a faded relic of the Victorian era. We live in a materialistic culture where prestige, prosperity, and popularity are valued more than genuine integrity. In fact personal character hardly seems to matter very much at all nowadays—at least in the realms of mass media, entertainment, politics, and pop culture.
Only a few select moral qualities are still prized by society at large. They are chiefly liberal community values such as diversity, tolerance, and broad-mindedness. Sometimes they are even called virtues. But when traits like those are blended with hypocrisy or employed to justify some other iniquity, they become mere caricatures of authentic virtue.
Meanwhile, genuine individual virtue—the stuff of which true, timeless, praiseworthy character is made—has been formally relegated to the sphere of “personal” things best not talked about openly. These days, even an elected national leader’s personal character is supposed to be treated as a wholly private matter.
As a result, our society’s most prominent celebrities include countless people who actually are known best for gigantic character flaws. Notice, for example, the people who usually grace the covers of celebrity magazines. Very few are decent role models. Often they are actually people who exemplify the worst kinds of character traits. No morally sane, thinking parents would ever hope for their own children to emulate the lifestyles or embrace the values of most of our society’s best-known figures. Big personalities are highly revered anyway, because celebrity itself counts more than character in a society without any moral anchor.
In fact, over the past few decades so many famous people in our society have been charged with serious crimes that a cable television series is devoted exclusively to covering stories about the legal problems of some of our culture’s favorite figures. Still, both the public and the media continue to confer celebrity status on more and more bizarre characters.
How have we come to this? The greatest cultures throughout human history have always reserved the highest positions of eminence and respect for true heroes—people who distinguish themselves by great self-sacrifice, moral excellence, or some truly great accomplishment. They only societies that confer celebrity status on immoral and villainous people have been cultures in serious decline and on the precipice of utter ruin.
One of the universally understood rules of thumb that governed western society until a few short decades ago was that people who achieved fame had a duty to be wholesome role models. Even men and women who weren’t really of sterling virtue in private sought to keep their character flaws hidden from the public—because if their moral defects became known, they lost their star status. Political figures could not remain in office if they were found culpable for any scandalous moral indiscretion.
That is no longer the case. Today’s celebrities proudly flaunt their decadence. With the rise of a massive entertainment industry in the second half of the twentieth century, celebrity became a cheap and shallow commodity. Honest character is now seen as totally optional—or worse, hopelessly unfashionable. As a matter of fact, in certain segments of today’s entertainment and music industries, authentic virtue would be practically incompatible with fame and success. Some of the best-known figures in the recording industry, for example, are avowed gangsters who openly glorify evil in their lyrics. It is frightening to contemplate the future of a society where so many people so badly lacking in character can attain celebrity status so easily—and often hang onto their fame and influence no matter what crimes they commit.
The Bible says that is exactly what happens when a society rejects God and thereby incurs His righteous judgment. Romans 1:21-32 describes the downward path of a culture abandoned to sin. Take note of the roster of evils that finally overwhelm every fallen society. The list closely resembles everything currently fashionable in the world of entertainment and celebrity:
Even as they did not like to retain God in their knowledge, God gave them over to a debased mind, to do those things which are not fitting; being filled with all unrighteousness, sexual immorality, wickedness, covetousness, maliciousness; full of envy, murder, strife, deceit, evil-mindedness; they are whisperers, backbiters, haters of God, violent, proud, boasters, inventors of evil things, disobedient to parents, undiscerning, untrustworthy, unloving, unforgiving, unmerciful; who, knowing the righteous judgment of God, that those who practice such things are deserving of death, not only do the same but also approve of those who practice them. (Romans 1:28-32)
That describes our culture to the letter, doesn’t it? People today literally entertain themselves with iniquity, heedlessly applauding those who sin most flagrantly. Society today makes celebrities of people who in our grandparents’ generation would have been deemed the most contemptible rogues. Almost everything that used to be considered shameful is now celebrated. We therefore live in a culture where personal character and individual virtue are rapidly evaporating at almost every level. Virtue and infamy have traded places.
According to the Bible, God designed us to be men and women of exemplary character. He repeatedly commands us to pursue what is virtuous and shun what is evil. From cover to cover in Scripture, iniquity is condemned and virtue is exalted.
Clearly, we are supposed to be men and women of excellent character. We’re commanded to “hold fast what is good [and] abstain from every form of evil” (1 Thessalonians 5:21-22).
But where do we go to learn how to do that? Popular culture will not point the way for us. Scripture alone is a reliable lamp for our feet and light for our path (Psalm 119:105). God’s Word points the way in the quest for character.
The Bible contains numerous lists of positive character qualities. Second Peter 1:5-8, for example, gives a catalogue of virtues and urges us to add to our faith. The fruit of the Spirit in Galatians 5, the qualities of authentic love in 1 Corinthians 13, and the Beatitudes in Matthew 5 all list similar traits that describe true excellence of character.
Truly excellent character is actually a reflection of the moral nature of God Himself. For that reason, all virtues are interdependent and closely related. And all of them are the fruit of God’s grace. As you study biblical virtue, may you perceive the true beauty of Christ’s character and desire to see it reproduced in your own life.
Character. It has an old-fashioned sound to it, like a faded relic of the Victorian era. We live in a materialistic culture where prestige, prosperity, and popularity are valued more than genuine integrity. In fact personal character hardly seems to matter very much at all nowadays—at least in the realms of mass media, entertainment, politics, and pop culture.
Only a few select moral qualities are still prized by society at large. They are chiefly liberal community values such as diversity, tolerance, and broad-mindedness. Sometimes they are even called virtues. But when traits like those are blended with hypocrisy or employed to justify some other iniquity, they become mere caricatures of authentic virtue.
Meanwhile, genuine individual virtue—the stuff of which true, timeless, praiseworthy character is made—has been formally relegated to the sphere of “personal” things best not talked about openly. These days, even an elected national leader’s personal character is supposed to be treated as a wholly private matter.
As a result, our society’s most prominent celebrities include countless people who actually are known best for gigantic character flaws. Notice, for example, the people who usually grace the covers of celebrity magazines. Very few are decent role models. Often they are actually people who exemplify the worst kinds of character traits. No morally sane, thinking parents would ever hope for their own children to emulate the lifestyles or embrace the values of most of our society’s best-known figures. Big personalities are highly revered anyway, because celebrity itself counts more than character in a society without any moral anchor.
In fact, over the past few decades so many famous people in our society have been charged with serious crimes that a cable television series is devoted exclusively to covering stories about the legal problems of some of our culture’s favorite figures. Still, both the public and the media continue to confer celebrity status on more and more bizarre characters.
How have we come to this? The greatest cultures throughout human history have always reserved the highest positions of eminence and respect for true heroes—people who distinguish themselves by great self-sacrifice, moral excellence, or some truly great accomplishment. They only societies that confer celebrity status on immoral and villainous people have been cultures in serious decline and on the precipice of utter ruin.
One of the universally understood rules of thumb that governed western society until a few short decades ago was that people who achieved fame had a duty to be wholesome role models. Even men and women who weren’t really of sterling virtue in private sought to keep their character flaws hidden from the public—because if their moral defects became known, they lost their star status. Political figures could not remain in office if they were found culpable for any scandalous moral indiscretion.
That is no longer the case. Today’s celebrities proudly flaunt their decadence. With the rise of a massive entertainment industry in the second half of the twentieth century, celebrity became a cheap and shallow commodity. Honest character is now seen as totally optional—or worse, hopelessly unfashionable. As a matter of fact, in certain segments of today’s entertainment and music industries, authentic virtue would be practically incompatible with fame and success. Some of the best-known figures in the recording industry, for example, are avowed gangsters who openly glorify evil in their lyrics. It is frightening to contemplate the future of a society where so many people so badly lacking in character can attain celebrity status so easily—and often hang onto their fame and influence no matter what crimes they commit.
The Bible says that is exactly what happens when a society rejects God and thereby incurs His righteous judgment. Romans 1:21-32 describes the downward path of a culture abandoned to sin. Take note of the roster of evils that finally overwhelm every fallen society. The list closely resembles everything currently fashionable in the world of entertainment and celebrity:
Even as they did not like to retain God in their knowledge, God gave them over to a debased mind, to do those things which are not fitting; being filled with all unrighteousness, sexual immorality, wickedness, covetousness, maliciousness; full of envy, murder, strife, deceit, evil-mindedness; they are whisperers, backbiters, haters of God, violent, proud, boasters, inventors of evil things, disobedient to parents, undiscerning, untrustworthy, unloving, unforgiving, unmerciful; who, knowing the righteous judgment of God, that those who practice such things are deserving of death, not only do the same but also approve of those who practice them. (Romans 1:28-32)
That describes our culture to the letter, doesn’t it? People today literally entertain themselves with iniquity, heedlessly applauding those who sin most flagrantly. Society today makes celebrities of people who in our grandparents’ generation would have been deemed the most contemptible rogues. Almost everything that used to be considered shameful is now celebrated. We therefore live in a culture where personal character and individual virtue are rapidly evaporating at almost every level. Virtue and infamy have traded places.
According to the Bible, God designed us to be men and women of exemplary character. He repeatedly commands us to pursue what is virtuous and shun what is evil. From cover to cover in Scripture, iniquity is condemned and virtue is exalted.
Clearly, we are supposed to be men and women of excellent character. We’re commanded to “hold fast what is good [and] abstain from every form of evil” (1 Thessalonians 5:21-22).
But where do we go to learn how to do that? Popular culture will not point the way for us. Scripture alone is a reliable lamp for our feet and light for our path (Psalm 119:105). God’s Word points the way in the quest for character.
The Bible contains numerous lists of positive character qualities. Second Peter 1:5-8, for example, gives a catalogue of virtues and urges us to add to our faith. The fruit of the Spirit in Galatians 5, the qualities of authentic love in 1 Corinthians 13, and the Beatitudes in Matthew 5 all list similar traits that describe true excellence of character.
Truly excellent character is actually a reflection of the moral nature of God Himself. For that reason, all virtues are interdependent and closely related. And all of them are the fruit of God’s grace. As you study biblical virtue, may you perceive the true beauty of Christ’s character and desire to see it reproduced in your own life.
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